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contos do Jf

Nesse blog contem Contos reais que parecem fantasias e fantasias que parecem reais, se vc desejar se aventurar em escrever um conto  e  quiser compartilhar com a gente mande por email  ou por  whatsApp. contosdojf@gmail.com WhatsApp: +5597984051579

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contos do Jf

24
Mar17

FAZENDO MANUTENÇÃO E GRAVANDO A FODA COM A CLIENTE

Jf

No mês passado, uma cliente, a Adriana, dona de uma Padaria, me ligou me pedindo uma manutenção no servidor das câmeras. Então fui lá, junto com o Sérgio, que trabalha comigo. A Adriana é alta, + ou - de 1.78, 68 kg, branca, cabelos pretos enrolados, seios médios, bunda grande e empinada e um par de coxas muito gostosas. Eu pensei que seria coisa rápida, configurar e ir embora, por isso chamei o Sérgio, pra gente passar em outro cliente depois. Chegamos lá e fomos até a sala dela que ficava na parte de cima, onde estava instalado o DVR. Ela me cumprimentou com beijo no rosto como de costume, eu apresentei o Sérgio, ela também deu um beijo no seu rosto. Ela estava com um vestido branco, justo, semitransparente, no meio das coxas, deixando seu corpo todo marcado. Dava pra ver o contorno do seios durinhos e a marquinha da calcinha minúscula enfiada no meio da sua bunda maravilhosa. Ela disse pra gente ficar à vontade, e nem adiantava estar com pressa que só íamos embora quando mostrasse pra ela que estava gravando. Ela trancou a porta e tirou a chave, e sorrindo falou que éramos seus prisioneiros até deixar o sistema funcionando. Nossa, ficamos sem reação, mas rimos, e logo começamos a conversar e nos descontraímos. O Sérgio foi logo desconectando os cabos para realizar a troca, e eu fui até a mesa dela para acessar o software pelo computador. A Adriana sentou na cadeira da frente e cruzou as pernas, fazendo com que suas coxas ficassem mais a mostra, e começou a conversar coma gente. Nossa, ficou difícil se concentrar com aquela visão maravilhosa, eu tentava disfarçar, mas de vez em quando olhava. Como o Sérgio, estava num ângulo atrás da visão dela, ele nem disfarçava, ficou secando aquelas coxas lindas e a bunda gostosa marcada pelo vestidinho indecente. O Ramal tocou, ela se levantou e veio pro meu lado e atendeu, sua coxa encostou no meu braço e ela nem ligou. Continuei digitando e roçando meu braço por cima do vestido. Meu pau já estava duro e latejando. Ela desligou e falou que ia resolver um probleminha no caixa, mas que já voltava, e saiu da sala. Nesse momento o Sérgio levantou, e eu percebi que não era só eu que estava de pau duro, e falou. – Cara, que mulher gostosa, eu já estou louco de tesão. Eu afastei a cadeira e peguei no meu pau por cima da calça. – Imagina eu, do jeito que estou aqui, só falta ver a calcinha dela. Ficamos conversando e trabalhando, mas a imagem da Adriana não saia da nossa cabeça, principalmente da cabeça de baixo. Dez minutos depois ela voltou. O Sérgio estava terminando de conectar os cabos e eu estava terminando de configurar. Ela entrou, e trancou a porta de novo, e perguntou. – E aí meus prisioneiros, já terminaram? Eu respondi. – Estamos quase acabando. Ela veio e sentou na mesa, virada pra mim. – Humm, muito bem! Quero só ver se vai ficar bom mesmo! Na posição que ela sentou, ela ficou com uma perna um pouco mais levantada que a outra, e eu pude ver o fiozinho branco, que mal cobria sua buceta. Olhei pra ela e ela sorriu olhando em direção do meu pau. Nesse momento o Sérgio veio e ficou do meu lado na cadeira, e não tirava os olhos do corpo da Adriana. Ela percebeu e sem olhar pra ele, se arrumou na mesa, fazendo o vestidinho subir até o limite. Na posição que eu estava, eu já via sua calcinha toda. Percebi ela olhando pra ele e sorrindo. Olhei de lado e vi ele secando as coxas dela, e o volume grande se formando novamente por baixo da calça. Olhei pra Adriana e ela estava olhando em direção ao pau do Sérgio. Como estávamos próximos, percebi que ela, estava ficando excitada, sua respirando começando a ficar ofegante. A Adriana começou a abrir e fechar as pernas devagar, sua calcinha já estava toda a mostra. Nesse momento eu percebi que estávamos num caminho sem volta. Parei a configuração, e olhei pra ela, ela me olhou e sorriu, eu sorri e desci meu olhar em direção à sua calcinha. la afastou algumas coisas de cima da mesa, se arrumou melhor, apoiando a mão na mesa e jogando o corpo um pouco pra trás, e disse. – Eu quero vocês dois! Rapidamente aproximei a cadeira pra perto da Adriana, ficando no meio das suas pernas. Segurei suas coxas, e comecei a alisá-la. O Sérgio sem perder tempo, chegou do lado dela e começou a alisar seus seios por cima do vestido. Adriana se apoiou no cotovelo direito e com a mão esquerda, começou a massagear o cacete do Sérgio por cima da calça. Eu já tinha subido seu vestidinho até a cintura, e fui tirando sua calcinha. Ela estava toda lisinha, totalmente depilada, sem nenhum pelinho cobrindo aquela buceta branca e inchada. Arranquei sua calcinha e joguei do outro lado da sala. Fui beijando e alisando suas coxas de encontro aquela maravilha de buceta. Ela abriu as pernas, colocando uma por cima dos meus ombros, no momento em que o Sérgio arrancava o vestido da Adriana e caia de boca nos seus seios. Fiquei alisando suas coxas e pegando na sua bucetinha, mas sem enfiar o dedo, só acariciando por cima dela, que loucura, ela permanecia com os olhos fechados só sentindo todo aquele prazer. O Sérgio abriu o zíper e colocou a mão da Adriana no seu pau duro, ela abriu os olhos e sorriu, apertando e massageando com vontade. O Sérgio tinha um cacete enorme e grosso e não demorou para Adriana colocar na boca. Enquanto eu massageava seu clitóris observava aqueles lábios suculentos deslizando no pau do Sérgio, descendo até o saco chupando um ovo de cada vez, depois voltava a colocava o cacete na boca. Comecei a chupar sua buceta, primeiro devagar, passando a língua pelo clitóris e por cima da rachinha toda encharcada. Ela continuava chupando o pau do Sérgio e forçou seu quadril, rebolando e esfregando sua buceta na minha boca. Eu segurei forte suas coxas e forcei minha boca, enfiando a língua com vontade. Adriana começou a gemer alto e a rebolar rápido, percebi que ela iria gozar e comecei a chupar com força. Ela não resistiu muito tempo e gozou feito louca, a música alta na sua sala (deixada de propósito por ela) abafou os gemido e gritinhos descontrolados. Rapidamente o Sérgio pegou alguns sacos de embalagens, forrou o chão e se deitou pelado, segurando o pau duro pra cima. A Adriana ajoelhou na minha frente e tirou minha calça. Me olhando com uma cara de safada,, começou chupar meu pau. Sugava a cabeça. Lambia até o saco e subia beijando e chupando lentamente. Ainda me olhando, colocou a glande entre os lábios e foi descendo lentamente. Eu vendo minha pica se esconder dentro da sua boca, não acreditei quando vi seus lábios encostarem na minhas bolas. Ela ficou parada alguns segundos, me olhando, até quase engasgar e tirar lentamente sua boca. Meu pau duro, babado, batendo no seu rosto. Ela levantou e me puxou pela mão e me levou pra perto do Sérgio. Se abaixou ficando de quatro entre as pernas dele, segurou com as duas mãos no saco e abocanhou a pica do Sérgio de uma vez, engolindo tudo quase até as bolas. Eu sem pensar duas vezes, me posicionei de joelhos atrás dela e comecei a meter naquela buceta gozada por traz. - Aaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, ela soltou um grito abafado com a boca cheia de pica. Eu segurava na sua cintura e socava forte e rápido, abrindo e rasgando toda sua buceta. Seus peitos apesar de médios, balançavam muito, devido minhas estocadas fortes. De repente sinto ela saindo do meu pau, e percebo o Sérgio puxando ela. Ele fala sorrindo: - Vamos fazer um sanduíche dela! Ela disse não, que nunca tinha feito. Mas antes dela ter qualquer reação, o Sérgio já tinha enfiado seu cacete dentro de sua buceta, e já segurava suas coxas deixando suas pernas arreganhadas. Eu comecei esfregar minha pica na sua bunda e no seu rego. Forcei suas costas fazendo ela deitar por cima do Sérgio, abri suas nádegas e encaixei a cabeça babada do meu pau na entradinha daquele cuzinho. Segurei sua bunda, abrindo com as duas mãos, e fui forçando devagar, mas sem parar. Senti minha pica deslizando cu a dentro. Ela gritou alto, fiquei até preocupado se alguém viria ver o que era, mas ninguém veio. Mas nem por isso, paramos aquela putaria. Ela já acostumada com as duas picas todinha dentro, se soltava cada vez mais. Enquanto a gente rasgava seu cu e buceta ao mesmo tempo, ela ficava mexendo e rebolando. Eu metia cada vez mais fundo naquele cu, quente e suado. Começamos a socar sincronizado. Eu metia ele tirava, eu tirava ele metia, enquanto ela toda suada rebolava entre a gente. Ninguém falava nada, apenas se ouvia o barulho dos nossos corpos, nossos gemidos e respirações descompassadas, abafados pelo som alto que ainda tocava. Até a Adriana começar a gritar descontroladamente: - Mete gostoso, seus safados! Ahhhhh!!! Vocês estão me rasgando, eu vou gozar de novo! - Ai que delícia!!!...vou gozar!!!…Oooohhhhh!!!...- Mete mais forte! Nós aumentamos o ritmo das estocadas, nossas picas roçavam separadas apenas pela pele fina que separa o cu da buceta. Adriana começou a tremer e gemer alto, gritava e gozava intensamente. Gozou muito. Os dois cacetes enfiados, e ela dando os últimos espasmos desfalecida sobre o Sérgio, que aproveitava para chupar seu pescoço e gozar na sua buceta. Aumentei o ritmo, socando com força aquele cu suado, senti meu saco todo melado pelo gozo dos dois. Segurei o cabelo da Adriana, anunciando meu gozo. Ela empinou a bunda, e eu enfiei minha pica de uma vez e deixei tudo dentro, e comecei a encher seu cu de porra. Era tanta porra, que escorria pelo meu pau, melando nós 3. Deitei sobre ela, nosso corpos suados, grudando, o cheiro de sexo tinha tomado conta da sala. Ficamos deitados de lado sobre aquelas embalagens, por uns cinco minutos. Ela ainda entre nós. Falando sobre a loucura que acabamos de fazer. Levantamos, nos limpamos, pegamos nossos equipamentos e fomos embora, sem antes cada um beijar aquela boca gostosa.

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