Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

contos do Jf

Nesse blog contem Contos reais que parecem fantasias e fantasias que parecem reais, se vc desejar se aventurar em escrever um conto  e  quiser compartilhar com a gente mande por email  ou por  whatsApp. contosdojf@gmail.com WhatsApp: +5597984051579

Nesse blog contem Contos reais que parecem fantasias e fantasias que parecem reais, se vc desejar se aventurar em escrever um conto  e  quiser compartilhar com a gente mande por email  ou por  whatsApp. contosdojf@gmail.com WhatsApp: +5597984051579

contos do Jf

04
Abr17

eu e meu padrasto (primeira parte)

Jf

Minha mãe me contou que quando estava me esperando gravida de 4 meses, meu pai faleceu, cinco meses depois eu nasci, depois de uns 4 anos minha mãe casou-se com um rapaz de nome Pedro, Minhas lembranças de infância relacionadas ao que vou contar começaram aos meus 13 anos, sempre fui, segundo minha mãe bem desenvolvida, para minha idade, ajudava minha mãe nos afazeres de casa ia na escola, tudo normal, meu corpo já tomava forma meus seios nascentes me provocava vergonha, minhas ancas estavam arredondadas, tudo me incomodava não sabia porque, Meu pai adotivo era muito carinhoso, sentava-me em seu colo e me embalava como se fosse uma criança, ele tinha trinta e cinco anos, minha mãe me tratava como uma princesa, eu estuda a tarde e passava quase sempre as manhas inteiras em casa estudando ou brincando, hoje eu vejo que muita coisa do que aconteceu foi, muitas vezes, por minha própria culpa, um dia minha mãe saiu cedo para ir a igreja, meu padrasto disse estar doente e que não iria trabalhar, logo que ela saiu ouvi sua voz me chamando -ROSA ! -Já vou ! Levantei-me de onde estava brincando e fui atende-lo, -me traz um copo d’água Rosa, por favor, Entrei no quarto copo na mão, chegando perto da cama entreguei o copo, ele parecia distraído, olhei sem querer ele estava com a bermuda do pijama desabotoada, seus pelos negros estavam a mostra, notei sua bermuda levantada pressionada pelo membro rígido, aquilo me chocou, mas eu não conseguia desviar os olhos, fascina senti meus mamilos se enrijecerem, a boceta úmida de repente, sensações gostosas e novas para mim, eu tinha 13 aninhos fugi, pela primeira vez do sexo, Não demorou minha mãe chegou, Os dias foram passando as vezes eu estava acordada quando ele chegava do trabalho, ele perguntava como vai minha namoradinha, ? -vou bem papai! Acho que era uma catequização, meu padrasto era másculo, irradiava virilidade, aos domingos ele estava em casa e me cobria de carinhos, quando sentava em seu colo sentia o membro duro nas minha s nádegas, aquilo me excitava e eu me mexia involuntariamente mesmo sabendo não estar certo, tinha medo que minha mãe proíbe-se, mas não conseguia me afastar dele, éramos artistas dissimulados, passei a esperar os domingos ansiosamente, meus seios já enchiam minhas mãos e na minha vulva brotavam alguns pelos, eu gostava de passar a mão mas nunca tinha me masturbado, Uma noite quando já estava deitada em meu quarto minha mãe foi chamada para atender uma vizinha doente, eu ainda não estava dormindo e ouvi tudo, pensei comigo estamos sozinhos, Em pouco tempo senti passos se aproximando logo após a saída de minha mãe, era meu padrasto fingi estar dormindo, ele sentou-se levemente na beira da cama, e começou a passar a mão de leve acariciando minhas pernas, Colocou meu pé esquerdo sobre seu colo, senti que ele mexia na bermuda do pijama, eu estava excitada lembrando o que tinha visto anteriormente, estava deitada de costas pernas entreabertas, eu não me movia, senti meu pé encostar-se no membro quente e duro, a sensação foi deliciosa, e mais me excitou, meu mamilos até doíam, a buceta ficou úmida, ele era meu padrasto e eu sua namoradinha, ele não iria fazer nenhum mal pra mim, Ele esfregava meu pe em seu membro sua respiração era pesada, seu membro pulsava de encontro ao meu pé., sentia seus pelos, minha excitação aumentava, de repente ele parou colocou meu pé sobre a cama, levantou-se e sentou-se próximo a minha cintura, pegou minha mão com jeito e levou ate seu membro, fechou meus dedos tentando fazer segura-lo e começou a movimentar para cima e para baixo, lentamente, seu membro era grosso quente e comprido, este contato me fez sentir a boceta encharcada, com este contato, apertei um pouco como inconscientemente, ele soltou um suspiro de satisfação, apressou os movimento e senti na minha mão o membro pulando e um liquido quente e espesso correndo entre os dedos, ele continuava pulsando dando pulos e soltando muito liquido, eu inocentemente ignorava o que era aquilo, mas era excitante para mim, Neste exato momento quando meu padrasto dava o último suspiro alguém bateu na porta, ele rapidamente se recompôs e foi abrir a porta, era minha mãe afobada dizendo que tinha vindo buscar um remédio, em seguida saiu novamente Que decepção !!!!! espera mais alguma coisa, sem saber exatamente o que era, fiquei com minha mão molhada pegajosa, cheirei, sentindo pela primeira vez o odor agradável de sêmen, quase sem refletir num impulso, baixei minha mão e esfreguei em toda minha buceta, lentamente, misturando o sêmen com meu liquido vaginal, com o dedo médio acariciava meu clitóris ereto, quando já estava atingindo meu primeiro orgasmo, sem que na verdade soubesse o que era, ouvi meu padrasto vindo novamente, rapidamente antes dele abrir a porta desci minha calcinha ate os joelhos, voltei a fingir dormir, ele ficou alguns momentos certificando-se que eu estava dormindo, quando teve a certeza sentou-se novamente ao meu lado, eu estava coberta com um lençol fininho, estava ansiosa com expectativa, em movimentos inconscientes abri minhas pernas ate onde a calcinha permitia, sua mão mergulhou por baixo do lençol e pousou na minha buceta com sêmen e meu liquido, começou alisar minha buceta procurando meu clitóris, quando encontrou, pois e muita fácil ele e grande, começou a tilinta-lo, eu estava sufocando reprimindo suspiros e gemidos, ele tirou o lençol completamente passando a mao nos meus seios, e devagarzinho acabou de tirar minha calcinha, eu fingia dormir entregando me totalmente as sensações do sexo, puxou minha camisola até meu pescoço, enrolando nesta altura, fiquei nua do pescoço para baixo pernas arreganhadas, ofegante, com ânsias desconhecidas, ele passava as mãos em meu corpo me acariciando, Encostou seus lábios e passou a língua em minha boca me beijando, um beijo molhado gostoso, desceu e sugou meus mamilos, com a mão toda aberta movimentava sobre minha buceta primeiro levemente depois mais forte e mais rápido, eu atingi meu primeiro orgasmo, murmurei alguma coisa como se estivesse, sonhando ele ficou imóvel enquanto eu tinha leve espasmos, sensação incrível mas queria mais, Ele beijou meu ventre, encostou o rosto na minha buceta, aspirando o perfume do sexo, senti um choque quando senti sua língua no meu clitóris, sugando, e lambendo, do meu cu até meu grelo, aquilo demorou alguns minutos, ele parou e agachou-se entre minhas pernas com seus joelhos forçando minhas pernas arreganhadas, encostou a cabeça do membro em minha buceta, senti um calafrio, mas aquilo era muito excitante, estava com a buceta totalmente úmida, começou esfregar e masturbar rapidamente, veio meu segundo orgasmo levantei meus quadris levemente, senti a cabeça do seu membro no meu hímen , ele forçou levemente e continuo a masturba-se, meu sexo estava dolorido eu gozando sem parar, quando senti jatos de sêmen em minha buceta, molhou minha buceta meu umbigo os jatos atingiram até meu pescoço, onde estava a camisola, algumas gotas sobre meu rosto, ele levantou deixou-me como estava ali na cama, pernas abertas cheia de porra no corpo todo buceta dolorida, descoberta, camisola enrola no pescoço e sem calcinha, Enxuguei meu sexo no lençol limpei-me daquela lambança de porra vesti a calcinha, não entendi nada, So mais tarde compreendi que mesmo que eu estivesse dormindo, o que era difícil acreditar, ele queria que eu acorda-se, nua com as roupas no chão, e pensasse no que teria acontecido, Era um jogo, Segunda parte amanhã Rosa

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D