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contos do Jf

Nesse blog contem Contos reais que parecem fantasias e fantasias que parecem reais, se vc desejar se aventurar em escrever um conto  e  quiser compartilhar com a gente mande por email  ou por  whatsApp. contosdojf@gmail.com WhatsApp: +5597984051579

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contos do Jf

24
Mar17

Minha vizinha Alice

Jf

Me chamo Henrique. Tenho 32 anos e sou divorciado há 3. Casei cedo e meu casamento foi realmente muito bom enquanto durou.Em outros contos pretendo conta todas as aventuras que tive enquanto estava casado. Hoje gostaria de confidenciar uma história que às vezes ainda acho que foi um sonho. Nem em minhas fantasias mais secretas esperava que algo parecido pudesse acontecer. Quando me separei fui morar sozinho em uma cobertura de 2 quartos extremamente confortável em um bairro nobre de Curitiba. O único problema do apartamento é que ficava de frente para um outro um outro bloco do mesmo condomínio. Dessa forma meus vizinhos podiam ver tudo que eu fazia em casa. Como o valor estava muito bom acabei aceitando. Pra variar a minha vizinha era uma senhora católica de seus 60 anos que se me visse só de cueca poderia infartar ou quem sabe até me colocar na cadeia. Coloquei algumas cortinas no apartamento e pronto, tudo estava resolvido. Meu único trabalho era abrir elas ao sair de casa pela manhã e fechar a noite quando chegasse. Minha sorte mudou quando, por algum motivo, minha vizinha resolveu se mudar. Tudo aconteceu muito rápido. Em um momento vi ela conversando com um engravatado que supus inicialmente ser o corretor e logo em seguida vi uma equipe de mudança remover seus móveis. Ela não se despediu. Foi um alívio. O apartamento ficou uns 2 meses parado. Até que começaram algumas visitas. Sempre vinha o corretor acompanhado em sua maior parte de casais. Em uma dessas visitas. Num ensolarado sábado de manhã eis que surge um casal um pouco diferente. Ele tinha por volta de seus 50 ou 60 anos, maior pinta de senhor de idade e que joga baralho as quinta feiras e frequenta salões de dança aos domingos. Ela tinhas 18, uma loira de olhos verdes e o que mais me chamou atenção foi seu traje. Vestia uma roupa de corrida. Uma blusinha preta colada ao corpo e um shorts rosa. Seus seios eram medianos, imaginei minhas mãos envolvendo cada um deles. Tinha coxas torneadas e morenas de praia. Enfim, uma burguesinha cheia de curvas, não musculosa, mas com lindas curvas que provavelmente deveriam já ter um dono. Fiquei um bom tempo vislumbrando aquela beldade andado pra lá e pra cá no apartamento. Lembrei que tinha um compromisso e precisei sair. Passaram umas 3 semanas, mais algumas visitas aconteceram e eventualmente me lembrava daquela loirinha que provavelmente nunca mais veria. Lembro de ter me tocado algumas vezes pensando nela. Minha surpresa aconteceu numa segunda feira quando, ao chegar do trabalho vejo um caminhão de mudanças na frente do prédio. Ao chegar em casa e ir fechar as cortinas eis que vejo aquela loirinha dos meus sonhos se abaixando para colocar uma caixa no chão. Ela usava uma blusinha solta e nesse momento, do ângulo que eu estava, conseguir ter a visão perfeita de seu decote. Das duas uma, ou ela tinha colocado silicone ou tinha nascido com uma genética impecável. Na mesma hora me dirigi ao banheiro e tomei um banho gostoso. Nessa primeira semana tive poucas oportunidade de vê-la em casa. Eles estavam no processo de mudança e nossos horários não coincidiram. Logo percebi que ele era pai dela, e pela ausência de outras pessoas frequentando a casa percebi que ela não deveria ter namorado. Após um tempo de observação comecei a perceber que após as 10 horas da noite as luzes da sala se apagavam e eles iam dormir. Num desses dias precisei ficar até mais tarde no trabalho, cheguei lá pelas 10 horas e fui para meu quarto. Tomei meu banho. E como era verão, após meu banho, decidi abrir a janela do meu quarto e ficar um tempo ali curtindo a paisagem. Estava lá pensando na vida quando do vejo uma luz aparecer de leve no quarto da frente, como que vindo de outro cômodo. Decidir apagar minha luz de forma que ninguém conseguiria me ver do outro apartamento. Nesse momento percebo que a luz do quarto da frente se acende e entra pela porta a minha a loirinha deliciosa enrolada em uma toalha rosa. Era muita sorte ela ter ficado logo com o quarto na frente do meu. Imaginei que ela deveria ter acabado de ter saído do banho e não se deu conta que a janela estava aberta. Resolvi não dar bola para minha consciência e fiquei ali escondido observando. Ela foi para frente de um espelho, ficando de costas pra mim, removeu uma outra toalha da cabeça e começou a secar os cabelos. Aquilo começou a me deixar muito excitado. Poderia assistir de camarote um espetáculo VIP. Enquanto secava o cabelo a toalha que estava enrolada em seu corpo começou a se desprender aos poucos. A cada sacudida dela a toalha se desprendia mais e mais. Até que finalmente caiu. Ela realmente tinha uma genética perfeita. Sua bunda era perfeitamente redonda e grande. Ela estava completamente depilada e com marquinha de biquíni na parte de cima e de baixo. Tirei meu pau pra fora da calça e comecei a me tocar ali mesmo. Pelo espelho consegui ter uma visão perfeita dos seus seios. Bicos clarinhos, rosados que tinham tudo para ser saborosos. A barriga dela era fenomenal e não preciso nem falar de sua bocetinha. O que eu não daria para estar ajoelhado em sua frente deixando ela cavalgar na minha boca. Fiquei ali mais alguns minutos enquanto ela passava um creme pelo corpo com toda calma. Em um certo momento ela veio até a janela e fechou sua cortina. Creio que não preciso dizer o que fiz em seguida. Em vários momentos daquela noite tive sonhos safados com ela. Por incrível que pareça aquilo virou rotina, todos os dias, no mesmo horário eu me posicionava em meu lugar de espera. Sempre tinha algo diferente, às vezes ao juntar uma toalha caída ela se inclinava totalmente pra frente me dando uma visão de bunda empinada. Em outras ela demorava minutos passando o creme em seus seios. Num sábado a noite qualquer saí com amigos e voltei umas 2 horas da manhã. Quando estava entrado no condomínio percebo ela de longe também chegando sozinha de uma festa. Já imaginando que ela iria tomar um banho antes de dormir me posicionei no lugar de sempre. Pude ver em detalhes a hora que ela entrou no quarto e começou a tirar, primeiro o salto que a deixava extremamente sexy e logo após seu vestido preto e justo. Me surpreendi ao ver que ela tinha saído para a noitada sem calcinha,estando apenas com um sutiã preto desses com mais volume, mesmo que ela não precisasse. Em vez de ir em direção ao banheiro ela se deitou na cama abriu uma gaveta e tirou um vibrado rosa. Meu pau pulou de minha calça e comecei a me tocar loucamente. Minha vizinha loirinha gostosa de morrer estava se masturba do gostoso na minha frente. Seus olhinhos fechados de tesão, sua boquinha safada se contorcendo e seus gemidos abafados completavam o meu show particular. Quando estava prestes a gozar levei um dos maiores sustos de minha vida. Ela inesperadamente tirou o vibrado de dentro de sua você tá olhou em direção ao meu apartamento e fez um sinal de vem cá com o dedo indicador. Nessa hora eu estava num misto de susto com tesão profundo. Ela deveria ter me percebido ali desde o primeiro dia e esperou pacientemente uma chance de me chamar. Nem me preocupei com o fato do pai dela poder estar em casa. Peguei um champanhe na geladeira e fui assim mesmo. Adivinhei o número do seu apartamento pela posição do e bati de leve na porta. Assim que a porta se abriu me vislumbrei com ela me olhando: - Vai ficar só olhando como sempre ou vai agir dessa vez?- ela me perguntou uma voz bem sexy. Não consegui me segurar entrei e agarrei ela fechando a porta com os pés. Coloquei a champanhe no chão e pressionei ela com força contra a parede. Comecei a procurar sua língua dentro da boca. Ela não parava de se mexer querendo beijos cada vez mais intensos. Chupei forte aquela língua algumas vezes e senti ela mordiscar a minha outras várias. Ambos estávamos entregues a um tesão contido que foi sendo liberado com tudo. Nesse momento ela já estava com o corpo todo pressionado na parede com as pernas envolvidas nas minhas e as mãos me agarrando forte. Puxei o cabelo dela pra baixo deixando seu pescoço totalmente exposto. Como ela era cheirosa. Beijei e lambi seu pescoço descontroladamente apertando sua cinturinha fina e deslizando minha mão pra sua bunda. Encaixei meu joelho direito entre suas pernas permitindo que ela cavalgasse de leve, ergui ela um pouco, ela se inclinou para frente ofertando seus seios rosados para meus lábios. Resolvi ir um pouco com mais calma e comecei a passar minha língua em movimentos circulares em volta de seus biquinhos. Assoprei de leve e ao sentir ela arrepiada chupei com minha língua cheia de saliva. Coloquei minha mão sobre sua boca abafando seu berro e senti ela ficar louca e começou a cavalgar intensamente. Olhei para o lado e vi uma mesa de madeira sem nada em cima perfeita para o que eu tinha em mente. Passei as mãos por baixo de sua bunda ergui ela e a levei até a mesa estendendo seu corpo em cima, fazendo ela deitar. Voltei e peguei o champanhe, me aproximei da mesa para abrir. Ela não esperou, tirou meu pau pra fora da calça e começou a chupar. Abri o champanhe rapidamente e joguei sobre seu corpo. Sem pensar duas vezes comecei a sugar cada gota independente do lugar onde caíra. Voltei a chupar seus seios, fui descendo pela sua barriga e propositalmente pulei para suas coxas, deixando o melhor para o final. Ela era minha e eu queria que ela nunca mais esquecesse essa noite. Chupei todo champanhe de suas coxas e fui descendo até chegar no seu pezinho. Chupei cada dedinho inicialmente e por fim coloquei todos juntos em mina boca. Aqueles pezinhos 35 nunca deveriam ter sentido tanto tesão quanto naquele momento. _ Eu não consigo mais me segurar. Por favor me fode! - ouvi ela suplicar desesperada Tirei minha camisa e me despi completamente. Puxei ela pra ponta da mesa e coloquei sentada ficando apenas com a entrada de sua bocetinha pra fora. Meu pau não encontrou nenhum atrito ao entrar em sua boceta, deslizou perfeitamente. Além do champanhe senti que ela já estava pingando de tanto tesão faz tempo. Ela se agarrou me puxando para um abraço apertado. Aproximei minha boca de seu ouvido e disse: _ Você é a coisa mais gostosa que já comi na minha vida. Vou te foder tanto que você vai suplicar pra ser minha puta pra sempre. Nunca tinha encontrado uma mulher com tanta vontade de ser comida, tão necessitada. Resolvi arriscar e envolvi seu pescoço com minha mão apertando de leve. Deixando ela ligeiramente sem ar. Ela colocou as duas mãos no meu braço e pediu: _ Aperta mais Comecei a socar meu pau descontroladamente enquanto seu rosto ficava mais vermelho. Afrouxei um pouco minha mão e senti ela gozar como nunca vi alguém gozar até hoje. Seu corpo era puro espasmo e prazer. Ela não não tinha mais forças e se entregou completamente. Segurei ela em meus braços. Assim que ela recobrou os sentidos percebeu que eu ainda estava com o pau duro e muito excitado. Se ajoelhou na minha frente e começou a chupar forte meu pau, engasgando de vez em quando e deixando ele bem molhado com sua saliva. Gozei forte em sua boca por vários segundos e não vi o tempo passar. Quando abri os olhos ela sorriu: _ Prazer, meu nome é Alice. FIM

24
Mar17

sobremesas

Jf

Depois que casei passei ir pouco a bares. Era algo que costumava fazer muito na época de solteiro. Mas sabe como é, cada escolha uma renúncia. Apesar disso, a cada dois meses, após o trabalho, ia para um bar na frente do salão de beleza da minha esposa esperá-la para irmos embora juntos. Geralmente, eu ficava lá entre 2 a 3 horas, bebendo, comendo algo e eventualmente conversando com alguém. Na ultima sexta-feira de abril de 2007 essa espera durou mais do que o normal. Haviam se passado 4 horas e nada dela me ligar. Decidi ver se estava tudo bem. Saí do bar e fui em direção ao salão. É um salão chique, frequentado por lindas mulheres que tem dinheiro suficiente para pagar a mais por um ambiente mais agradável que a média. Comentei com a recepcionista, uma morena linda que me atendeu super bem, que minha mulher estava demorando e antes mesmo dela responder uma porta atrás de mim se abriu. _ Você é o marido da Ana? Vem! Pode entrar!- O som saía de uma boquinha vermelha. Uma gatinha bem branquinha, mignon, de seus 1,65 cm, de cabelo vermelho cacheado que ia até a ponta dos ombros, me olhava - Eu sou a Márcia, a cabeleireira dela, vem! Já estamos quase terminando. Respondi qualquer coisa sorrindo e a segui. Ela usava uma calça jeans bem justa e um salto preto, fiquei observando a graciosidade de sua bunda rebolando de leve enquanto caminhávamos pelo salão. Era magrinha e usava uma blusa preta de alças, que deixava aparecer sua barriga sarada e um piercing gracioso pendurado em seu umbigo. Seus peitos eram pequenos e durinhos. Subimos uma escada, ela na frente e eu hipnotizado atrás: _ Finalmente conheci o famoso marido da Ana. Ela sempre me fala super bem de você. É muito romantismo ficar esperando a esposa sair do salão. Poucos fazem isso sabia? _ Ser romântico é um dos meus pontos fortes - falei rindo. Chegamos no primeiro andar e passamos por uma porta, era um ambiente menor e fechado com apenas duas cadeiras centrais e uma outra, para lavar cabelo no canto. Ana estava sentada na máquina de lavar cabelo e creio que principalmente por causa do horário, era a única ali. A cumprimentei com um beijinho rápido. _ Sentiu muito minha falta? - perguntei rindo _ Desculpa por não te avisar que ia demorar um pouco mais hoje amor. _ Você sabe que não é problema nenhum, só queria ver se estava tudo bem. _ Falta só a Márcia terminar de lavar meu cabelo. Espera sentado ali. Fui até a outra cadeira e sentei. A Márcia se posicionou atrás dela e começou a lavar seu cabelo, voltada de frente pra mim. Entre um papo e outro percebi que ela me olhava de uma forma diferente. Aproveitava que minha esposa estava com os olhos fechados por causa da água e me fitava de uma forma insinuante. Não consegui esconder minha excitação. Meus lábios foram ficando secos e molhei eles de leve. Percebi que ela fez o mesmo, passando a língua de forma sensual pelos lábios. Quando você fica casado por muito tempo algumas insinuações, mesmo que leves, causam um grande impacto. Mas tudo que é bom acaba rápido. A lavagem terminou, enquanto o cabelo da minha esposa secava minha excitação passou e fomos embora. Duas semanas depois do ocorrido, em um domingo a noite, fui fazer compras sozinho no supermercado. Estava em dos corredores mais vazios tentando decidir entre duas marcas de leite condensado quando vejo uma mulher na frente da prateleira toda esticada tentando pegar um item que estava em uma prateleira mais alta. Era a Márcia. Me aproximo e puxo um papo. _ Se eu não te ajudar acho que você vai acabar levando um tombo. Ela me olha e sorri instantaneamente. _ Henrique! - me surpreendi com sua voz animada. - Nossa, será que alguém finalmente apareceu pra me salvar? - ela riu e jogou o rosto pra frente deixando que eu desse um beijo cumprimentando-a. - Então... será que podes usar teus 1,75 e esses braços fortes pra pegar aquele mel pra mim? Peguei o pote e entreguei em suas mãos. Nossos dedos se encontram e consegui sentir uma vibração no ar. Os braços dela ficaram arrepiados e fingi não perceber. _ Nossa, nem sei como agradecer. _ Mel. Leite condensado. - olhei para nossas mãos. - Creio que com esses dois ingredientes consigo imaginar várias receitas que cairiam muito bem como agradecimento. Ela fingiu um pouco de surpresa pela ousadia e tirou o celular do bolso. _ Então... me passa seu número que vou preparar algo e te chamo lá em casa para experimentar. - com meu pau endurecido informei meu número pra ela. Começamos a conversar em momentos livre. Se minha mulher descobrisse eu estava ferrado. No entanto a Márcia era super simpática e impossível não ser contagiado por sua empolgação. Nossos papos foram ficando aos poucos bem picantes e ela começou a me mandar algumas fotos por email. Em um de seus dias de carência recebi fotos sensuais. Ela quase mostrava sua bunda em shorts curtos, seus seios em decotes indiscretos e aquilo me deixou maluco. Enviei uma foto do meu pau duro, minha mão envolvendo sua grossura. Ela respondeu: "Meu Deus, será que cabe na minha boca????". "Só vamos descobrir se tentarmos né? Quando pode ser?" "Você que vai me dizer, estou livre sempre depois das 22hrs, ou então pelas manhãs" Sair a noite era complicado, mas nas partes da manhã meu horário de entrada no trabalho era flexível permitindo que eu desse uma escapadinha. "Vou ter que te acordar amanhã!" Ela me passou seu endereço e combinei de estar na casa dela às oito. Não consegui dormir direito aquela noite, em vários momentos tive que me controlar para não me tocar pensando nela. Tinha que guardar o melhor para o outro dia. Acordei às sete, tomei um banho gostoso já me preparando para o que viria a seguir. Cumprimentei minha esposa quando ela saiu de casa às sete e meia, esperei um pouco e saí também. No carro coloquei uma música romântica para já me preparar mentalmente para a situação. Eu teria a chance dos sonhos de agradar uma gata deliciosíssima e não poderia falhar. Já estava há uns 7 anos sem transar com outra pessoa que não minha mulher e a ansiedade poderia atrapalhar. Cheguei no apartamento dela, me identifiquei na portaria, estacionei o carro na vaga de visitante e subi o elevador. Bati em sua porta segurando sem jeito o buquê de orquídeas que havia comprado no caminho. Ninguém atendeu. Toquei a campainha e esperei. Ainda nada. Resolvi mandar um mensagem, percebi que tinha sido lida e aguardei. Após alguns segundos ouço um barulho de chave. Abri meu melhor sorriso misterioso e esperei. Ela abriu um pequeno vão na porta. Eu podia ver apenas metade de seu corpo envolto em uma toalha. Ela abriu um pequeno vão na porta. Eu podia ver apenas metade de seu corpo envolto em uma toalha. A porta tinha uma dessas travas com corrente. _ Será que eu deveria deixar entrar? Estou na dúvida - ela brincou sensualmente _ Percebi toda dúvida pela demora. - insinuei _ Eu estava tomando um banho gostoso pensando besteiras, não esperava tanta pontualidade. _ Minha pontualidade é britânica - sorri para ela, estava adorando aquele jogo, ela era boa em criar expectativas. Ela fechou a porta, removeu a trava e abriu. Minha vontade naquele momento foi entrar separando sua toalha do corpo com um puxão forte, colocar ela contra a parede e fazer amor ali mesmo, com a porta aberta. Mas ela não parecia o tipo de mulher que gosta de agressividade de primeira. Percebi pelo seu jogo de palavras que ela gostava de uma boa preliminar. Entrei entregando seu buquê. _ São pra mim? Que gentil, faz muito tempo que não recebo um buquê assim lindo. Ela segurava o buquê com uma mão e a toalha com outra. Tive que fechar a porta. Ela pediu uns minutos, mandou eu ficar a vontade e foi para o banheiro se preparar. Tirei meu celular, liguei em seu som bluetooth e coloquei uma lista especialmente sexy para tocar. Servi uma dose de wisk e resolvi esperar sentado no sofá. Meus pensamentos estavam um turbilhão e meu pau já estava querendo sair da calça a força. Ouvi um abrir de portas e não me virei. Fechei meus olhos e esperei. Ouvi seus primeiro passo. Um passo firme e constante revelava um salto alto batendo no chão. Impossível não sentir seu cheiro de leite de amêndoas de longe, ela tinha apostado forte em um creme corporal delicioso. Ela veio pra minha frente. O jogo tinha começado. Ela estava usando uma máscara preta, cobria apenas os olhos e vestia um espartilho preto. Comecei com calma a saborear seu corpo com meus olhos. Seus seios pequenos, sua cintura fina, suas pernas. Uma meia subia até altura das suas coxas, era preta e transparente, uma cinta liga e sua calcinha fio preta fechavam o conjunto. Ela girou lentamente, ficando de costas pra mim, e pude apreciar mais. Seu cabelo cacheado caindo até altura dos ombros, suas costas lisas, sua bunda macia, suas coxas torneadas. Meu pau doía dentro da calça. Tirei ele pra fora e comecei a me masturbar. Ela se virou e fez uma cara safada de espanto. Colocou a mão na boca, arregalou os olhos. E depois sorriu maliciosamente, com a ponta dos dedos nos lábios olhou para o alto e suspirou. Começou a tocar Portishead. Música perfeita para um momento perfeito. E ela começou a dançar ao som da música. E como dançava. Seu corpo acompanhava perfeitamente o ritmo. Sobrava desenvoltura e charme. Levantou os braços acima da cabeça e balançou o corpo ritmicamente. Desceu com o corpo procurando o chão. Molhava sua boca e brincava com o lábio. Eu me masturbava. Meu pau estava duro em minha mão, pedia sua boca. Ele teria que esperar. Sem gozar. Ela se aproximou ainda mais, e começou a dançar próxima a mim. Seu cheiro me entontava. Eu não estava apenas excitado, estava perdendo a noção de quem eu era naquele momento. Todo meu desejo estava sendo canalizado. Ela se abaixou e apoiou com as mãos em meus joelhos. Estava empinada, rebolando para um lado e para o outro. Seus olhos fixos nos meus. Sua boca salivava. Sua saliva começou a escorrer pelo canto da boca e cair diretamente sobre meu pau. Ela foi se abaixando, abaixando e não resistiu. Sua boca se abriu e meu pau foi entrando centímetro por centímetro. Não senti o toque da sua boca. Ela estava fazendo de propósito. Senti apenas quando a ponta dele encontrou sua garganta. Nesse momento ela fechou a boca envolvendo todo meu pau. Sugou forte e puxou a cabeça. Senti meu pau ser sugado e precisei me controlar muito para não gozar naquele instante. Ela queria brincar mais comigo. Virou novamente de costas e foi se afastando ao ritmo da música. Suas mãos brincavam em seu corpo. Ela mexia em sua barriga,, sua boceta, sua bunda. Minha mão tocava ainda mais forte no meu pau. Sua mão entrou dentro da sua calcinha e juntos começamos a nos tocar. Eu estava hipnotizado naquele momento. Minha atenção era totalmente dela e ela sabia disso. Ela estava me conduzindo da forma que queria. E se era sua intenção me deixar maluco a ponto de saltar sobre ela e a foder loucamente ela estava conseguindo. Ela tirou a mão da calsinha. A ponta dos seus dedos estavam molhados. Ela fez questão de me mostrar enquanto chegava perto de mim. Ela pegou os dedos e começou a passar em volta dos lábios. Ela foi se aproximando, colocou as mãos nos meus joelhos e seu rostinho foi se aproximando. Sua boca. Consegui sentir o cheiro dela e me preparei para o beijo. Fechei dos olhos e ela se afastou. Sorriu safada novamente quando eu abri os olhos. Sua língua passeava lentamente sobre seus lábios provando seu mel. Eu suspirei, estava sendo difícil me segurar. Mas sabia, ela ainda não tinha terminado. Ela continuou dançando, se insinuando. Onde aquela mulher tinha aprendido a dançar daquela maneira? Como alguém consegue ser tão sexy? Me senti anestesiado, meu tesão era imenso e meu pau já demonstrava isso. A cabeça dele estava tão inchada que começava a doer, veias saltavam dele explodindo. Precisei tirar um pouco a mão. Ela se aproximou cada vez mais de mim e me empurrou pelo peito. Encontrei o encosto com o sofá ficando praticamente deitado. Ela subiu no sofá se equilibrando com o salto e começou a rebolar. Meus olhos se concentram em sua calcinha. Ela percebeu e foi abaixando. Chegou bem próxima da minha boca. _ Come !!! - comecei a chupar e beijar sua calcinha. _ Eu mandei comer. É comestível. - gelei. Ela estava querendo que eu literalmente comesse sua calcinha. Devorasse. Nunca tinha visto esse tipo de peça intima e comecei a comer. Que puta tesão. Ela me ajudava com a mão. Sua calcinha estava ensopada com seu mel. Aquela mistura começou a entrar na minha boca e comecei a devorar. Sua boceta estava recém depilada, era pequena, apertada e rosada. Também conseguia ver seu cu, que piscava involuntariamente pra mim. A melhor refeição da minha vida. _ Agora que terminou o prato principal. Pega a sobremesa - ela falou enfiando sua boceta no meu rosto. Era a primeira vez que beijava a boceta de uma mulher antes mesmo de conhecer o gosto de sua boca. Já recebi alguns elogios pela minha chupada. Algumas amigas já me confidenciaram que são poucos os homens que sabem realmente chupar. Eu sempre me interessei pelo assunto, sempre gostei realmente de ter uma boceta molhada na minha boca e sempre adorei quando ela gozava mesmo antes de eu meter. Chupei ela como se fosse a última boceta da face da terra. Um agradecimento merecido pelos momentos de prazer e desejo que me acabara de me fazer passar. Ela começou a respirar fundo, passou para gemidos leves que foram ficando altos. Ela colocou a mão na boca e berrou. Seu corpo começou a tremer e caiu em cima de mim

24
Mar17

"Os mais excitantes contos eróticos

Jf

A SURUBA DAS VIRGENS e JOGO DA autor: orama publicado em: 25/09/15 categoria: virgindade leituras: 35292 ver notas Na “SURUBA DAS VIRGENS” cinco virgens foram levadas aos prazeres extremos: sussurros, gemidos, gritos, palavrões, frases eróticas, prazeres arrasadores e tratamento de choque para não esquecer jamais. Quem me conhece do livro “O Amor sem Mistérios”, sabe que eu sempre tive amiguinhas e amiguinhos a quem eu ensino tudo o que aprendo. E tudo é tudo mesmo: Todos, meninas e meninos, têm uma refinada cultura intelectual e sexual como explicada naquele livro e, sexualmente, aprendem tudo desde uma simples lambida ao gozo extremo do tratamento de choque com tesões grandões, e buscam par entre nós mesmos, porque todos são pares relativamente perfeitos para todos. É só uma questão de “meu tipo preferido”: Engraçou e o pau ficou na medida certa, todo lá dentro sem desconforto, é só casar de fato, para toda a vida, num “tratamento de choque de gozo” e uma fartada de erotismo e prazeres. Todos aprendem no livro a fazer o Tratamento de choque com os Tesões grandões, além de treinar a bocetinha ou o pau para serem empolgantes. Todos, meninas e meninos, são capazes de deslumbrar de gozo o seu parceiro. Cada menino aprende o que fazer com a fêmea para arrebatá-la de gozo e cada fêmea sabe como arrasar o menino de tanto gozar. Constituímos um clã onde todos são educados com base no livro de papai e também amigos e candidatos a um casamento de fato. Basta escolher o parceiro que mais agradar e trocar olhares ternos com ele. Se for correspondido e os sexos se encaixarem completamente sem desconforto, é só a menina dizer: “quero-te chocante” e os Tesões Grandões fazem a maravilhosa festa de casamento que nunca deu errado. Para o tratamento de choque o pau não pode exceder a bocetinha para não feri-la e, junto com os Tesões Grandões, é o máximo de gozo arrebatador que uma mulher pode atingir. Nas festas, não eram raros os olhares se cruzando cheios de ternura, que, para nós é crucial, mediam os genitais um no outro e, se combinavam, o grito: “fica chocante e mete os Tesões Grandões em mim”! Depois de a menina arrasar-se de gozo extremo na pica dos seus sonhos, estavam casados de fato e fascinados pelos novos brinquedos que manipulavam com ternura, carinho e gozo arrebatador. Depois de dois anos de experiência matrimonial, se o propósito continuava firme, casavam no civil e no religioso. Ainda não ocorreu nenhum caso de arrependimento. Mas já estava tudo mais do que testado. Conheciam ternuras, intelectos, fascinações um do outro e o teste infalível: genitais compatíveis e o tratamento de choque com Tesões Grandões. Os tesões Grandões selavam o casamento para toda a vida e o tratamento de choque sacramentava-o. O nosso grupo cresceu e tornou-se uma espécie de irmandade casadoira em que a amizade e a ternura era a tônica. Havia cinco meninas e cinco meninos querendo chegar ao “casamento de fato”. Eu adorava aqueles meninos e aquelas meninas que eram filhos do meu saber e o Fá, o meu homem, também simpatizava com eles. Admirava a ternura, a inteligência e a cultura aprendida de mim e do livro de papai já publicado. Na verdade eu sou a mestra e minha irmãzinha segue os meus passos na educação completa dos meninos e meninas que recorrem à nossa amizade. Eles próprios passam a divulgar o saber. Formamos um pequeno mundo de paz e amor, onde a amizade irrestrita é a base de tudo. Por enquanto minha irmãzinha está com a classe infantil e passará para a classe dos jovens quando enjoar das bonecas e desejar brinquedos instigantes. Então ela aprenderá teoria sexual e terá sua suruba arrasadora para escolher o seu par e se casar de fato. Boa parte dos nossos folguedos é brincar de ensinar e aprender. Somos como irmãos sem laços de sangue. Quando se aproximam da puberdade passam a receber educação sexual, tornando-se mestres em amor, paixão e sexo. Nossa amizade e os casamentos são laços de ternura em que a paixão explode, levando o amor aos extremos da ternura e do gozo arrebatador. Todos, meninos e meninas são afeiçoados ao amor e pares perfeitos para quem quiser um casamento de fato e para toda a vida. Algumas amiguinhas relutam em casar-se porque amam todos eles brincando de tudo, menos penetração na bocetinha que é a conclusão do casamento de fato. Se os genitais não combinam (a penetração é só para medir se o pau cabe na bocetinha) a menina logo tenta outro para consumar o casamento o mais rápido possível. Com alguns de pinto mais fino, brincam de argolinha e, com o truque da força para defecar, divertem-se às baldas e fazem verdadeiras farras para foder os bandidos do petrolão, especialmente nas surubas de casamento de fato. Consideramos “casamento de fato” quando a união é de coração para coração, independente de papel passado e cerimônias. Casamento de fato é casamento para toda a vida porque os parceiros têm ternura, inteligência, cultura e sexualidade compatíveis e se amam e se atraem de fato. Nossa amizade é uma eterna brincadeira em que aprendemos tudo brincando e por que não casar brincando? Eu e Fá tivemos a ideia maravilhosa de fazer uma festa única no gênero para casá-los. Jamais houve outra igual. Escolhemos uma praia dessas maravilhosas e muito reservadas, accessíveis por uma longa trilha ou por mar, pouquíssimo frequentadas. Ao tomarmos a trilha, ampla e agradável inclusive para nudistas, não avistamos ninguém e tivemos a ideia de fazer um programa de índio: ficamos todos pelados na maior farra. Quando calcinhas e cuecas foram para as mochilas, eu disse aos meninos: ― Respeitem as meninas que serão suas esposas em instantes e, então, vocês poderão fazer com elas tudo o que aprenderam, para arrasá-las de gozo, mas podemos brincar para afeiçoar nossos corpos e nossos sexos e escolher o que mais nos fascinar. As meninas são virgens e devem sair daqui casadas de fato, sem cabacinho. A caminhada até a praia será o namoro íntimo, a prática sexual, em que tudo será permitido, exceto penetração na bocetinha, e vocês conhecerão intimamente uns aos outros para escolher com segurança o parceiro dos seus sonhos, seguindo algumas regras, e servirá para que vocês escolham o parceiro prévio para os testes de compatibilidade sexual. Façam tudo o que os mestres fizerem. De início todos estão livres para sorrir para o seu preferido ou preferidos. Valem sorrisos meiguinhos e encabulados ou ternos. Ao chegarmos à praia, cada menina deve estar segura do menino que quer para o teste do pau perfeito. Vamos às brincadeiras: Derreti-me num sorriso meigo para o Fá e uma fartada de sorrisos se cruzaram. O Fá deu-me um tapinha na bundinha e todas as meninas levaram um tapinha. Eu provoquei: Quem rebolar leva um tapinha mais forte. Todas rebolaram e deu a maior algazarra com tapas estalando em bundinhas rebolantes. Tornei a provocar: ─ As meninas dão um tapinha na bundinha do menino preferido. Não queremos machões complexados. Toques femininos são sempre prazerosos para os meninos e vice-versa. Dei um tapinha na bundinha do Fá. Ele rebolou e levou uma tapona. E foi a maior algazarra, com todo mundo levando taponas. O Fá deslizou um dedo pelo meu reguinho provocando frissons que me fizeram rebolar. Todas as meninas levaram toques no reguinho e rebolaram. O Fá agarrou-me um seio e sugou-o. Os frissons aumentaram na maior chupação... Encoxou-me, mordendo-me o pescoço... segurou-me pelos cabelos da nuca e deu-me um beijo arrasador... repetiu o beijo pondo-me os dedos e lambeu-os. Pelos frissons descomunais que eu sentia eu podia avaliar o tesão das meninas: estavam todas cachorronas de desejos. Liberei-os para brincar de pega-pega, respeitando as penetrações na bocetinha, mas podiam passar a mão, dar tapinhas na bundinha, escorregar picas abaixo para escapar... O importante era não se deixar agarrar. Cada menina agarrada levava beijos, apertadas, sugadas, taponas, encoxadas brutas, enquanto manipulavam o grelinho e explodiam em gozo. Foi um corre-corre com todos querendo pegar todas. E todas foram agarradas e manipuladas por todos os meninos num vibrar de desejos avassaladores. Se o menino era meio devagar nas encoxadas, a menina logo reclamava: “é só isso que você sabe fazer com a fêmea? Eu sou uma mulher, não a cachorrinha de madame”! Quando as encoxadas atingiam a força bruta, a menina sorria feliz: “Isso! Meu macho gostoso”! Todas as meninas eram bonitas e altamente desejáveis, acabando no desfrute de todos os meninos que queriam sentir a gostosura de tocar cada uma e apreciar as diferenças ao apertar bundas e tetas. Fá facilitou. Encoxou-me, levou as mãos lá em baixo e subiu pelas pernas, coxas, virilhas, vulva, clitóris, púbis, barriguinha, mamas, colo, queixo, boca ... foi lá dentro... caralho, quanto tesão... Foi uma festa interminável de amor com paixões a pleno tesão. Um gorjear de meninas cachorronas de desejo e ansiosas por ver, pegar, manipular, punhetear, lamber e chupar as mais diversas porras para a sua escolha e esfregando nelas a bundinha para vê-las crescer e penetrar-lhe a bundinha, com os peitos apertados por mãos ávidas. Isso gerava gemidos, gritos, palavrões, agitando a trilha ao máximo. Algumas trocavam de parceiro e levavam o esfrega-esfrega aos limites. Gulosas, queriam experimentar as ternuras e as durezas de todos e os desafiavam rebolando nas picas duras. E todas eram de todos, exceto as bocetinhas. E assim a caminhada rumo à praia seguia na maior algazarra e farra erótica em que todos amavam todas. Aqui e acolá, alguma com a bundinha em transe caía de cata-cavaco gritando: “fode o Vacareza”, mas esquivando a bundinha para não ser fisgada pela vara e quando a vara fisgava numa enterrada bruta, ela ficava toda euforia: – Ai que caralho gostoso! Tira e dá outra fisgada... lá no fundo. E empinava a bunda para entrar tudo. Dá outra enterrada apertando minhas tetas. Fode o maldito! Porra nele, bem bruta. A trilha era linda e prazerosa com linda vegetação que era um afago à nudez e o importante era perder a inibição, a vergonha, os tabus e os preconceitos, portanto se fôssemos surpreendidos, e daí? Estávamos num dia de índio. Com tanta brincadeira e todos querendo comer todas, retardamos a caminhada e fomos alcançados por dois casais jovens e joviais que se apressaram a por as roupas nas mochilas e, de tetas e picas ao leu, aderiram alegremente às nossas brincadeiras. Aprenderam as transas arrasadoras e a empolgarem o sexo e tornaram-se os maiores entusiastas de novas surubas, fascinados com o tratamento de choque, com os tesões grandões e outras brincadeiras profundamente eróticas. Eram lindos e bagunceiros como queríamos, mas respeitadores das normas, cientes de que era uma suruba de casamento. A suruba de toques, beijos, chupadas, agarradas, encoxadas, desafios: “ah se eu te pego” e pegadas crescia e bagunçava a trilha. Quando chegamos à praia as meninas estavam todas com a cachorra e manipuladas por todos os meninos em esfrega-esfrega, lambidas, chupadas, taponas na bundinha, beijos tesudos, encoxadas brutas, tetas intumescidas de tesão e até fisgadas na bundinha com apertadas nas tetas: “essa é a argolinha do chefão. Deixa eu arrombá-la com enterradas brutas”. Enterradas brutas no chefão era o que mais deslumbrava as meninas porque odiavam ladrões, eram livres e elas frequentemente brincavam com o jogo da argolinha tendo o cuzinho afeiçoado ao jogo. Embora já tivessem tido orgasmos, estavam desesperadas para transar na bocetinha virgem. E com tantas picas perfeitas para escolher a dos sonhos... Estabelecemos as regras: Todos continuam nus para brincar de pega-pega. Os meninos pegam as meninas que têm de esquivar-se dos meninos com esfregadas e tapinhas e gritinhos e deslizadas com a bundinha por paus endurecidos e desafiando: “tu não me pegas”. Não se esqueçam de que quanto mais duro, melhor. Salvo penetração, vale tudo, inclusive sorrir meiguinha para o seu preferido, abrindo-lhe a bocetinha: “Quero-te para o teste”, ou recusar o que não quiser. E se, derrubada na areia, ela sorrir e abrir as pernas e tu a quiseres enterra lá tudo o que couber. Se experimentada, ela se empolgar: pau nela para arrasá-la de gozo e sacramentar o casamento de fato. Se com tudo dentro ela gritar: “Choca-me com Tesões Grandões, ela é toda tua para a arrasares de gozo e coroares a sua vida de felicidade, o verdadeiro objetivo da suruba das virgens”. Das meninas penetradas, três gritaram eufóricas: Vem chocante com os Tesões Grandões e me arrasa essa porra de cabaço! Arromba-me com os Tesões, aiii, caralho! Vem chocante, muito chocante e me crava os Tesões Grandões, aaaiiiii, dói, mas é delícia, adeus, cabaço! Gritos, gemidos, frases eróticas e palavrões para saudar o gozo bruto invadiram os ares, denunciando as quebras de cabaços... pelos Tesões Grandões com tratamento de choque. As duas meninas que refugaram os paus, trocaram de meninos e, aí sim, foram as que mais gritaram palavrões, engrossando o coro erótico, felizes da vida. Era uma farra de sussurros, gemidos, gritos, frases eróticas, palavrões que saudavam o gozo extremo arrepiante de prazer. As picas enterravam e elas pediam mais, muito mais, arrasadas de tanto gozo. A areia estava cheia de meninas cobertas por seus garanhões comendo-as à bruta como elas queriam: “vem com tudo, arrasa minha bocetinha de alegria, vem bruto, muito bruto”. As picas estavam com tudo dentro dando o tratamento de choque a meninas ávidas de prazer que rebolavam, apertavam, mordiam, afagavam e beijavam seus machos amados. Meninas e meninos tinham aprendido no livro e treinado seus sexos para serem empolgantes e os gritos de gozo empolgavam os ares. Todas perderam o cabacinho, mas já tinham o “cabacinho novo”, treinamento na bocetinha para apertar o pau a cada enterrada, levando os meninos à loucura: “ai, tesão da minha vida, dá-me outra chave de boceta. Como tua menina morde gostoso. Ai, que loucura”! E assim foi: a cada estocada, uma “mordida” e um grito de prazer. Todos já estavam devidamente entrosados no casamento de fato, capazes de dar o gozo que quisessem. Eu e Fá deixamos que se fodessem e fomos foder-nos que ninguém é de ferro, no que fomos seguidos pelos casais. Fá estava cachorrão e eu com a cachorra, malucos para nos comermos. Fizemos a TVC (transa de vagina e clitóris) para empolgar a boceta e o clitóris e a TCC (transa de cu e clitóris para afeiçoar a argolinha para o jogo). Fá a queria bem arrombada. Fiz a pirueta caindo com as coxas nos seus ombros e a boca naquela delícia de pica e nos chupamos na maior gula: suguei tanto aqueles colhões, fiz punheta com a boca, chupando o cabeção e indo fundo até a garganta num vai-e-vem alucinante. Quando demos conta, estavam todos de pirueta no maior boquete, com todas as meninas de cabeça para baixo numa chupação desenfreada e levando taponas na bunda com gemidos e gritos de boca cheia, inclusive os dois casais que não cessavam de imitar-nos. Fá me levava à loucura chupando e lambendo toda a minha vulva, bocetinha e “ponto G”, com festa no grelinho numa siririca de arrepiar, fazendo-me gritar de tesão e de gozo. Os ares foram tomados por uma verdadeira sinfonia ensurdecedora de sons eróticos, gritos, palavrões e taponas. As meninas retorciam-se aos gritos de prazer, chupadas pelos meninos que emitiam sons eróticos com as chupadas das meninas. Aí, o Fá jogou-me numa árvore e me fez de lagartixa metendo-me a porra bruta e, com ela, me jogando para cima, e todo mundo passou a brincar de lagartixa com as meninas gritando a cada estocada que lhes tirava o chão, arrasadas de gozo. Encontrei um grande tronco, pedi ao Fá para sentar-se, sentei na porra, abracei-o de colherinha e cavalguei a porra na maior empolgação. Apertei-o ao peito e dava-lhe uma esfregada de tetas a cada galope na porra bruta. Selei a cavalgada fantástica com o beijo do tesão. E que tesão! Minha bocetinha verteu em bica na porra do Fá num orgasmo arrebatador. Sorri-lhe: – Eu quero mais dessa porra! Untei-o com óleo aromático e massagem de bunda, espanhola e fricção de bundinha na porra dura. Apontei a bocetinha para ela e dancei o tcham, comendo-a até os bagos e fiz a dança do ventre na pica dura. O fá gritou, retorcendo-se todo: – Caralho! Se continuarmos tu me matas de tesão e gozo. Tu és gozo além do suportável. Os meus amiguinhos como bons aprendizes repetiam tudo à risca sem refugar nenhum exercício erótico, no que eram secundados pelos casais. Então eu gritei: – Meninos, vamos ao jogo da argolinha. Foi um griteiro de meninas correndo a posicionarem-se de quatro, exibindo belas argolinhas doidas para serem fisgadas. Os casais aderiram, claro! E éramos oito garotas expondo belas argolinhas a oito porras que se endureciam mais e mais. ─ Não se esqueçam: “por mais desejo que tenham devem evitar a fisgada. Perder o jogo é mais gostoso do que entregar. As porradas tirando sarro sem entrar são a maior delícia. Quando a vara fisgar, faça força para cagar que a vara entra fundo e prazerosa”. E foi aquele alegre chilrear de meninas num maravilhoso canto de amor. E Napoleão, Júlio César, os Bandidos do Petrolãol Todos tiveram a sua derrota nas espadas dos meninos, com grandes enterradas alegremente comemoradas: “Boa, Zezinho”! “Grande, Toninho”! “Aaaiii, dá outra, amor. Enterra tudo com fé”! “Aaaiii, maaaiiisss, meu macho gostoso: arromba o chefão que não sabe de nada”! “Mete fundo no maldito”! “Isso, fode com o Vacareza”... Muito bem instruídas, elas faziam força para defecar, agitavam a bunda e tomavam tudo. Pediam repeteco e aquelas tiradas de sarro pareciam lascar as bundinhas, com gritos de “se fodeu, Napoleão”! “Tomou fundo, Rei Salomão”! “Danou-se, Vacareza”! “Aí, fodeu-se, Chefão! “Levou a mandioca, chefona!”, “Mete a mandioca no chefão”! Picas duras tocavam sem parar as argolinhas com força, mas as meninas rebolavam e as varas só tiravam sarro das bundinhas, até que bem duras fisgavam a argolinha para gozo das meninas e desespero dos bandidos. Xingamento de bandidos sucediam gritos de gozo das meninas. Eu escolhi o Rei Salomão. O maldito teve trezentas esposas, fora concubinas e escravas e castrou um batalhão de homens para ter eunucos suficientes para controlar o mulherio doido para foder, além de cento e oitenta mil escravos só para a construção do templo. Tinha de ser fodido em grande estilo e nós o arrombamos com enterradas épicas. O fá lançava a vara no meu cu e eu desviava, fazendo-a tirar sarro do meu cu. Foi tanta tentativa de enterrar a vara na argolinha com força bruta que numa derrapada ela entrou gloriosa, dura de ferro. Gemi de prazer e a vara me comia e enterrava bruta. Recuava até a entradinha do cuzinho e pimba, dava uma enterrada épica. Fodemos tanto o maldito Rei Salomão, com enterradas de arrasar! E quando ele cuidava que chegava ao fim, eu pedia ao Fá: “aquela com toda a força, da portinha até esborrachar as bolas no meu cu. Ah, está divertido e gostoso: manda mais”. Quando terminamos, meu cu ardia de tanto foder. Quando a suruba inesquecível chegou ao fim e nós retornamos, já escurecia e estávamos todos esfalfados de gozo. As meninas trocavam beijos e sorrisos abraçadas aos seus esposos de fato. Mais dois anos e seriam todos casamentos de direito. Os dois casais também estavam felizes esfalfados de tanto gozar com seus novos genitais empolgantes. Ficaram amigos desejando novas surubas: “Nunca gozamos tanto e tão maravilhosamente e nos sentimos casados de fato para toda a vida com nossos sexos empolgantes, muito mais casados do que com aquelas cerimônias oficiais. Não é mais um papel a prender-nos, mas genitais empolgantes.”. O sucesso foi tão grande que pretendemos fazer os novos casamentos em grandes surubas. Fim

24
Mar17

comendo a namorada de um amigo

Jf

No carnaval do ano passado, um amigo meu disse que iria passar o feriado com um grupo de amigos dele e me convidou para ir também. Ele disse que um dos amigos dele, no qual vou chamar de Felipe, vinha de uma família bem rica, tinha uma casa em um condomínio de luxo na praia e estava convidando alguns amigos para passar o feriado por lá com ele e a namorada. Como eu não tinha nada programado e também não queria ficar na cidade, acabei aceitando. Chegando lá, conheci todos os outros amigos do meu amigo, inclusive Felipe e Stephanie, sua namorada. Stephanie tinha 19 anos e trabalhava como modelo, então vocês já podem imaginar como seria seu corpo. Stephanie era loira, com cabelos até o meio das costas, olhos azuis, branquinha, lábios carnudos, deveria ter mais ou menos 1,65 m, magrinha, um belo par de seios médios e pernas compridas deliciosas de ser admirar. Ela era uma ninfetinha linda e me despertava um tesão toda vez que eu via ela com aquele biquininho de lacinho. Ela usava sempre fio dental e mesmo sua bunda não sendo muito grande, ela se destacava dentre as demais por ser redondinha e perfeita. Nesse feriado, acabei ficando com uma das outras meninas solteiras de lá, mas quando transava com ela só lembrava da ninfetinha da Stephanie. Passado o feriado, continuei o contato com algumas das pessoas que conheci lá. Acabei ficando próximo de Felipe também e a gente sempre marcava de sair para algum bar, happy hour ou algo do tipo. Certo dia, era aniversário de um amigo nosso e fomos para a festa que seria em uma balada famosa de São Paulo. Quando cheguei, Felipe e Stephanie já estavam por lá. Stephanie estava uma delícia! Ela estava com os cabelos soltos, vestia uma sainha justíssima ao corpo que ia até a metade das coxas e uma regata que deixava um pouco de sua barriga à mostra. Ela estava aquela típica patricinha loirinha que chamava atenção de todo mundo ali. Cumprimentei os dois, tentando disfarçar meus olhares para aquela bela ninfeta, fui até o bar e já pedi uma bebida. Como eu conhecia poucas pessoas de lá, acabei ficando mais no meu canto, apenas observando as beldades que desfilavam por lá. Fiquei vagando por um tempo na balada, conversando com algumas pessoas, até que encostei em uma pilastra. De repente, ouço uma voz do meu lado. - Não estou aguentando o Felipe hoje, sério! Ele já bebeu pra caramba, está passando mal, só me fez passar vergonha até agora e eu fico sozinha que nem tonta aqui! Não vejo a hora de ir embora... Quando olho, está Stephanie do meu lado com os braços cruzados e com cara de poucos amigos. Deixar uma mulher sozinha daquela na balada era um perigo para o namorado dela. - Não sabia que ele estava assim já, Ste. Já falou com ele? – Questionei. - Já, mas ele está bêbado demais pra me ouvir. Hoje ele está um saco! E você, já pegou muitas por aí? Ela me perguntou isso já descruzando os braços e abrindo um sorriso lindo de canto de boca. Eu não tinha muita intimidade com ela, mas sua expressão corporal me pareceu um convite para uma conversa. Fomos para um lugar onde tinha uns sofás, mais afastado da música alta, e ficamos conversando lá por um bom tempo. O papo com ela era muito agradável e apesar de ser bem nova, ela já era uma mulher muito madura. Entre uma conversa e outra, ela cruzava suas pernas e ajeitava o cabelo para o lado de um jeito sexy, que me deixava mais louco ainda. Por mais discreto que eu tivesse sido, tenho certeza que ela reparou nas minhas olhadas para as pernas dela. Era impossível não olhar e nesse ponto eu já achava que ela estava até de certa forma gostando de ser apreciada. Estávamos conversando, dando risada, até que um amigo nosso apareceu e nos disse que o Felipe estava passando muito mal e teríamos que ir embora. Fomos até o Felipe e ele estava totalmente bêbado, meio que largado em um canto. A Stephanie ficou sem saber o que fazer e eu me ofereci para ajudar. Falei que iria ajudar a levar ele até o carro e eu iria levar ele para casa, pois ele não tinha condições nenhuma de dirigir. Ela me agradeceu e disse que iria dirigindo o carro do Felipe para deixar na garagem do apartamento dele. Saímos da balada, coloquei o Felipe no meu carro e parti para o seu apartamento, com a Stephanie me seguindo atrás no carro dele. Apesar de seus 25 anos, Felipe já morava sozinho em um apartamento que seus pais tinham comprado para ele em uma região nobre da cidade. Chegando lá, Stephanie entrou primeiro para liberar a minha subida (ela já era conhecida pelos porteiros), e eu fui em seguida com meu amigo pendurado no ombro. Entrei no apartamento e fui deixar meu amigo na cama dele com a ajuda da Stephanie. Assim que colocamos ele na cama, ele simplesmente apagou, parecia ter desmaiado. - Idiota! Além de estragar a minha noite, acabou estragando a sua também, fazendo você ter que vir até aqui pra me ajudar com ele. Desculpa por ele, Edu! - Ela disse. - Imagina, Ste. Não tem problema. Você não iria conseguir trazer ele aqui sozinho e foi um prazer ajudar, relaxa. - Obrigado mesmo, Edu. Eu só vou no banheiro e já te encontro na sala, ok? Se quiser beber uma água ou qualquer coisa, sinta-se à vontade. Ela foi para o banheiro e eu fui para a sala tomar um copo d’água. Peguei minha água, fui até a varanda e fiquei debruçado olhando ali aguardando por ela. Passados uns 15 minutos, eis que eu escuto: - Não vou deixar que aquele idiota estrague a nossa noite... Quando olho para trás, Ste estava com uma lingerie branca, com um braço na cintura, fazendo tipo aquelas poses de modelo na passarela. Aquela loirinha só de lingerie ali na minha frente me pareceu estar vendo um desfile da Victoria’s Secret ao vivo. Fiquei alguns segundos ali parado, sem saber o que dizer, apenas admirando aquela delícia que estava na minha frente. Depois de cair na realidade, disse: - Ste, o que você tá fazendo? O Fê tá no quarto do lado... Eu não posso... Quer dizer, não é certo... Eu não... - Edu, relaxa. Ele não vai escutar a gente. Eu sei que você me quer também, pensa que eu não vi você me olhando toda hora? Eu quero que você me coma aqui, na casa dele, enquanto ele está dormindo. Eu não sabia o que falar ou fazer. Aquela ninfeta maravilhosa estava ali na minha frente, praticamente nua, pedindo para eu comer ela, e seu namorado estava dormindo a poucos metros de distância. Pensei por um momento em ir embora, mas ela foi mais rápida e veio na minha direção. Quando tentei falar alguma coisa, ela colocou um dedo na minha boca, me calando. - Shhhhh... Não fala nada, Edu... apenas deixa acontecer... Falando isso, ela já foi colocando a mão em cima no meu membro já completamente duro e foi massageando de leve por cima da calça. Eu já não podia me conter mais e comecei a beijar aquela menina maravilhosa que estava na minha frente. Comecei a beija-la e passava a mão pelo seu corpo, sentindo aquela pele macia, cheirosa, explorando cada centímetro, cada curva. Nossos beijos eram fervorosos, quase que agressivos, como se ambos estivéssemos esperando por aquele momento há um tempo. Puxava o seu cabelo e dava leves beijos e mordidas em seu pescoço, até que ela se agachou diante de mim, olhou para mim com um sorrisinho safado no rosto, desafivelou meu cinto e abaixou, de uma só vez, minha calça e minha cueca, fazendo meu membro saltar diante dela. Sem usar as mãos, ela foi dando umas lambidas na cabeça aos poucos, deixando ele todo babado, olhando para mim com aquela carinha de ninfeta safadinha que sabia o que estava fazendo. Abocanhou meu pau e começou a me chupar de uma maneira deliciosa. Ela me chupava e punhetava ao mesmo tempo. Passava a língua por toda a extremidade, chegava até a cabeça e colocava só a pontinha na boca, fazendo movimentos circulares com a língua. O jeito que ela me chupava e me olhava estava me deixando completamente louco e eu senti que a qualquer momento eu poderia gozar. Ela começou a engolir todo o meu membro e era maravilhosa a cena de ver meu pau entrar todo dentro daquela boquinha. Ela colocava todo o meu pau na boca dela, tirava e depois batia uma punheta deliciosa com meu pau todo molhado, passando a linguinha de leve na cabecinha dele. - Goza pra mim, vai. Goza na minha boquinha... Da leitinho pra sua putinha... Falando isso, ela já foi colocando a mão em cima no meu membro já completamente duro e foi massageando de leve por cima da calça. Eu já não podia me conter mais e comecei a beijar aquela menina maravilhosa que estava na minha frente. Comecei a beija-la e passava a mão pelo seu corpo, sentindo aquela pele macia, cheirosa, explorando cada centímetro, cada curva. Nossos beijos eram fervorosos, quase que agressivos, como se ambos estivéssemos esperando por aquele momento há um tempo. Puxava o seu cabelo e dava leves beijos e mordidas em seu pescoço, até que ela se agachou diante de mim, olhou para mim com um sorrisinho safado no rosto, desafivelou meu cinto e abaixou, de uma só vez, minha calça e minha cueca, fazendo meu membro saltar diante dela. Sem usar as mãos, ela foi dando umas lambidas na cabeça aos poucos, deixando ele todo babado, olhando para mim com aquela carinha de ninfeta safadinha que sabia o que estava fazendo. Abocanhou meu pau e começou a me chupar de uma maneira deliciosa. Ela me chupava e punhetava ao mesmo tempo. Passava a língua por toda a extremidade, chegava até a cabeça e colocava só a pontinha na boca, fazendo movimentos circulares com a língua. O jeito que ela me chupava e me olhava estava me deixando completamente louco e eu senti que a qualquer momento eu poderia gozar. Ela começou a engolir todo o meu membro e era maravilhosa a cena de ver meu pau entrar todo dentro daquela boquinha. Ela colocava todo o meu pau na boca dela, tirava e depois batia uma punheta deliciosa com meu pau todo molhado, passando a linguinha de leve na cabecinha dele. - Goza pra mim, vai. Goza na minha boquinha... Da leitinho pra sua putinha... Ela falava isso enquanto me punhetava e me olhava com aquela carinha de criança que pede para o pai comprar um doce. Anuncie que iria gozar e ela colocou todo meu pau na boca e começou a me chupar. Sentir os movimentos daquela língua na cabeça do meu pau foi maravilhoso e comecei a jorrar vários jatos de porra na sua boca. No começo, ela engasgou um pouco, mas não parou de me chupar até engolir tudo. Depois de engolir, ainda abriu a boca para mostrar que tinha sido uma boa menina. No final, ainda ficou brincando um pouquinho, lambendo as últimas gotas que saíam de mim. Eu tinha acabado de ter um orgasmo incrível, mas ainda queria comer ela. Peguei ela no colo, coloquei ela sentada no sofá e fui retribuir a minha chupada. Abri suas pernas, puxei sua calcinha de lado e pude ver aquela bucetinha depilada toda molhada. Quando puxei sua calcinha de lado, saiu um melzinho de dentro dela que não desperdicei. Comecei a chupar toda aquela xaninha, fazendo ela gemer e se contorcer a cada vez que eu passava a língua em cima do seu clitóris. Fiquei chupando ela, sentindo o gosto do seu sexo, apertando sua bunda e trazendo ela para mim cada vez mais. Tirei completamente sua calcinha e coloquei um dedo dentro dela e pude sentir ainda mais o quanto ela estava molhada. Assim que introduzi um dedo, ela deu um leve gritinho. Comecei a tirar e colocar o dedo enquanto chupava sua bucetinha. Coloquei o segundo dedo e ficava masturbando ela enquanto passava a língua pelo seu clitóris, chupando ela deliciosamente. Sentia ela ficando cada vez mais molhada, sua bucetinha escorria seu mel e eu ia fudendo ela com a mão cada vez mais rápido. Ela puxou minha cabeça mais ao seu encontro e começou a se contorcer toda em um orgasmo incrível. Mesmo depois dela ter gozado na minha boca, continuei chupando ela, dando suaves beijos na sua xaninha e no interior se sua coxa. Stephanie me puxou para ela e começamos a nos beijar. Nesse tempo, meu pau já estava duro de novo. Tirei o resto de roupa que me faltava, Ste tirou seu sutiã, onde pude ver aquele belo par de seios rosados, e comecei a me preparar para meter nela. Apesar de toda a excitação, ainda perguntei se ela tinha camisinha e ela me disse que tomava pílula desde os 15 anos, então não teria problema. Eu já não estava mais me aguentando de tanto tesão e meti toda a minha rola de uma só vez dentro dela. Ela deu um grito tão alto na hora que eu tenho certeza que se seu namorado não estivesse tão bêbado ele teria acordado. Comecei a fuder ela e ela começou a gemer a cada estocada. Aumentei a velocidade e ela gemeu ainda mais alto. Para conter os gemidos e os gritos, coloquei a mão em sua boca, calando-a totalmente enquanto metia cada vez mais rápido e mais forte. Os gemidos e os gritos dela eram abafados pela minha mão, mas o barulho dos nossos corpos se encontrando ecoava por toda a sala. Coloquei ela de quatro apoiada no sofá e continuei metendo nela assim. Ste pegou uma das almofadas e ficou mordendo para abafar os gritos, enquanto me olhava por cima do ombro com aqueles olhos azuis. Senti que ela iria gozar e aumentei a velocidade, puxando seus cabelos e apertando um de seus seios, ficando meio que apoiado nela enquanto comia ela de quatro. Ela não se conteve e soltou um grito pela sala. Nessa hora, nenhum de nós dois se quer se lembrava que seu namorado estava ali do lado. Sem deixar ela se recuperar direito do orgasmo, puxei ela para mim e coloquei ela em pé de frente para a parede, encoxando ela e beijando sua nuca. Nesse momento, ela me segurou pela mão e me levou até a entrada da porta do quarto do seu namorado. Se colocou no batente da porta do quarto, com a bunda virada para mim, e me disse: - Me come aqui! Quero ser fodida como se ele estivesse me olhando... olhando a putinha da namorada dele ser comida pelo amigo. Aquilo era arriscado, mas eu não estava mais nem aí! Lambuzei meu pau no melzinho da entrada da xaninha dela e meti sem dó! Com uma mão, apertava seus peitos e com a outra mão tapava sua boca para conter os gritos. Comi ela ali, enquanto seu namorado dormia na cama logo à frente. Estávamos ali, ela encostada na beirada da porta, com a bunda arrebitada para mim, e eu comendo ela em um ritmo delicioso. Meu pau deslizava para dentro dela com uma facilidade incrível. O fato daquilo ser mais arriscado só nos deixava mais excitados. Percebi que ela estava quase gozando e nesse momento eu também não me aguentava mais. Cheguei no pé do ouvido dela, sem parar de meter, e sussurrei: - Não estou aguentando mais... Quero gozar em você! Deixa eu gozar dentro dessa xaninha, gostosa? Ainda com a boca tapada pela minha mão, ela só concordava com a cabeça e soltava um leve “uhum” toda vez que eu falava que iria gozar dentro dela. Aumentei o ritmo e senti meu pau sendo apertado por aquela buceta molhadinha cada vez mais, enquanto ela gemia de uma maneira deliciosa. Gozamos juntos e eu senti meu pau pulsar dentro dela, dando vários jatos de porra e preenchendo ela por completo. Tirei meu pau de dentro dela e pude ver meu esperma escorrendo pelas suas coxas. Ste colocou a mão rapidamente na sua bucetinha, impedindo que sujasse o chão, me deu um selinho e foi ao banheiro se lavar. Fui até a sala para também colocar a minha roupa e fiquei esperando por ela. Quando ela chegou, olhamos um para o outro e começamos a rir de tudo que tinha acontecido. Somente nesse momento que tivemos noção de quão insano tinha sido tudo aquilo. Quando fui embora, nos beijamos novamente e ela passou a mão no meu pau por cima da calça e disse: - Ainda vou querer mais disso aqui... É claro que nos encontramos mais vezes! Ao total, foram outros dois encontros deliciosos, onde pude inclusive fazer sua iniciação ao sexo anal, mas com certeza essa nossa primeira vez foi a mais marcante para nós dois.

24
Mar17

a filha da faxineira

Jf

Lembrando, meus contos realmente aconteceram... e quando este aconteceu, tinha eu meus 17 anos, com tesão à flôr da pele, quando tive a oportunidade de vivenciar este conto que hoje estou relatando a vocês. Semanalmente ia uma faxineira lá em casa, sempre no mesmo dia da semana. Era comum, uma vez ou outra, os filhos dela irem lá para pegar algo com ela. Sua filha mais velha era a que mais ia, chegava, conversava e às vezes passava algum tempo ali antes de ir embora novamente. Não tínhamos muito contato, muita intimidade, mas eu sempre cumprimentava e durante o tempo em que ela ficava ali, acabava havendo uma troca de olhares, uma química, algo que eu tinha esperança que poderia colher bons frutos caso houvesse alguma oportiunidade. Ela devia ter uns 15 aninhos, era branquinha, cabelos castanhos claros e lisos, magra, seios médios e bem durinhos ainda em fase de crescimento, uma bundinha gostosinha (não muito grande, mas firme!), uns 1,65 de altura e um jeitinho de ninfetinha safada que instigava. Como nunca ficamos sozinhos nestes momentos, não dava para tentar nenhum tipo de aproximação com intenções mais intimas, até mesmo para não levantar suspeitas, visto que sempre a mãe dela estava por perto e até mesmo meus pais estavam em casa em alguns dias. Porém, com o passar dos dias eu consegui pegar o MSN dela, e aquilo já seria o bastante para tentar desenrolar a conversa e ver qual era a dela. Naquele mesmo dia eu a adicionei, e como meu computador ficava sempre ligado, e com MSN aberto, assim que ela entrou começamos a conversar. Falamos sobre aqueles assuntos que geralmente iniciamos as conversas, tais como o que ela gostava de fazer, se tinha namorado e etc. E assim fomos ganhando uma certa intimidade e a conversa foi ficando mais interessante, e resolvi falar que eu notava os olhares dela, que me parecia um tanto quanto interessada, e perguntei se era isso mesmo, se eu estava interpretando a situação corretamente, e ela me disse que sim, que me achava um gato, me achava gostoso (fazia academia e sempre andava sem camisa dentro de casa, apenas com uma bermuda mais leve e a vontade). Na hora fiquei até surpreso com aquela resposta tão precisa, parecia que ela sempre quis dizer aquilo, mas não tinha oportunidade. Apesar de ter ficado surpreso, gostei que ela foi direto ao ponto, facilitando as coisas, e também fui retribuindo, dizendo que eu também reparava nela, dizendo que ela era bonita, bem gostozinha e completei dizendo que tinha vontade de pegar ela lá em casa e dar uns amassos. Ela adorou a idéia, porém tinha medo de alguém descobrir e dar problema, pois poderia sobrar até para a mãe dela que trabalhava lá, ou simplesmente ficaria um clima estranho. Mas eu fui logo dizendo que se fosse da vontade de nos dois, nós poderíamos ver um dia/hora que fosse melhor, e que não tivesse ninguém ali em casa, e ai sim ela poderia ir lá. Ela concordou com a idéia e durante o final de semana continuamos conversando. Planejei os dias e horários em que eu ficava em casa sozinho, que geralmente era na parte da tarde (estudava de manhã), e vi que o dia mais propício seria numa quinta feira. Disse a ela sobre este dia, e ela disse que normalmente está livre. A partir dai, suas visitas em minha casa já eram mais frequentes e os olhares ficaram ainda mais quentes, como se a qualquer momento nós nos agarraríamos ali mesmo com gente em casa. E pelo MSN a conversa tomava proporções mais sacanas, ela perguntava como eu era na cama, queria ver foto do meu pau (eu pedia foto dela também) e dizia estar louquinha para que eu a pegasse de jeito, dizendo ainda que já fazia algum tempo que ela me via lá em casa e fantasiava agente se beijando e se pegando. Lembro até hoje das fotos que ela me mandou, estava em seu quarto apenas com uma calcinha vermelha de renda, mostrando aquele capusão marcado, e com os seios de fora, sem mostrar o rosto. Também mandei uma apenas de sunga para instiga-la, querendo que ela me mandasse uma sem calcinha para que assim ela pudesse ver meu pau. E assim fizemos mais uma troca de fotos, ela me mandando uma foto da menina dela, toda lisinha depilada e me parecia já estar meladinha só de ver a foto do meu pau duro. Ela ao ver as fotos, dizia que meu pau era lindo, que queria muito chupá-lo todo, e assim fui vendo que, aquela menina que só me cumprimentava, e que mostrava ser um tanto quanto calada/quieta (conversava mais com a mãe), não tinha nada de santa. Assim foram nossas conversar até a quinta-feira que estava combinado de nos encontrar, sempre um instigando o outro, falando putaria, que um queria fazer isso ou aquilo, e quase virando um sexo virtual. Na quarta feira que antecedia a data combinada, acertamos todos os detalhes, disse a ela para ser bem discreta para que ninguém a visse entrando, e para isto eu deixaria o portão aberto e ela passaria na rua, se tivesse alguém por ali, ela passaria direto e retornaria depois de alguns minutos, e caso “a barra estivesse limpa”, era só entrar que o portão estaria encostado. Na tal quinta feira, por volta das 14:00 horas ela já estava na minha rua, entrou sem ser vista, fechou o portão, e eu já tinha pedido para que ela entrasse sem chamar. Eu já estava na cozinha esperando, com o som do meu quarto ligado (baixo para escutar o portão abrindo caso alguém chegasse), e assim que ela chegou até mim, sem meias palavras já fomos nos beijando, apenas a perguntei se alguém tinha visto ela , e ela negou balançando a cabeça. Ali estava outra pessoa, ou pelo menos era o que imaginei na hora, pois aquela menina calada tinha dado lugar a uma safada, toda sapequinha . Eu pegava na sua bunda, apertando seu corpo contra o meu, fazendo com que ela sentisse meu pau, que já estava duro, e fazia movimentos, roçando ele na porta de sua grutinha, e ela já demonstrava toda sua sede por piroca em gemidos e mordidas em meu pescoço. Fui a conduzindo para meu quarto enquanto nos beijávamos, esbarrando pelas paredes, e ao chegar, explorei demais áreas com a mão, e ela que não estava ali para brincadeira, também já foi logo conferindo aquele volume pulsante que tinha se formado dentro de minha bermuda. Ainda em pé, tirei sua blusa, logo após o sutiâ, e então me deliciei naqueles lindos peitinhos de ninfetinha, durinhos e firmes. Chupava e lambia um, enquanto acariciava o outro, depois trocava, enquanto ela gemia e puxava meus cabelos. Fui descendo uma das mãos até o short dela, primeiro acariciei a xoxotinha por cima mesmo, depois fui desabotoando e a deixei só de calcinha, e tornei a dar atenção a bucetinha, que agora estava protegida apenas pela calcinha, passava a mão nela, esfregava, e cutucava a entrada da grutinha com o dedo do meio, sentindo aquele calor e umidade que vinha de dentro. Ela rebolava de tesão em meu dedo, e logo também foi tirando minha roupa, desamarrando minha bermuda e me deixando de sunga, então sentou na beirada cama, eu de frente pra ela em pé, e lá já foi com a boquinha verificar minha madeira, mordendo por cima da sunga mesmo, falava que queria mamar gostoso nele, sentir a cabeça quente pulsando no céu da boca dela, então libertou a naja, ficando cara a cara com ela. Era linda aquela cena, ela olhava a piroca como uma criança olhava para um brinquedo novo, e foi dessa forma q ela o tratou, como se fosse mesmo um brinquedo, caiu de boca gostoso, lambia a cabeça e engolia toda a jeba, punhetava devagar, e eu puxava sua cabeça para que ela agasalha-se a pica todinha com aquela boquinha de veludo. Após aquele oral delicioso, eu que já não aguentava mais de vontade, empurrei ela na cama, retirei a calcinha e também caí de boca. Adoro chupar buceta, se eu foder e não chupar a buceta da mina, pra mim é apenas meia foda, mas é claro que para isso a higiene da mulher tem que estar em dia, e a dela estava, lisa, muito limpa e cheirosa, com uns pelinhos apenas em cima da fenda, como se fosse um triangulo, ou uma seta apontando para baixo o caminho da perdição Chupei bastante aquela bucetinha, enfiando um dedo dentro para buscar todo o mel produzido. Era bem apertadinha, realmente uma delicia. Não podia mais aguentar a vontade de adentrá-la com minha broca, que já estava mais duro que pedra, latejando de vontade, então no meio dessa chupada eu fui subindo, mordendo a virilha, beijando seu corpo, mais uma chupadinha rápida nos bicos dos seios e novamente começamos a nos beijar. Agora com a posição que estávamos, o contato do meu pau com a xoxotinha dela era inevitável, e eu empurrava a cabecinha desde a porta da caverna até em cima, melando todo meu cacete com a baba que eu tinha ali deixado. Devagar eu ia forçando a entradinha dela, que então me disse: - Vai devagar, porque só fiz isso uma vez. Aquelas palavras me deram ainda mais tesão, e então obedeci sua ordem, e fui adentrando devagarzinho, fazendo com que ela sentisse cada milímetro entrando, cada pulsada que eu dava dentro dela, até que foi todo. Era apertada, mas estava com tanta fome que engoliu tudinho, e depois que entrou, já não sentia mais dor nenhuma, só prazer, e aí foi só curtir. De acordo com que eu ia aumentando a velocidade das estocadas, ela ia se entregando cada vez mais, chupava meu pescoço, mordia minha orelha e já foi logo pedindo para provar aquela piroca de 4. Tirei de dentro, ela ficou então na posição de quatro apoios, me deixando com visão privilegiada, aquela bucetinha rosadinha das chupadas e socadas, toda melada e um cuzinho roxinho claro bem fechadinho. Ela logo pegou a madeira e apontou para sua grutinha, então novamente empurrei para dentro. Socava na velocidade que eu quisesse, ela não reclamava, apenas pedia mais, e pedia que eu a chamasse de cachorra, e assim eu a chamava, de “minha cachorrinha” enquanto ela gozava e se retorcia. Era muito tesão, e aquele cuzinho virgem ali olhando para mim, chamando atenção, então pensei “o NÃO eu já tenho, custa nada tentar”, queria muito gozar dentro dele, então molhei um dedo na boca, e fui passando na portinha, porém ela não deixava que eu invadisse ele. Ate tentei com a cabeça da piroca depois, em uma das retiradas que dei da xoxotinha, deslizei ele para cima como se tivesse sido “sem querer”, mas não colou, e ela disse que “alí não”, explicando que nunca tinha dado e talvez podia outra hora mais a vontade. Como já estava prestes a gozar, anunciei o gozo vindo e ela pediu que eu gozasse em cima dela toda, então coloquei ela deitada na cama, dei mais algumas bombadas fazendo força para segurar o jato, e então retirei, terminando o trabalho esfregando o corpo da anaconda naquela carne melada, fazendo com que cuspisse porra quente por toda aquela barriguinha, e umas gotas até nos seios. Ela olhava fixamente para baixo, para assistir todo o jateamento, com cara de putinha safada. Nos levantamos após recuperar o folego, tomamos banho e ela já tinha que ir, pois não tínhamos muito tempo disponível. Ela se foi e no outro dia sua mãe estava lá de manha cedo, rindo da minha cara junto com minha mãe, pois eu estava com um roxo (chupão) no pescoço, e as duas perguntando o que tinha sido aquilo, que as meninas estavam querendo arrancar pedaço. Mal sabia elas !!! kkk Dê uma nota se gostou !

24
Mar17

muito sexo na viagem

Jf

Meu nome é Clara,mas os mais íntimos me chamam de Clarinha! Atualmente tenho 19 aninhos, sou uma safada que ama sexo! Tenho 1,65 peitos redondinhos no lugar, tamanho médio, com uma bunda de dar inveja. Com a minha bunda conquisto qualquer um! Me pediram para falar das outras vezes que transei com Daniel na minha viagem para o sítio da minha amiga. Para quem não está entendendo nada, recomendo que leiam o último texto que escrevi. Depois daquele banho gostoso, que ocorreu no primeiro dia de viajem, eu sabia que ainda teria mais 3 dias de surpresas até a viagem acabar! Naquele dia não ocorreu mais nada, porque fomos jantar e chegamos mortos! Dormimos e logo que acordei,lavei o rosto, escovei meus dentes, coloquei o biquíni por baixo de um vestidinho bem curto, transparente, e fui tomar café. Desci as escadas e encontrei com o Daniel na cozinha. Olhei o relógio e vi que ainda estava cedo, é só tinha ele acordado. Assim que ele me viu fez uma cara de safado que me deixou louca. Ele chegou em mim, e falou: " Bom dia gostosa! Preparada para mais uma surpresa? " nessa hora ele já estava com meu corpo colado no dele e eu percebi que ele estava de pau duro, o que me deixou mais molhada ainda! Deu um beijo feroz nele, que me pegou pela cintura e ke jogou em cima da mesa. Ele falou " Sonhei que fiz umas coisas muito gostosas com você cachorra! Vamos realizá-las! " então ele tirou o meu vestido transparente com a boca e começou a me chupar inteira, dessa vez ele começou na minha buceta, fazendo movimentos maravilhosos com a língua, ele abria minhas pernas, enfiava a língua, lembra com a maior vontade! Adoro realizar os desejos e fantasias! Ele fez esses movimentos com a língua até a hora que pedi para fazermos um 69, então eu levantei, ele deitou na mesa, e coloquei minha buceta em seu rosto, enquanto chupava seu pai com vontade, chupando também as bolas, enquanto o masturbava. Foi uma delicia! Eu gozei e depois ele gozou em meu rosto, gemíamos baixinho para não acordar ninguém. Nós levantamos e quando ele ia meter em mim, ouvíamos um barulho. O amigo dele tinha acordado e estava descendo as escadas. Nós saímos correndo, e fomos para o quarto do Daniel, que era no mesmo andar da cozinha. Trancamos a porta do quarto, ele sentou na cama, com o pai meio duro meio mole, e decidi comecar a falar algumas putarias em seu ouvido: " Vou colocar seu pau inteirinho na boca, até você gozar em mim, seu cachorro, passa seu gozo no meu peito e mama! Quer mamar nenê? Vem cá na mamãe! " Nisso o pau dele já estava estralando, e eu nem pensei no preservativo, tinha trazido pílula, sentei em cima daquela rola gostosa e comecei a cavalgar! Ficamos assim, eu sentada cavalgando igual uma puta na rola do Daniel. Até que ele falou que ia gozar me colocou de quatro e gozou no meu cuzinho, igual um safado sem nem pedir autorização! Eu gostei dele safado assim! Nunca tinha dado o cu antes, e ele simples meteu! Gritei de dor e de prazer, e quando senti o gozo escorrendo pelo meu cu, gozei. Ele me deitou na sua cama, me beijou, deu uma última lambida em meus seios e levantou, mas voltou para me dar o último beijo e cochichar no meu ouvido: " Gostou de eu ter gozado no seu cuzinho?" Eu beijei ele, levantei também é entrei no chuveiro dele. Tomei banho e sai, agora para tomar café mesmo, enquanto ele tomava um banho. Ainda tem mais uma surpresa, querem saber como foi?

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