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contos do Jf

Nesse blog contem Contos reais que parecem fantasias e fantasias que parecem reais, se vc desejar se aventurar em escrever um conto  e  quiser compartilhar com a gente mande por email  ou por  whatsApp. contosdojf@gmail.com WhatsApp: +5597984051579

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contos do Jf

25
Mar17

comendo a enteada

Jf

Minha Enteada é o meu calvário Meu nome é Carlos tenho 39 anos, bem conservado, conheci a Patrícia quando eu tinha 28 anos e passamos a morar junto nesse tempo ela já tinha uma filhinha Clara de anos, o pai de Clara é um Zé ninguém que sumiu no mundo, só fez fazer. Clara tomava banho comigo e com a mãe dela desde sempre aos anos não deixamos mais, dissemos a ela que estava mocinha e deveria tomar banho sozinha, mais o costume de ir de madrugada para a nossa cama continuou e muitas vezes isso me incomodava, Patricia dizia que isso ia ter fim era só ter paciência assim como acabou o banho junto com a gente. Acontece que Clara já com anos estava um tezãozinho, muito linda e ia deitar com a gente com uma camisolinha transparente, deixando transparecer o peitinho e a calcinha minúscula que usava, e o pior e que de vez por outra encaixava a bundinha no meu pau, certa vez a mãe de Patrícia foi internada para fazer uma cirurgia e Patrícia foi acompanhar a mãe no hospital a noite já que durante o dia era enfermeira no mesmo hospital. Acontece que logo na primeira noite que ela ficou no hospital , de madrugada a Clara chegou na cama para se deitar, parece que estava sonolenta e foi chegando deitando e pegando parte o meu cobertor e se cobrindo ficando de costa pra mim, eu disse Clara, vai pra tua cama tua mãe está no hospital, ela disse a tio deixa eu ficar aqui, e se aconchegou mais ainda em mim, esfregando a bunda no meu pau, eu disse deixa disso vai pro teu quarto, ela: porque? Porque fica te esfregando em mim, ela; e o que é que tem? É que eu fico de pau duro e pode invadir essa tua bucetinha e fazer um estrago, ela; será? Sr. Não tem coragem; então comecei passar a mão na bundinha dela, como ela estava com uma camisolinha passei a mão direto no funda da calcinha, ai ela deu um gemidinho e empinou a bundinha, passei pela lateral da calcinha e passei o dedo na rachinha dela, então eu disse essa tua calcinha é muito apertada, ela simplesmente tirou a calcinha e disse pronto. Nesse momento perdi o receio de tudo, eu só queria me divertir com aquela menina de apenas 11 aninhos que me enchia de tesão, meu pau estava quase estourando de tão duro; baixei o short e comecei a passar o pau na bucetinha dela e não passou nem um minuto e ela já estava gozando, e continuei esfregando o pau em toda a extensão da buceta dela sem introduzir, ela se mexendo que parecia uma cobra na areia quente, disse a ela quando tu aguentar vou tirar o teu cabacinho, então ela disse tira logo que eu aguento, disse não vai sair sangue e quando tua mãe chegar vai perceber, vai te encher de pergunta e tu vai acabar contando, disse ela nunca, pois vou querer brincar sempre com você. Então comecei a beijar o pescoço, orelha e a boca e ela muito timidamente colocou a língua na minha boca, foi baixando e mamei nos peitinhos e fui passando a língua na barriga e cheguei bucetinha que estava toda meladinha da gozada anterior, e cai de boca e ela enlouqueceu uma hora ela empurrava a minha cabeça de encontro a buceta, outra hora ela passava as pernas em volta da minha pás e ficou naquela loucura ate que gozou me presenteando com uma bela mixada. E voltei a esfregar o pau na bucetinha ela gozou de novo e eu gozei também que nem um cavalo, foi porra que alagou a bucetinha dela, mais foi só por cima sem introduzir, mandei ela ir para o quarto dela pois a mãe não podia ver ela dormindo na nossa cama quando chegasse. Mas a partir desse dia começou um inferno na minha vida, essa menina me sacaneando o dia todo e toda madrugada, vai para o nosso quatro, sem calcinha e fica esfregando a bucetinha no meu pau ate gozar, foi praticamente obrigado a tirar a virgindade dela de tanta perturbação, hoje ela esta com 13 anos e fica pedindo pra gente fugir e ir viver a nossa vida, já mandei ela sair com outro homem me disse que não é puta pra tá transando com qualquer um, minha vida virou um inferno no começo da noite fodo a mãe dela 6 horas da manha tenho que foder a filha, outro dia fiquei de cama devido uma dor de cabeça, , a mãe foi trabalhar e ela disse que não ia a escola pra cuidar de mim, azar o meu antes da mãe dela chegar 12,30 transamos quatro vezes, e o pior e que agora não quer mais tomar remédio diz que se engravidar eu vou ter que assumir ela. Na verdade eu não sei se eu fodo ou se eu estou fudido, o diabo da menina só pensa em sexo, se é sábado e a mãe vai ao mercado ela não vai que pra gente dar um rapidinho. Mais eu adoro transar com ela tem um gozo fácil, com poucas bombadas já esta gozando e a buceta fica clicando em volta do meu pau. Estou pensando seriamente em me mandar com ela, porem tenho que deixar ela completar 14 anos, O que vocês acham?

25
Mar17

o primeiro encontro

Jf

Depois de uma semana cansativa no trabalho, eu estava querendo relaxar e finalmente o sábado chegou e eu tinha uma festa em uma casa de show que começava com um churrasco no almoço e não tinha hora para acabar. Assim que cheguei na festa, meus amigos já estavam no camarote que tínhamos reservado, começamos a beber vodka com energético, curtindo o DJ tocar enquanto o show não começava. Já pelo meio da primeira garrafa, chegou a namorada de um dos meus amigos e quando olhei estava acompanhada de uma amiga, uma loira baixinha, de camiseta branca e decotada que marcava seu sutiã preto e seus seios avantajados, uma saia curta e um par de pernas torneadas que me deixaram louco, não conseguia parar de olhar para aquela mulher, que fingia não notar. Ficamos bebendo e curtindo, quando começa tocar um pagode, fiquei alucinado vendo ela mexer e dançar, parecia que ela fazia só para me provocar, tirei-a para dançar, deixei o seu corpo bem junto ao meu, sentindo suas coxas roçando na minha, seu cheiro, logo fiquei excitado, não tinha como ela não perceber, mas como não falou nada, seguimos dançando. Depois de dançar conversamos um pouco e ficamos bebendo. Adorei o estilo básico que ela se vestia. Destacava ainda mais os atributos dela. A camiseta revelava muito do seu corpo e por isso gosto muito desse estilo. O show começou, ficamos curtindo, ela ficou na minha frente dançando e rebolando, mesmo sabendo que eu estava olhando e babando, ela foi chegando mais perto, peguei ela pela cintura, cheguei no ouvido e disse: “você me deixa louco rebolando assim…”, ela apenas sorriu, mordi o seu pescoço e notei que ela se arrepiou, deu uma empinada na bunda encaixando junto ao meu pau, que já estava bem duro, deu uma rebolada, apertei contra o meu corpo e agarrei a sua coxa com força, que ela deu um gemidinho, mordi sua orelha e virei ela, nos olhamos, agarrei- a pela nuca e a beijei com vontade, puxei para um canto mais escuro do camarote e fui beijando aquela boca, eu já estava louco de tesão. Percebi que ela, assim como eu, tínhamos tesão por fazer algo mais picante em um lugar público. Deixamos esse tesão nos conduzir pela noite. Encostei-a contra a parede, agarrei sua bunda com uma mão, com a outra alisava a coxa grossa, comecei a morder o pescoço e ela já se entregava todinha, cheguei no decote e tirei o seio dela para fora da blusa, chupei tão gostoso que ela gemeu baixinho no meu ouvido, arranhou as minhas costas e se contorcia de tanto tesão, deslizei a mão pelo corto ate alcançar a calcinha, que já estava toda molhadinha de tesão. Puxei a calcinha para o lado e comecei a massagear o clitóris, enquanto mordiscava e sugava o seu seio, notei que ela estava perto de gozar, mas eu queria que ela gozasse no meu pau. Virei ela de costa e a penetrei com vontade, de uma vez toda, que ela deu uma gemida e rebolou de tesão, com uma mão comecei a massagear o clitóris e enfiando meu pau no fundo. Não demorou muito e ela explodiu dando uma gozada forte, se contorcendo, eu não aguentei e gozei junto. Terminando, ela se virou, me deu um beijo, tirou a calcinha e colocou no meu bolso, dando um sorriso e dizendo: ” Fica de presente, para nunca mais esquecer desse momento e de mim!’, O Show ja estava terminando, e logo elas foram embora, e até hoje eu lembro daquela transa.

24
Mar17

FAZENDO MANUTENÇÃO E GRAVANDO A FODA COM A CLIENTE

Jf

No mês passado, uma cliente, a Adriana, dona de uma Padaria, me ligou me pedindo uma manutenção no servidor das câmeras. Então fui lá, junto com o Sérgio, que trabalha comigo. A Adriana é alta, + ou - de 1.78, 68 kg, branca, cabelos pretos enrolados, seios médios, bunda grande e empinada e um par de coxas muito gostosas. Eu pensei que seria coisa rápida, configurar e ir embora, por isso chamei o Sérgio, pra gente passar em outro cliente depois. Chegamos lá e fomos até a sala dela que ficava na parte de cima, onde estava instalado o DVR. Ela me cumprimentou com beijo no rosto como de costume, eu apresentei o Sérgio, ela também deu um beijo no seu rosto. Ela estava com um vestido branco, justo, semitransparente, no meio das coxas, deixando seu corpo todo marcado. Dava pra ver o contorno do seios durinhos e a marquinha da calcinha minúscula enfiada no meio da sua bunda maravilhosa. Ela disse pra gente ficar à vontade, e nem adiantava estar com pressa que só íamos embora quando mostrasse pra ela que estava gravando. Ela trancou a porta e tirou a chave, e sorrindo falou que éramos seus prisioneiros até deixar o sistema funcionando. Nossa, ficamos sem reação, mas rimos, e logo começamos a conversar e nos descontraímos. O Sérgio foi logo desconectando os cabos para realizar a troca, e eu fui até a mesa dela para acessar o software pelo computador. A Adriana sentou na cadeira da frente e cruzou as pernas, fazendo com que suas coxas ficassem mais a mostra, e começou a conversar coma gente. Nossa, ficou difícil se concentrar com aquela visão maravilhosa, eu tentava disfarçar, mas de vez em quando olhava. Como o Sérgio, estava num ângulo atrás da visão dela, ele nem disfarçava, ficou secando aquelas coxas lindas e a bunda gostosa marcada pelo vestidinho indecente. O Ramal tocou, ela se levantou e veio pro meu lado e atendeu, sua coxa encostou no meu braço e ela nem ligou. Continuei digitando e roçando meu braço por cima do vestido. Meu pau já estava duro e latejando. Ela desligou e falou que ia resolver um probleminha no caixa, mas que já voltava, e saiu da sala. Nesse momento o Sérgio levantou, e eu percebi que não era só eu que estava de pau duro, e falou. – Cara, que mulher gostosa, eu já estou louco de tesão. Eu afastei a cadeira e peguei no meu pau por cima da calça. – Imagina eu, do jeito que estou aqui, só falta ver a calcinha dela. Ficamos conversando e trabalhando, mas a imagem da Adriana não saia da nossa cabeça, principalmente da cabeça de baixo. Dez minutos depois ela voltou. O Sérgio estava terminando de conectar os cabos e eu estava terminando de configurar. Ela entrou, e trancou a porta de novo, e perguntou. – E aí meus prisioneiros, já terminaram? Eu respondi. – Estamos quase acabando. Ela veio e sentou na mesa, virada pra mim. – Humm, muito bem! Quero só ver se vai ficar bom mesmo! Na posição que ela sentou, ela ficou com uma perna um pouco mais levantada que a outra, e eu pude ver o fiozinho branco, que mal cobria sua buceta. Olhei pra ela e ela sorriu olhando em direção do meu pau. Nesse momento o Sérgio veio e ficou do meu lado na cadeira, e não tirava os olhos do corpo da Adriana. Ela percebeu e sem olhar pra ele, se arrumou na mesa, fazendo o vestidinho subir até o limite. Na posição que eu estava, eu já via sua calcinha toda. Percebi ela olhando pra ele e sorrindo. Olhei de lado e vi ele secando as coxas dela, e o volume grande se formando novamente por baixo da calça. Olhei pra Adriana e ela estava olhando em direção ao pau do Sérgio. Como estávamos próximos, percebi que ela, estava ficando excitada, sua respirando começando a ficar ofegante. A Adriana começou a abrir e fechar as pernas devagar, sua calcinha já estava toda a mostra. Nesse momento eu percebi que estávamos num caminho sem volta. Parei a configuração, e olhei pra ela, ela me olhou e sorriu, eu sorri e desci meu olhar em direção à sua calcinha. la afastou algumas coisas de cima da mesa, se arrumou melhor, apoiando a mão na mesa e jogando o corpo um pouco pra trás, e disse. – Eu quero vocês dois! Rapidamente aproximei a cadeira pra perto da Adriana, ficando no meio das suas pernas. Segurei suas coxas, e comecei a alisá-la. O Sérgio sem perder tempo, chegou do lado dela e começou a alisar seus seios por cima do vestido. Adriana se apoiou no cotovelo direito e com a mão esquerda, começou a massagear o cacete do Sérgio por cima da calça. Eu já tinha subido seu vestidinho até a cintura, e fui tirando sua calcinha. Ela estava toda lisinha, totalmente depilada, sem nenhum pelinho cobrindo aquela buceta branca e inchada. Arranquei sua calcinha e joguei do outro lado da sala. Fui beijando e alisando suas coxas de encontro aquela maravilha de buceta. Ela abriu as pernas, colocando uma por cima dos meus ombros, no momento em que o Sérgio arrancava o vestido da Adriana e caia de boca nos seus seios. Fiquei alisando suas coxas e pegando na sua bucetinha, mas sem enfiar o dedo, só acariciando por cima dela, que loucura, ela permanecia com os olhos fechados só sentindo todo aquele prazer. O Sérgio abriu o zíper e colocou a mão da Adriana no seu pau duro, ela abriu os olhos e sorriu, apertando e massageando com vontade. O Sérgio tinha um cacete enorme e grosso e não demorou para Adriana colocar na boca. Enquanto eu massageava seu clitóris observava aqueles lábios suculentos deslizando no pau do Sérgio, descendo até o saco chupando um ovo de cada vez, depois voltava a colocava o cacete na boca. Comecei a chupar sua buceta, primeiro devagar, passando a língua pelo clitóris e por cima da rachinha toda encharcada. Ela continuava chupando o pau do Sérgio e forçou seu quadril, rebolando e esfregando sua buceta na minha boca. Eu segurei forte suas coxas e forcei minha boca, enfiando a língua com vontade. Adriana começou a gemer alto e a rebolar rápido, percebi que ela iria gozar e comecei a chupar com força. Ela não resistiu muito tempo e gozou feito louca, a música alta na sua sala (deixada de propósito por ela) abafou os gemido e gritinhos descontrolados. Rapidamente o Sérgio pegou alguns sacos de embalagens, forrou o chão e se deitou pelado, segurando o pau duro pra cima. A Adriana ajoelhou na minha frente e tirou minha calça. Me olhando com uma cara de safada,, começou chupar meu pau. Sugava a cabeça. Lambia até o saco e subia beijando e chupando lentamente. Ainda me olhando, colocou a glande entre os lábios e foi descendo lentamente. Eu vendo minha pica se esconder dentro da sua boca, não acreditei quando vi seus lábios encostarem na minhas bolas. Ela ficou parada alguns segundos, me olhando, até quase engasgar e tirar lentamente sua boca. Meu pau duro, babado, batendo no seu rosto. Ela levantou e me puxou pela mão e me levou pra perto do Sérgio. Se abaixou ficando de quatro entre as pernas dele, segurou com as duas mãos no saco e abocanhou a pica do Sérgio de uma vez, engolindo tudo quase até as bolas. Eu sem pensar duas vezes, me posicionei de joelhos atrás dela e comecei a meter naquela buceta gozada por traz. - Aaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, ela soltou um grito abafado com a boca cheia de pica. Eu segurava na sua cintura e socava forte e rápido, abrindo e rasgando toda sua buceta. Seus peitos apesar de médios, balançavam muito, devido minhas estocadas fortes. De repente sinto ela saindo do meu pau, e percebo o Sérgio puxando ela. Ele fala sorrindo: - Vamos fazer um sanduíche dela! Ela disse não, que nunca tinha feito. Mas antes dela ter qualquer reação, o Sérgio já tinha enfiado seu cacete dentro de sua buceta, e já segurava suas coxas deixando suas pernas arreganhadas. Eu comecei esfregar minha pica na sua bunda e no seu rego. Forcei suas costas fazendo ela deitar por cima do Sérgio, abri suas nádegas e encaixei a cabeça babada do meu pau na entradinha daquele cuzinho. Segurei sua bunda, abrindo com as duas mãos, e fui forçando devagar, mas sem parar. Senti minha pica deslizando cu a dentro. Ela gritou alto, fiquei até preocupado se alguém viria ver o que era, mas ninguém veio. Mas nem por isso, paramos aquela putaria. Ela já acostumada com as duas picas todinha dentro, se soltava cada vez mais. Enquanto a gente rasgava seu cu e buceta ao mesmo tempo, ela ficava mexendo e rebolando. Eu metia cada vez mais fundo naquele cu, quente e suado. Começamos a socar sincronizado. Eu metia ele tirava, eu tirava ele metia, enquanto ela toda suada rebolava entre a gente. Ninguém falava nada, apenas se ouvia o barulho dos nossos corpos, nossos gemidos e respirações descompassadas, abafados pelo som alto que ainda tocava. Até a Adriana começar a gritar descontroladamente: - Mete gostoso, seus safados! Ahhhhh!!! Vocês estão me rasgando, eu vou gozar de novo! - Ai que delícia!!!...vou gozar!!!…Oooohhhhh!!!...- Mete mais forte! Nós aumentamos o ritmo das estocadas, nossas picas roçavam separadas apenas pela pele fina que separa o cu da buceta. Adriana começou a tremer e gemer alto, gritava e gozava intensamente. Gozou muito. Os dois cacetes enfiados, e ela dando os últimos espasmos desfalecida sobre o Sérgio, que aproveitava para chupar seu pescoço e gozar na sua buceta. Aumentei o ritmo, socando com força aquele cu suado, senti meu saco todo melado pelo gozo dos dois. Segurei o cabelo da Adriana, anunciando meu gozo. Ela empinou a bunda, e eu enfiei minha pica de uma vez e deixei tudo dentro, e comecei a encher seu cu de porra. Era tanta porra, que escorria pelo meu pau, melando nós 3. Deitei sobre ela, nosso corpos suados, grudando, o cheiro de sexo tinha tomado conta da sala. Ficamos deitados de lado sobre aquelas embalagens, por uns cinco minutos. Ela ainda entre nós. Falando sobre a loucura que acabamos de fazer. Levantamos, nos limpamos, pegamos nossos equipamentos e fomos embora, sem antes cada um beijar aquela boca gostosa.

24
Mar17

Núbia aprendeu a Lição

Jf

A filha do meu sobrinho tem 16 anos, ela é baixinha, mas já tem um corpinho gostoso; seios pequenos, bundinha redonda e empinada e uma bucetinha gordinha; ela quase sempre está de legging, realçando mais seu corpinho de ninfeta. Semana passada, cheguei à sua casa um dia à tarde, seus pais estavam trabalhando, ela estava sozinha, sentada à mesa, fazendo lição. Quando me viu na porta, já correu em minha direção. –Ah! Tio, que bom que o Senhor chegou–ela me abraçou, me beijando o rosto, eu a envolvi pela cintura, fazendo seu corpinho colar no meu. –O que foi meu amor, algum problema? Ela se afastou um pouco falando: – Essa lição de matemática está muito difícil, me ajuda! Eu passei a mão nos cabelos delas, alisando seu rosto e sorri: – Mas é claro meu amor, você sabe que pode contar comigo sempre. Deixa seu tio ver! Ela estava usando uma calça legging branca, que marcava bem sua calcinha enfiadinha, e uma blusinha soltinha estampada e curta, que deixava sua barriguinha e um pouco de suas costas de fora. Nós fomos até a mesa, e sentamos, ela me mostrou a apostila, e eu comecei a tirar as dúvidas dela, entre uma questão e outra. Até que chegou a uma, que por mais que explicasse, ela não entendia, acabava de explicar e ela fazia errado; foi ai que percebi, que ela ficava olhando o tempo todo pro celular que estava ao lado, pra ver as msg que chegavam pelo watts, dos amiguinhos da escola, não tinha percebido antes porque o volume estava baixo. Aí eu fiquei nervoso; dei uma bronca, falei se ela não queria aprender, porque me fez perder tempo; Ela me olhou assustada e começou a chorar; Eu parei e fiquei com dó: – Desculpa meu amor, é que seu tio só quer seu bem, você tem que estudar primeiro, depois tem o tempo todo pra conversar com seus amigos… Ela não parava de chorar. – Me desculpa, vem cá! Alisei seus cabelos, e com o outro braço a abracei pela cintura, Dei um beijo na testa dela. E ficamos assim por um tempo. Quando puxei meu braço, minha mão entrou por baixo da blusinha dela e encostou nos seus peitinhos. Senti que ela estava sem sutiã, não tirei minha mão. Ela me olhou assustada: – O que foi tio, porque o senhor esta com a mão ai? Eu abri minha mão e segurei um dos seios dela e suspirei: – Meu Deus! Você está sem sutiã, que peitinho lisinho e durinho… você vai ter que me deixar dar um beijinho neles. – Não tio… Ela tentou se afastar, mas eu a segurei com a outra mão nas costas dela, apertando ela contra mim. –Eu tenho medo! – Não se preocupe meu amor, eu vou ser bem carinhoso! Antes de esperar qualquer reação ou resposta, eu levantei sua blusinha, deixando seus peitinhos de fora apontando pra mim. – Núbia, como seus peitinhos são lindos! Ela sorriu pra mim… – Obrigada tio! Abaixei minha cabeça e comecei a mamar na minha sobrinha, que logo mostrou que estava gostando; inclinou o corpo pra trás, empinando bem seus peitinhos; Tirei sua blusinha, e continuei a chupar bem gostoso aquela ninfetinha; pele lisinha, biquinhos duros, cheiro de avelã, ela toda arrepiadinha, gemendo e já com a respiração ofegante. Desci minha mão alisando sua barriguinha, até chegar à sua bucetinha por cima da legging, alisei, apertei, passei o dedo sobre a rachinha, ela gemia, mas mal conseguia se mexer, presa sob meu corpo naquela cadeira; coloquei minha mão por dentro da calça e da calcinha ao mesmo tempo; meu pau quase rasgou minha calça quando senti aquela bucetinha, inchadinha, com os pelinhos ralinhos e toda molhadinha. Passei meu dedo bem no meio, tirando ele todo melado e chupei, ela me olhou e sorriu. Eu a peguei e a coloquei deitada na mesa da cozinha, em cima dos cadernos e das apostilas, fazendo cair lápis canetas e o celular; me debrucei por cima dela, chupei seus seios, um depois o outro, fui descendo minha língua pelo seu corpo, bem devagar, sentindo o sabor delicioso da sua pele, que já começava a ficar suadinha; lambi cada pedacinho, até chegar ao umbigo, onde enfiei minha língua e suguei forte; a Núbia estava louca, gemendo gostoso e se contorcendo sob mim. Continuei a exploração naquele corpinho com minha boca, fui descendo minha língua, ao mesmo tempo em que tirava sua legging, deixando ela só de calcinha branca molhadinha. Passei minha língua por cima mesmo, chupando o melzinho impregnado na calcinha, só assim já fazia Núbia enlouquecer. – Nossa tio!… O senhor tem uma língua gostosa, é quente e dura! –Você não viu nada ainda, minha safadinha, o tio tem mais coisas quente e dura! Ela riu, no momento em que eu coloquei sua calcinha de lado e enfiei a língua na sua racha. Ela deu um gritinho e forçou a buceta no meu rosto; segurei ela pela cintura e comecei a chupar forte, ela arreganhou as pernas, e começou gemer alto, seu corpo tremendo incontrolavelmente, Olhei pra cima, sem tirar minha língua de dentro da buceta dela, ela estava revirando os olhos, no momento em que sua buceta começou a soltar aquele líquido, branco, grosso, doce; ela estava gozando, e eu não deixei escapar nada, bebi tudo. Fiquei ali, ajoelhado entre suas pernas, dando linguadas, até não sai mais nada. Cada linguada, seu corpo estremecia, como se estivesse levando um choque. Levantei, fui até próximo de seu rosto, abri o zíper da calça, tirei meu pau fora, e comecei a esfregar no rostinho dela; ela estava desfalecida ali em cima da mesa; segurei seu rosto e comecei a esfregar na sua boquinha; ela entreabriu os lábios, comecei a forçar a cabeça entre eles; ela fez uma carinha de nojo, eu abaixei lhe dei um beijo na boca: – Eu vou bem devagar safadinha, daqui a pouco você se acostuma. Ela sorriu. Eu me endireitei, e encostei meu pau de novo na boquinha dela, ela abriu mais dessa vez, e eu forcei, fazendo a cabeça entrar naquela boquinha quente e úmida. Humm… Parecia uma bucetinha virgem, que boquinha gostosa, tão apertadinha… Ela começou a lamber timidamente, enquanto sua boquinha se enchia de saliva, a baba escorria pelo canto dos lábios… Coloquei minha mão na sua nuca, e pedi pra ela chupar, enquanto fazia movimentos levemente… Meu pau deslizava suavemente pra dentro e pra fora daquela boquinha macia… Peguei sua mão e coloquei no meu saco: – Aperta gatinha, fica apertando enquanto você chupa meu pau, delicia! Ela começou a massagear meu saco, com aquela mãozinha delicada, me olhou com aquela carinha de inocente, com a cabeça da minha pica entre os lábios, e perguntou: – Ass–im…? De–s–se je–i–to? Que tesão que me deu; não me controlei e forcei meu pau pra dentro de sua boquinha, raspando pelos seus dentes e batendo na entrada garganta… Ela se engasgou… Eu tirei logo e ela começou a tossir e babar, quase vomitando… Eu me abaixei e comecei a lamber seu rostinho babado… Ela ali toda esparramada na mesa, eu enfiei a língua na sua boca e comecei a beija–la, sugando toda saliva daquela boquinha deliciosa! Desci minha mão pelo seu corpo, apertando e massageando aquelas duas peras, apertava, alisava, puxava de leve os biquinhos, torcendo entre meus dedos, enquanto ela se contorcia e se retorcia, sem tirar sua boca da minha… Ela gemia muito, já estava toda molhadinha de suor, quando minha mão adentrou sua calcinha encharcada e meu dedo passando pela rachinha, forçava a entrada na sua bucetinha apertada e quente, ela se contraiu toda, afastou sua boca da minha: – Doeu tio! Sem esperar a segunda frase, endireitei meu corpo, e enfiei minha pica naquela boquinha assustada, dessa vez entrando mais que a cabeça, preenchendo toda sua boquinha, mas dessa vez, não encostando na garganta: – Chupa meu pau, safadinha… Minha ninfetinha… Putinha do tio… Núbia me olhou assustada, mas por reflexo abriu bem a boca, facilitando pra que eu começasse a socar lentamente… Que sensação deliciosa era ver meu pau latejando, entrando e saindo daquela boquinha babada e melada; aproveitei para continuar a massagear seu clitóris, intercalando com pressão na entradinha daquela bucetinha encharcada; me segurei pra não enfiar meu dedo de uma vez, não queria tirar sua virgindade daquele jeito; o tesão era muito, peguei a mão dela e coloquei no meu saco enquanto fudia sua boca. – Isso meu amor; Mama gostoso no seu tio; Você quer leitinho? Quer leitinho quente do tio? Ela me olhava fixo, enquanto meu pau deslizava entre seus lábios; seus olhos lacrimejavam, e isso me deixava com mais tesão; Sua feição foi mudando aos poucos, ela já estava me olhando com uma carinha de safada, e isso me deixava mais louco; massageava sua buceta com mais intensidade, e ela rebolava descontrolada em cima da mesa, com as pernas arreganhadas; senti seu corpo tremendo, sua respiração ofegante e seus gemidos abafados por causa da minha pica preenchendo sua boquinha; ela começou a movimentar os quadris pra cima e pra baixo numa ritmo alucinante, enquanto sua buceta ia ficando cada vez mais encharcada. – Você está gozando putinha! Goza gostoso, safadinha! Meu pau começou a pulsar e inchar e eu continuava a socar naquela boquinha virgem, enquanto meu dedo passeava entre suas coxas, cheias de gozo, senti um buraquinho quente piscando no meu dedo; quase fui ao delírio; como podia ter me esquecido daquele cuzinho virgem; coloquei a ponta do dedo indicador na portinha do cuzinho dela, no momento em que jatos de porra saia da minha pica e invadia aquela boquinha babada e melada; forcei meu dedo de uma vez no cuzinho dela, entrando um pouco; ela gritou e tirou a boca do meu pau, tossindo e cuspindo porra e contraiu o cu fechando as pernas, prendendo minha mão entre suas coxas, ainda com a ponta do dedo no seu buraquinho. Ela começou a chorar; eu rapidamente me inclinei e comecei a beijar seu rosto suado e melado; sua boca babada e gozada; seu pescoço suado, melado, babado e gozado; até chegar ao peitinho e começar saboreá-los bem devagar; Continuei com meu dedo dentro do seu cuzinho; ela me abraçou e afrouxou um pouco as pernas; eu comecei a movimentar lentamente meu dedo; ela rebolava acompanhando meus movimentos; sem tirar o dedo, desci minha língua pelo seu corpo, sentei na cadeira, me posicionando entre suas pernas, e comecei a chupar sua bucetinha gozada; enfiei minha língua bem no fundo, e suguei tudo; ela sem forças, apenas gemia e rebolava; senti seus músculos relaxarem. Me levantei, peguei-a no colo, levei ela pro quarto e a coloquei na cama. Me deitei ao seu lado e ela me abraçou chorando. –Tio, eu to com medo, se meus pais descobrirem… Passei a mão nos seus cabelos e olhei fixo nos seus olhos. – Núbia, presta atenção, você gostou de tudo que o tio fez com você? – Gostei tio, só doeu um pouco quando o senhor enfiou o dedo no meu cu, mas depois ficou gostoso. Quando ouvi aquilo, meu pau começou a latejar, mas me controlei, eu tinha que ir embora. – Então, meu amor, você agora é minha putinha! Ela sorriu, continuei falando: – Ninguém precisa saber. Você vai ficar descansando agora, mas se arruma e organiza a cozinha antes dos seus pais chegarem, e faz assim, fala que eu passei aqui, te ajudei nos trabalhos, e prometi se você tirasse nota azul, eu te levaria no cinema. Da próxima vez vai ser muito mais gostoso. Dei um beijo na boca dela, e ela me abraçou forte. – Pode deixar tio, eu vou me esforçar pra tirar nota azul. Ainda beijei seu corpo todo, me despedi e fui embora, deixando pra trás a experiência mais louca e perigosa da minha vida.

24
Mar17

Minha vizinha Alice

Jf

Me chamo Henrique. Tenho 32 anos e sou divorciado há 3. Casei cedo e meu casamento foi realmente muito bom enquanto durou.Em outros contos pretendo conta todas as aventuras que tive enquanto estava casado. Hoje gostaria de confidenciar uma história que às vezes ainda acho que foi um sonho. Nem em minhas fantasias mais secretas esperava que algo parecido pudesse acontecer. Quando me separei fui morar sozinho em uma cobertura de 2 quartos extremamente confortável em um bairro nobre de Curitiba. O único problema do apartamento é que ficava de frente para um outro um outro bloco do mesmo condomínio. Dessa forma meus vizinhos podiam ver tudo que eu fazia em casa. Como o valor estava muito bom acabei aceitando. Pra variar a minha vizinha era uma senhora católica de seus 60 anos que se me visse só de cueca poderia infartar ou quem sabe até me colocar na cadeia. Coloquei algumas cortinas no apartamento e pronto, tudo estava resolvido. Meu único trabalho era abrir elas ao sair de casa pela manhã e fechar a noite quando chegasse. Minha sorte mudou quando, por algum motivo, minha vizinha resolveu se mudar. Tudo aconteceu muito rápido. Em um momento vi ela conversando com um engravatado que supus inicialmente ser o corretor e logo em seguida vi uma equipe de mudança remover seus móveis. Ela não se despediu. Foi um alívio. O apartamento ficou uns 2 meses parado. Até que começaram algumas visitas. Sempre vinha o corretor acompanhado em sua maior parte de casais. Em uma dessas visitas. Num ensolarado sábado de manhã eis que surge um casal um pouco diferente. Ele tinha por volta de seus 50 ou 60 anos, maior pinta de senhor de idade e que joga baralho as quinta feiras e frequenta salões de dança aos domingos. Ela tinhas 18, uma loira de olhos verdes e o que mais me chamou atenção foi seu traje. Vestia uma roupa de corrida. Uma blusinha preta colada ao corpo e um shorts rosa. Seus seios eram medianos, imaginei minhas mãos envolvendo cada um deles. Tinha coxas torneadas e morenas de praia. Enfim, uma burguesinha cheia de curvas, não musculosa, mas com lindas curvas que provavelmente deveriam já ter um dono. Fiquei um bom tempo vislumbrando aquela beldade andado pra lá e pra cá no apartamento. Lembrei que tinha um compromisso e precisei sair. Passaram umas 3 semanas, mais algumas visitas aconteceram e eventualmente me lembrava daquela loirinha que provavelmente nunca mais veria. Lembro de ter me tocado algumas vezes pensando nela. Minha surpresa aconteceu numa segunda feira quando, ao chegar do trabalho vejo um caminhão de mudanças na frente do prédio. Ao chegar em casa e ir fechar as cortinas eis que vejo aquela loirinha dos meus sonhos se abaixando para colocar uma caixa no chão. Ela usava uma blusinha solta e nesse momento, do ângulo que eu estava, conseguir ter a visão perfeita de seu decote. Das duas uma, ou ela tinha colocado silicone ou tinha nascido com uma genética impecável. Na mesma hora me dirigi ao banheiro e tomei um banho gostoso. Nessa primeira semana tive poucas oportunidade de vê-la em casa. Eles estavam no processo de mudança e nossos horários não coincidiram. Logo percebi que ele era pai dela, e pela ausência de outras pessoas frequentando a casa percebi que ela não deveria ter namorado. Após um tempo de observação comecei a perceber que após as 10 horas da noite as luzes da sala se apagavam e eles iam dormir. Num desses dias precisei ficar até mais tarde no trabalho, cheguei lá pelas 10 horas e fui para meu quarto. Tomei meu banho. E como era verão, após meu banho, decidi abrir a janela do meu quarto e ficar um tempo ali curtindo a paisagem. Estava lá pensando na vida quando do vejo uma luz aparecer de leve no quarto da frente, como que vindo de outro cômodo. Decidir apagar minha luz de forma que ninguém conseguiria me ver do outro apartamento. Nesse momento percebo que a luz do quarto da frente se acende e entra pela porta a minha a loirinha deliciosa enrolada em uma toalha rosa. Era muita sorte ela ter ficado logo com o quarto na frente do meu. Imaginei que ela deveria ter acabado de ter saído do banho e não se deu conta que a janela estava aberta. Resolvi não dar bola para minha consciência e fiquei ali escondido observando. Ela foi para frente de um espelho, ficando de costas pra mim, removeu uma outra toalha da cabeça e começou a secar os cabelos. Aquilo começou a me deixar muito excitado. Poderia assistir de camarote um espetáculo VIP. Enquanto secava o cabelo a toalha que estava enrolada em seu corpo começou a se desprender aos poucos. A cada sacudida dela a toalha se desprendia mais e mais. Até que finalmente caiu. Ela realmente tinha uma genética perfeita. Sua bunda era perfeitamente redonda e grande. Ela estava completamente depilada e com marquinha de biquíni na parte de cima e de baixo. Tirei meu pau pra fora da calça e comecei a me tocar ali mesmo. Pelo espelho consegui ter uma visão perfeita dos seus seios. Bicos clarinhos, rosados que tinham tudo para ser saborosos. A barriga dela era fenomenal e não preciso nem falar de sua bocetinha. O que eu não daria para estar ajoelhado em sua frente deixando ela cavalgar na minha boca. Fiquei ali mais alguns minutos enquanto ela passava um creme pelo corpo com toda calma. Em um certo momento ela veio até a janela e fechou sua cortina. Creio que não preciso dizer o que fiz em seguida. Em vários momentos daquela noite tive sonhos safados com ela. Por incrível que pareça aquilo virou rotina, todos os dias, no mesmo horário eu me posicionava em meu lugar de espera. Sempre tinha algo diferente, às vezes ao juntar uma toalha caída ela se inclinava totalmente pra frente me dando uma visão de bunda empinada. Em outras ela demorava minutos passando o creme em seus seios. Num sábado a noite qualquer saí com amigos e voltei umas 2 horas da manhã. Quando estava entrado no condomínio percebo ela de longe também chegando sozinha de uma festa. Já imaginando que ela iria tomar um banho antes de dormir me posicionei no lugar de sempre. Pude ver em detalhes a hora que ela entrou no quarto e começou a tirar, primeiro o salto que a deixava extremamente sexy e logo após seu vestido preto e justo. Me surpreendi ao ver que ela tinha saído para a noitada sem calcinha,estando apenas com um sutiã preto desses com mais volume, mesmo que ela não precisasse. Em vez de ir em direção ao banheiro ela se deitou na cama abriu uma gaveta e tirou um vibrado rosa. Meu pau pulou de minha calça e comecei a me tocar loucamente. Minha vizinha loirinha gostosa de morrer estava se masturba do gostoso na minha frente. Seus olhinhos fechados de tesão, sua boquinha safada se contorcendo e seus gemidos abafados completavam o meu show particular. Quando estava prestes a gozar levei um dos maiores sustos de minha vida. Ela inesperadamente tirou o vibrado de dentro de sua você tá olhou em direção ao meu apartamento e fez um sinal de vem cá com o dedo indicador. Nessa hora eu estava num misto de susto com tesão profundo. Ela deveria ter me percebido ali desde o primeiro dia e esperou pacientemente uma chance de me chamar. Nem me preocupei com o fato do pai dela poder estar em casa. Peguei um champanhe na geladeira e fui assim mesmo. Adivinhei o número do seu apartamento pela posição do e bati de leve na porta. Assim que a porta se abriu me vislumbrei com ela me olhando: - Vai ficar só olhando como sempre ou vai agir dessa vez?- ela me perguntou uma voz bem sexy. Não consegui me segurar entrei e agarrei ela fechando a porta com os pés. Coloquei a champanhe no chão e pressionei ela com força contra a parede. Comecei a procurar sua língua dentro da boca. Ela não parava de se mexer querendo beijos cada vez mais intensos. Chupei forte aquela língua algumas vezes e senti ela mordiscar a minha outras várias. Ambos estávamos entregues a um tesão contido que foi sendo liberado com tudo. Nesse momento ela já estava com o corpo todo pressionado na parede com as pernas envolvidas nas minhas e as mãos me agarrando forte. Puxei o cabelo dela pra baixo deixando seu pescoço totalmente exposto. Como ela era cheirosa. Beijei e lambi seu pescoço descontroladamente apertando sua cinturinha fina e deslizando minha mão pra sua bunda. Encaixei meu joelho direito entre suas pernas permitindo que ela cavalgasse de leve, ergui ela um pouco, ela se inclinou para frente ofertando seus seios rosados para meus lábios. Resolvi ir um pouco com mais calma e comecei a passar minha língua em movimentos circulares em volta de seus biquinhos. Assoprei de leve e ao sentir ela arrepiada chupei com minha língua cheia de saliva. Coloquei minha mão sobre sua boca abafando seu berro e senti ela ficar louca e começou a cavalgar intensamente. Olhei para o lado e vi uma mesa de madeira sem nada em cima perfeita para o que eu tinha em mente. Passei as mãos por baixo de sua bunda ergui ela e a levei até a mesa estendendo seu corpo em cima, fazendo ela deitar. Voltei e peguei o champanhe, me aproximei da mesa para abrir. Ela não esperou, tirou meu pau pra fora da calça e começou a chupar. Abri o champanhe rapidamente e joguei sobre seu corpo. Sem pensar duas vezes comecei a sugar cada gota independente do lugar onde caíra. Voltei a chupar seus seios, fui descendo pela sua barriga e propositalmente pulei para suas coxas, deixando o melhor para o final. Ela era minha e eu queria que ela nunca mais esquecesse essa noite. Chupei todo champanhe de suas coxas e fui descendo até chegar no seu pezinho. Chupei cada dedinho inicialmente e por fim coloquei todos juntos em mina boca. Aqueles pezinhos 35 nunca deveriam ter sentido tanto tesão quanto naquele momento. _ Eu não consigo mais me segurar. Por favor me fode! - ouvi ela suplicar desesperada Tirei minha camisa e me despi completamente. Puxei ela pra ponta da mesa e coloquei sentada ficando apenas com a entrada de sua bocetinha pra fora. Meu pau não encontrou nenhum atrito ao entrar em sua boceta, deslizou perfeitamente. Além do champanhe senti que ela já estava pingando de tanto tesão faz tempo. Ela se agarrou me puxando para um abraço apertado. Aproximei minha boca de seu ouvido e disse: _ Você é a coisa mais gostosa que já comi na minha vida. Vou te foder tanto que você vai suplicar pra ser minha puta pra sempre. Nunca tinha encontrado uma mulher com tanta vontade de ser comida, tão necessitada. Resolvi arriscar e envolvi seu pescoço com minha mão apertando de leve. Deixando ela ligeiramente sem ar. Ela colocou as duas mãos no meu braço e pediu: _ Aperta mais Comecei a socar meu pau descontroladamente enquanto seu rosto ficava mais vermelho. Afrouxei um pouco minha mão e senti ela gozar como nunca vi alguém gozar até hoje. Seu corpo era puro espasmo e prazer. Ela não não tinha mais forças e se entregou completamente. Segurei ela em meus braços. Assim que ela recobrou os sentidos percebeu que eu ainda estava com o pau duro e muito excitado. Se ajoelhou na minha frente e começou a chupar forte meu pau, engasgando de vez em quando e deixando ele bem molhado com sua saliva. Gozei forte em sua boca por vários segundos e não vi o tempo passar. Quando abri os olhos ela sorriu: _ Prazer, meu nome é Alice. FIM

24
Mar17

sobremesas

Jf

Depois que casei passei ir pouco a bares. Era algo que costumava fazer muito na época de solteiro. Mas sabe como é, cada escolha uma renúncia. Apesar disso, a cada dois meses, após o trabalho, ia para um bar na frente do salão de beleza da minha esposa esperá-la para irmos embora juntos. Geralmente, eu ficava lá entre 2 a 3 horas, bebendo, comendo algo e eventualmente conversando com alguém. Na ultima sexta-feira de abril de 2007 essa espera durou mais do que o normal. Haviam se passado 4 horas e nada dela me ligar. Decidi ver se estava tudo bem. Saí do bar e fui em direção ao salão. É um salão chique, frequentado por lindas mulheres que tem dinheiro suficiente para pagar a mais por um ambiente mais agradável que a média. Comentei com a recepcionista, uma morena linda que me atendeu super bem, que minha mulher estava demorando e antes mesmo dela responder uma porta atrás de mim se abriu. _ Você é o marido da Ana? Vem! Pode entrar!- O som saía de uma boquinha vermelha. Uma gatinha bem branquinha, mignon, de seus 1,65 cm, de cabelo vermelho cacheado que ia até a ponta dos ombros, me olhava - Eu sou a Márcia, a cabeleireira dela, vem! Já estamos quase terminando. Respondi qualquer coisa sorrindo e a segui. Ela usava uma calça jeans bem justa e um salto preto, fiquei observando a graciosidade de sua bunda rebolando de leve enquanto caminhávamos pelo salão. Era magrinha e usava uma blusa preta de alças, que deixava aparecer sua barriga sarada e um piercing gracioso pendurado em seu umbigo. Seus peitos eram pequenos e durinhos. Subimos uma escada, ela na frente e eu hipnotizado atrás: _ Finalmente conheci o famoso marido da Ana. Ela sempre me fala super bem de você. É muito romantismo ficar esperando a esposa sair do salão. Poucos fazem isso sabia? _ Ser romântico é um dos meus pontos fortes - falei rindo. Chegamos no primeiro andar e passamos por uma porta, era um ambiente menor e fechado com apenas duas cadeiras centrais e uma outra, para lavar cabelo no canto. Ana estava sentada na máquina de lavar cabelo e creio que principalmente por causa do horário, era a única ali. A cumprimentei com um beijinho rápido. _ Sentiu muito minha falta? - perguntei rindo _ Desculpa por não te avisar que ia demorar um pouco mais hoje amor. _ Você sabe que não é problema nenhum, só queria ver se estava tudo bem. _ Falta só a Márcia terminar de lavar meu cabelo. Espera sentado ali. Fui até a outra cadeira e sentei. A Márcia se posicionou atrás dela e começou a lavar seu cabelo, voltada de frente pra mim. Entre um papo e outro percebi que ela me olhava de uma forma diferente. Aproveitava que minha esposa estava com os olhos fechados por causa da água e me fitava de uma forma insinuante. Não consegui esconder minha excitação. Meus lábios foram ficando secos e molhei eles de leve. Percebi que ela fez o mesmo, passando a língua de forma sensual pelos lábios. Quando você fica casado por muito tempo algumas insinuações, mesmo que leves, causam um grande impacto. Mas tudo que é bom acaba rápido. A lavagem terminou, enquanto o cabelo da minha esposa secava minha excitação passou e fomos embora. Duas semanas depois do ocorrido, em um domingo a noite, fui fazer compras sozinho no supermercado. Estava em dos corredores mais vazios tentando decidir entre duas marcas de leite condensado quando vejo uma mulher na frente da prateleira toda esticada tentando pegar um item que estava em uma prateleira mais alta. Era a Márcia. Me aproximo e puxo um papo. _ Se eu não te ajudar acho que você vai acabar levando um tombo. Ela me olha e sorri instantaneamente. _ Henrique! - me surpreendi com sua voz animada. - Nossa, será que alguém finalmente apareceu pra me salvar? - ela riu e jogou o rosto pra frente deixando que eu desse um beijo cumprimentando-a. - Então... será que podes usar teus 1,75 e esses braços fortes pra pegar aquele mel pra mim? Peguei o pote e entreguei em suas mãos. Nossos dedos se encontram e consegui sentir uma vibração no ar. Os braços dela ficaram arrepiados e fingi não perceber. _ Nossa, nem sei como agradecer. _ Mel. Leite condensado. - olhei para nossas mãos. - Creio que com esses dois ingredientes consigo imaginar várias receitas que cairiam muito bem como agradecimento. Ela fingiu um pouco de surpresa pela ousadia e tirou o celular do bolso. _ Então... me passa seu número que vou preparar algo e te chamo lá em casa para experimentar. - com meu pau endurecido informei meu número pra ela. Começamos a conversar em momentos livre. Se minha mulher descobrisse eu estava ferrado. No entanto a Márcia era super simpática e impossível não ser contagiado por sua empolgação. Nossos papos foram ficando aos poucos bem picantes e ela começou a me mandar algumas fotos por email. Em um de seus dias de carência recebi fotos sensuais. Ela quase mostrava sua bunda em shorts curtos, seus seios em decotes indiscretos e aquilo me deixou maluco. Enviei uma foto do meu pau duro, minha mão envolvendo sua grossura. Ela respondeu: "Meu Deus, será que cabe na minha boca????". "Só vamos descobrir se tentarmos né? Quando pode ser?" "Você que vai me dizer, estou livre sempre depois das 22hrs, ou então pelas manhãs" Sair a noite era complicado, mas nas partes da manhã meu horário de entrada no trabalho era flexível permitindo que eu desse uma escapadinha. "Vou ter que te acordar amanhã!" Ela me passou seu endereço e combinei de estar na casa dela às oito. Não consegui dormir direito aquela noite, em vários momentos tive que me controlar para não me tocar pensando nela. Tinha que guardar o melhor para o outro dia. Acordei às sete, tomei um banho gostoso já me preparando para o que viria a seguir. Cumprimentei minha esposa quando ela saiu de casa às sete e meia, esperei um pouco e saí também. No carro coloquei uma música romântica para já me preparar mentalmente para a situação. Eu teria a chance dos sonhos de agradar uma gata deliciosíssima e não poderia falhar. Já estava há uns 7 anos sem transar com outra pessoa que não minha mulher e a ansiedade poderia atrapalhar. Cheguei no apartamento dela, me identifiquei na portaria, estacionei o carro na vaga de visitante e subi o elevador. Bati em sua porta segurando sem jeito o buquê de orquídeas que havia comprado no caminho. Ninguém atendeu. Toquei a campainha e esperei. Ainda nada. Resolvi mandar um mensagem, percebi que tinha sido lida e aguardei. Após alguns segundos ouço um barulho de chave. Abri meu melhor sorriso misterioso e esperei. Ela abriu um pequeno vão na porta. Eu podia ver apenas metade de seu corpo envolto em uma toalha. Ela abriu um pequeno vão na porta. Eu podia ver apenas metade de seu corpo envolto em uma toalha. A porta tinha uma dessas travas com corrente. _ Será que eu deveria deixar entrar? Estou na dúvida - ela brincou sensualmente _ Percebi toda dúvida pela demora. - insinuei _ Eu estava tomando um banho gostoso pensando besteiras, não esperava tanta pontualidade. _ Minha pontualidade é britânica - sorri para ela, estava adorando aquele jogo, ela era boa em criar expectativas. Ela fechou a porta, removeu a trava e abriu. Minha vontade naquele momento foi entrar separando sua toalha do corpo com um puxão forte, colocar ela contra a parede e fazer amor ali mesmo, com a porta aberta. Mas ela não parecia o tipo de mulher que gosta de agressividade de primeira. Percebi pelo seu jogo de palavras que ela gostava de uma boa preliminar. Entrei entregando seu buquê. _ São pra mim? Que gentil, faz muito tempo que não recebo um buquê assim lindo. Ela segurava o buquê com uma mão e a toalha com outra. Tive que fechar a porta. Ela pediu uns minutos, mandou eu ficar a vontade e foi para o banheiro se preparar. Tirei meu celular, liguei em seu som bluetooth e coloquei uma lista especialmente sexy para tocar. Servi uma dose de wisk e resolvi esperar sentado no sofá. Meus pensamentos estavam um turbilhão e meu pau já estava querendo sair da calça a força. Ouvi um abrir de portas e não me virei. Fechei meus olhos e esperei. Ouvi seus primeiro passo. Um passo firme e constante revelava um salto alto batendo no chão. Impossível não sentir seu cheiro de leite de amêndoas de longe, ela tinha apostado forte em um creme corporal delicioso. Ela veio pra minha frente. O jogo tinha começado. Ela estava usando uma máscara preta, cobria apenas os olhos e vestia um espartilho preto. Comecei com calma a saborear seu corpo com meus olhos. Seus seios pequenos, sua cintura fina, suas pernas. Uma meia subia até altura das suas coxas, era preta e transparente, uma cinta liga e sua calcinha fio preta fechavam o conjunto. Ela girou lentamente, ficando de costas pra mim, e pude apreciar mais. Seu cabelo cacheado caindo até altura dos ombros, suas costas lisas, sua bunda macia, suas coxas torneadas. Meu pau doía dentro da calça. Tirei ele pra fora e comecei a me masturbar. Ela se virou e fez uma cara safada de espanto. Colocou a mão na boca, arregalou os olhos. E depois sorriu maliciosamente, com a ponta dos dedos nos lábios olhou para o alto e suspirou. Começou a tocar Portishead. Música perfeita para um momento perfeito. E ela começou a dançar ao som da música. E como dançava. Seu corpo acompanhava perfeitamente o ritmo. Sobrava desenvoltura e charme. Levantou os braços acima da cabeça e balançou o corpo ritmicamente. Desceu com o corpo procurando o chão. Molhava sua boca e brincava com o lábio. Eu me masturbava. Meu pau estava duro em minha mão, pedia sua boca. Ele teria que esperar. Sem gozar. Ela se aproximou ainda mais, e começou a dançar próxima a mim. Seu cheiro me entontava. Eu não estava apenas excitado, estava perdendo a noção de quem eu era naquele momento. Todo meu desejo estava sendo canalizado. Ela se abaixou e apoiou com as mãos em meus joelhos. Estava empinada, rebolando para um lado e para o outro. Seus olhos fixos nos meus. Sua boca salivava. Sua saliva começou a escorrer pelo canto da boca e cair diretamente sobre meu pau. Ela foi se abaixando, abaixando e não resistiu. Sua boca se abriu e meu pau foi entrando centímetro por centímetro. Não senti o toque da sua boca. Ela estava fazendo de propósito. Senti apenas quando a ponta dele encontrou sua garganta. Nesse momento ela fechou a boca envolvendo todo meu pau. Sugou forte e puxou a cabeça. Senti meu pau ser sugado e precisei me controlar muito para não gozar naquele instante. Ela queria brincar mais comigo. Virou novamente de costas e foi se afastando ao ritmo da música. Suas mãos brincavam em seu corpo. Ela mexia em sua barriga,, sua boceta, sua bunda. Minha mão tocava ainda mais forte no meu pau. Sua mão entrou dentro da sua calcinha e juntos começamos a nos tocar. Eu estava hipnotizado naquele momento. Minha atenção era totalmente dela e ela sabia disso. Ela estava me conduzindo da forma que queria. E se era sua intenção me deixar maluco a ponto de saltar sobre ela e a foder loucamente ela estava conseguindo. Ela tirou a mão da calsinha. A ponta dos seus dedos estavam molhados. Ela fez questão de me mostrar enquanto chegava perto de mim. Ela pegou os dedos e começou a passar em volta dos lábios. Ela foi se aproximando, colocou as mãos nos meus joelhos e seu rostinho foi se aproximando. Sua boca. Consegui sentir o cheiro dela e me preparei para o beijo. Fechei dos olhos e ela se afastou. Sorriu safada novamente quando eu abri os olhos. Sua língua passeava lentamente sobre seus lábios provando seu mel. Eu suspirei, estava sendo difícil me segurar. Mas sabia, ela ainda não tinha terminado. Ela continuou dançando, se insinuando. Onde aquela mulher tinha aprendido a dançar daquela maneira? Como alguém consegue ser tão sexy? Me senti anestesiado, meu tesão era imenso e meu pau já demonstrava isso. A cabeça dele estava tão inchada que começava a doer, veias saltavam dele explodindo. Precisei tirar um pouco a mão. Ela se aproximou cada vez mais de mim e me empurrou pelo peito. Encontrei o encosto com o sofá ficando praticamente deitado. Ela subiu no sofá se equilibrando com o salto e começou a rebolar. Meus olhos se concentram em sua calcinha. Ela percebeu e foi abaixando. Chegou bem próxima da minha boca. _ Come !!! - comecei a chupar e beijar sua calcinha. _ Eu mandei comer. É comestível. - gelei. Ela estava querendo que eu literalmente comesse sua calcinha. Devorasse. Nunca tinha visto esse tipo de peça intima e comecei a comer. Que puta tesão. Ela me ajudava com a mão. Sua calcinha estava ensopada com seu mel. Aquela mistura começou a entrar na minha boca e comecei a devorar. Sua boceta estava recém depilada, era pequena, apertada e rosada. Também conseguia ver seu cu, que piscava involuntariamente pra mim. A melhor refeição da minha vida. _ Agora que terminou o prato principal. Pega a sobremesa - ela falou enfiando sua boceta no meu rosto. Era a primeira vez que beijava a boceta de uma mulher antes mesmo de conhecer o gosto de sua boca. Já recebi alguns elogios pela minha chupada. Algumas amigas já me confidenciaram que são poucos os homens que sabem realmente chupar. Eu sempre me interessei pelo assunto, sempre gostei realmente de ter uma boceta molhada na minha boca e sempre adorei quando ela gozava mesmo antes de eu meter. Chupei ela como se fosse a última boceta da face da terra. Um agradecimento merecido pelos momentos de prazer e desejo que me acabara de me fazer passar. Ela começou a respirar fundo, passou para gemidos leves que foram ficando altos. Ela colocou a mão na boca e berrou. Seu corpo começou a tremer e caiu em cima de mim

24
Mar17

"Os mais excitantes contos eróticos

Jf

A SURUBA DAS VIRGENS e JOGO DA autor: orama publicado em: 25/09/15 categoria: virgindade leituras: 35292 ver notas Na “SURUBA DAS VIRGENS” cinco virgens foram levadas aos prazeres extremos: sussurros, gemidos, gritos, palavrões, frases eróticas, prazeres arrasadores e tratamento de choque para não esquecer jamais. Quem me conhece do livro “O Amor sem Mistérios”, sabe que eu sempre tive amiguinhas e amiguinhos a quem eu ensino tudo o que aprendo. E tudo é tudo mesmo: Todos, meninas e meninos, têm uma refinada cultura intelectual e sexual como explicada naquele livro e, sexualmente, aprendem tudo desde uma simples lambida ao gozo extremo do tratamento de choque com tesões grandões, e buscam par entre nós mesmos, porque todos são pares relativamente perfeitos para todos. É só uma questão de “meu tipo preferido”: Engraçou e o pau ficou na medida certa, todo lá dentro sem desconforto, é só casar de fato, para toda a vida, num “tratamento de choque de gozo” e uma fartada de erotismo e prazeres. Todos aprendem no livro a fazer o Tratamento de choque com os Tesões grandões, além de treinar a bocetinha ou o pau para serem empolgantes. Todos, meninas e meninos, são capazes de deslumbrar de gozo o seu parceiro. Cada menino aprende o que fazer com a fêmea para arrebatá-la de gozo e cada fêmea sabe como arrasar o menino de tanto gozar. Constituímos um clã onde todos são educados com base no livro de papai e também amigos e candidatos a um casamento de fato. Basta escolher o parceiro que mais agradar e trocar olhares ternos com ele. Se for correspondido e os sexos se encaixarem completamente sem desconforto, é só a menina dizer: “quero-te chocante” e os Tesões Grandões fazem a maravilhosa festa de casamento que nunca deu errado. Para o tratamento de choque o pau não pode exceder a bocetinha para não feri-la e, junto com os Tesões Grandões, é o máximo de gozo arrebatador que uma mulher pode atingir. Nas festas, não eram raros os olhares se cruzando cheios de ternura, que, para nós é crucial, mediam os genitais um no outro e, se combinavam, o grito: “fica chocante e mete os Tesões Grandões em mim”! Depois de a menina arrasar-se de gozo extremo na pica dos seus sonhos, estavam casados de fato e fascinados pelos novos brinquedos que manipulavam com ternura, carinho e gozo arrebatador. Depois de dois anos de experiência matrimonial, se o propósito continuava firme, casavam no civil e no religioso. Ainda não ocorreu nenhum caso de arrependimento. Mas já estava tudo mais do que testado. Conheciam ternuras, intelectos, fascinações um do outro e o teste infalível: genitais compatíveis e o tratamento de choque com Tesões Grandões. Os tesões Grandões selavam o casamento para toda a vida e o tratamento de choque sacramentava-o. O nosso grupo cresceu e tornou-se uma espécie de irmandade casadoira em que a amizade e a ternura era a tônica. Havia cinco meninas e cinco meninos querendo chegar ao “casamento de fato”. Eu adorava aqueles meninos e aquelas meninas que eram filhos do meu saber e o Fá, o meu homem, também simpatizava com eles. Admirava a ternura, a inteligência e a cultura aprendida de mim e do livro de papai já publicado. Na verdade eu sou a mestra e minha irmãzinha segue os meus passos na educação completa dos meninos e meninas que recorrem à nossa amizade. Eles próprios passam a divulgar o saber. Formamos um pequeno mundo de paz e amor, onde a amizade irrestrita é a base de tudo. Por enquanto minha irmãzinha está com a classe infantil e passará para a classe dos jovens quando enjoar das bonecas e desejar brinquedos instigantes. Então ela aprenderá teoria sexual e terá sua suruba arrasadora para escolher o seu par e se casar de fato. Boa parte dos nossos folguedos é brincar de ensinar e aprender. Somos como irmãos sem laços de sangue. Quando se aproximam da puberdade passam a receber educação sexual, tornando-se mestres em amor, paixão e sexo. Nossa amizade e os casamentos são laços de ternura em que a paixão explode, levando o amor aos extremos da ternura e do gozo arrebatador. Todos, meninos e meninas são afeiçoados ao amor e pares perfeitos para quem quiser um casamento de fato e para toda a vida. Algumas amiguinhas relutam em casar-se porque amam todos eles brincando de tudo, menos penetração na bocetinha que é a conclusão do casamento de fato. Se os genitais não combinam (a penetração é só para medir se o pau cabe na bocetinha) a menina logo tenta outro para consumar o casamento o mais rápido possível. Com alguns de pinto mais fino, brincam de argolinha e, com o truque da força para defecar, divertem-se às baldas e fazem verdadeiras farras para foder os bandidos do petrolão, especialmente nas surubas de casamento de fato. Consideramos “casamento de fato” quando a união é de coração para coração, independente de papel passado e cerimônias. Casamento de fato é casamento para toda a vida porque os parceiros têm ternura, inteligência, cultura e sexualidade compatíveis e se amam e se atraem de fato. Nossa amizade é uma eterna brincadeira em que aprendemos tudo brincando e por que não casar brincando? Eu e Fá tivemos a ideia maravilhosa de fazer uma festa única no gênero para casá-los. Jamais houve outra igual. Escolhemos uma praia dessas maravilhosas e muito reservadas, accessíveis por uma longa trilha ou por mar, pouquíssimo frequentadas. Ao tomarmos a trilha, ampla e agradável inclusive para nudistas, não avistamos ninguém e tivemos a ideia de fazer um programa de índio: ficamos todos pelados na maior farra. Quando calcinhas e cuecas foram para as mochilas, eu disse aos meninos: ― Respeitem as meninas que serão suas esposas em instantes e, então, vocês poderão fazer com elas tudo o que aprenderam, para arrasá-las de gozo, mas podemos brincar para afeiçoar nossos corpos e nossos sexos e escolher o que mais nos fascinar. As meninas são virgens e devem sair daqui casadas de fato, sem cabacinho. A caminhada até a praia será o namoro íntimo, a prática sexual, em que tudo será permitido, exceto penetração na bocetinha, e vocês conhecerão intimamente uns aos outros para escolher com segurança o parceiro dos seus sonhos, seguindo algumas regras, e servirá para que vocês escolham o parceiro prévio para os testes de compatibilidade sexual. Façam tudo o que os mestres fizerem. De início todos estão livres para sorrir para o seu preferido ou preferidos. Valem sorrisos meiguinhos e encabulados ou ternos. Ao chegarmos à praia, cada menina deve estar segura do menino que quer para o teste do pau perfeito. Vamos às brincadeiras: Derreti-me num sorriso meigo para o Fá e uma fartada de sorrisos se cruzaram. O Fá deu-me um tapinha na bundinha e todas as meninas levaram um tapinha. Eu provoquei: Quem rebolar leva um tapinha mais forte. Todas rebolaram e deu a maior algazarra com tapas estalando em bundinhas rebolantes. Tornei a provocar: ─ As meninas dão um tapinha na bundinha do menino preferido. Não queremos machões complexados. Toques femininos são sempre prazerosos para os meninos e vice-versa. Dei um tapinha na bundinha do Fá. Ele rebolou e levou uma tapona. E foi a maior algazarra, com todo mundo levando taponas. O Fá deslizou um dedo pelo meu reguinho provocando frissons que me fizeram rebolar. Todas as meninas levaram toques no reguinho e rebolaram. O Fá agarrou-me um seio e sugou-o. Os frissons aumentaram na maior chupação... Encoxou-me, mordendo-me o pescoço... segurou-me pelos cabelos da nuca e deu-me um beijo arrasador... repetiu o beijo pondo-me os dedos e lambeu-os. Pelos frissons descomunais que eu sentia eu podia avaliar o tesão das meninas: estavam todas cachorronas de desejos. Liberei-os para brincar de pega-pega, respeitando as penetrações na bocetinha, mas podiam passar a mão, dar tapinhas na bundinha, escorregar picas abaixo para escapar... O importante era não se deixar agarrar. Cada menina agarrada levava beijos, apertadas, sugadas, taponas, encoxadas brutas, enquanto manipulavam o grelinho e explodiam em gozo. Foi um corre-corre com todos querendo pegar todas. E todas foram agarradas e manipuladas por todos os meninos num vibrar de desejos avassaladores. Se o menino era meio devagar nas encoxadas, a menina logo reclamava: “é só isso que você sabe fazer com a fêmea? Eu sou uma mulher, não a cachorrinha de madame”! Quando as encoxadas atingiam a força bruta, a menina sorria feliz: “Isso! Meu macho gostoso”! Todas as meninas eram bonitas e altamente desejáveis, acabando no desfrute de todos os meninos que queriam sentir a gostosura de tocar cada uma e apreciar as diferenças ao apertar bundas e tetas. Fá facilitou. Encoxou-me, levou as mãos lá em baixo e subiu pelas pernas, coxas, virilhas, vulva, clitóris, púbis, barriguinha, mamas, colo, queixo, boca ... foi lá dentro... caralho, quanto tesão... Foi uma festa interminável de amor com paixões a pleno tesão. Um gorjear de meninas cachorronas de desejo e ansiosas por ver, pegar, manipular, punhetear, lamber e chupar as mais diversas porras para a sua escolha e esfregando nelas a bundinha para vê-las crescer e penetrar-lhe a bundinha, com os peitos apertados por mãos ávidas. Isso gerava gemidos, gritos, palavrões, agitando a trilha ao máximo. Algumas trocavam de parceiro e levavam o esfrega-esfrega aos limites. Gulosas, queriam experimentar as ternuras e as durezas de todos e os desafiavam rebolando nas picas duras. E todas eram de todos, exceto as bocetinhas. E assim a caminhada rumo à praia seguia na maior algazarra e farra erótica em que todos amavam todas. Aqui e acolá, alguma com a bundinha em transe caía de cata-cavaco gritando: “fode o Vacareza”, mas esquivando a bundinha para não ser fisgada pela vara e quando a vara fisgava numa enterrada bruta, ela ficava toda euforia: – Ai que caralho gostoso! Tira e dá outra fisgada... lá no fundo. E empinava a bunda para entrar tudo. Dá outra enterrada apertando minhas tetas. Fode o maldito! Porra nele, bem bruta. A trilha era linda e prazerosa com linda vegetação que era um afago à nudez e o importante era perder a inibição, a vergonha, os tabus e os preconceitos, portanto se fôssemos surpreendidos, e daí? Estávamos num dia de índio. Com tanta brincadeira e todos querendo comer todas, retardamos a caminhada e fomos alcançados por dois casais jovens e joviais que se apressaram a por as roupas nas mochilas e, de tetas e picas ao leu, aderiram alegremente às nossas brincadeiras. Aprenderam as transas arrasadoras e a empolgarem o sexo e tornaram-se os maiores entusiastas de novas surubas, fascinados com o tratamento de choque, com os tesões grandões e outras brincadeiras profundamente eróticas. Eram lindos e bagunceiros como queríamos, mas respeitadores das normas, cientes de que era uma suruba de casamento. A suruba de toques, beijos, chupadas, agarradas, encoxadas, desafios: “ah se eu te pego” e pegadas crescia e bagunçava a trilha. Quando chegamos à praia as meninas estavam todas com a cachorra e manipuladas por todos os meninos em esfrega-esfrega, lambidas, chupadas, taponas na bundinha, beijos tesudos, encoxadas brutas, tetas intumescidas de tesão e até fisgadas na bundinha com apertadas nas tetas: “essa é a argolinha do chefão. Deixa eu arrombá-la com enterradas brutas”. Enterradas brutas no chefão era o que mais deslumbrava as meninas porque odiavam ladrões, eram livres e elas frequentemente brincavam com o jogo da argolinha tendo o cuzinho afeiçoado ao jogo. Embora já tivessem tido orgasmos, estavam desesperadas para transar na bocetinha virgem. E com tantas picas perfeitas para escolher a dos sonhos... Estabelecemos as regras: Todos continuam nus para brincar de pega-pega. Os meninos pegam as meninas que têm de esquivar-se dos meninos com esfregadas e tapinhas e gritinhos e deslizadas com a bundinha por paus endurecidos e desafiando: “tu não me pegas”. Não se esqueçam de que quanto mais duro, melhor. Salvo penetração, vale tudo, inclusive sorrir meiguinha para o seu preferido, abrindo-lhe a bocetinha: “Quero-te para o teste”, ou recusar o que não quiser. E se, derrubada na areia, ela sorrir e abrir as pernas e tu a quiseres enterra lá tudo o que couber. Se experimentada, ela se empolgar: pau nela para arrasá-la de gozo e sacramentar o casamento de fato. Se com tudo dentro ela gritar: “Choca-me com Tesões Grandões, ela é toda tua para a arrasares de gozo e coroares a sua vida de felicidade, o verdadeiro objetivo da suruba das virgens”. Das meninas penetradas, três gritaram eufóricas: Vem chocante com os Tesões Grandões e me arrasa essa porra de cabaço! Arromba-me com os Tesões, aiii, caralho! Vem chocante, muito chocante e me crava os Tesões Grandões, aaaiiiii, dói, mas é delícia, adeus, cabaço! Gritos, gemidos, frases eróticas e palavrões para saudar o gozo bruto invadiram os ares, denunciando as quebras de cabaços... pelos Tesões Grandões com tratamento de choque. As duas meninas que refugaram os paus, trocaram de meninos e, aí sim, foram as que mais gritaram palavrões, engrossando o coro erótico, felizes da vida. Era uma farra de sussurros, gemidos, gritos, frases eróticas, palavrões que saudavam o gozo extremo arrepiante de prazer. As picas enterravam e elas pediam mais, muito mais, arrasadas de tanto gozo. A areia estava cheia de meninas cobertas por seus garanhões comendo-as à bruta como elas queriam: “vem com tudo, arrasa minha bocetinha de alegria, vem bruto, muito bruto”. As picas estavam com tudo dentro dando o tratamento de choque a meninas ávidas de prazer que rebolavam, apertavam, mordiam, afagavam e beijavam seus machos amados. Meninas e meninos tinham aprendido no livro e treinado seus sexos para serem empolgantes e os gritos de gozo empolgavam os ares. Todas perderam o cabacinho, mas já tinham o “cabacinho novo”, treinamento na bocetinha para apertar o pau a cada enterrada, levando os meninos à loucura: “ai, tesão da minha vida, dá-me outra chave de boceta. Como tua menina morde gostoso. Ai, que loucura”! E assim foi: a cada estocada, uma “mordida” e um grito de prazer. Todos já estavam devidamente entrosados no casamento de fato, capazes de dar o gozo que quisessem. Eu e Fá deixamos que se fodessem e fomos foder-nos que ninguém é de ferro, no que fomos seguidos pelos casais. Fá estava cachorrão e eu com a cachorra, malucos para nos comermos. Fizemos a TVC (transa de vagina e clitóris) para empolgar a boceta e o clitóris e a TCC (transa de cu e clitóris para afeiçoar a argolinha para o jogo). Fá a queria bem arrombada. Fiz a pirueta caindo com as coxas nos seus ombros e a boca naquela delícia de pica e nos chupamos na maior gula: suguei tanto aqueles colhões, fiz punheta com a boca, chupando o cabeção e indo fundo até a garganta num vai-e-vem alucinante. Quando demos conta, estavam todos de pirueta no maior boquete, com todas as meninas de cabeça para baixo numa chupação desenfreada e levando taponas na bunda com gemidos e gritos de boca cheia, inclusive os dois casais que não cessavam de imitar-nos. Fá me levava à loucura chupando e lambendo toda a minha vulva, bocetinha e “ponto G”, com festa no grelinho numa siririca de arrepiar, fazendo-me gritar de tesão e de gozo. Os ares foram tomados por uma verdadeira sinfonia ensurdecedora de sons eróticos, gritos, palavrões e taponas. As meninas retorciam-se aos gritos de prazer, chupadas pelos meninos que emitiam sons eróticos com as chupadas das meninas. Aí, o Fá jogou-me numa árvore e me fez de lagartixa metendo-me a porra bruta e, com ela, me jogando para cima, e todo mundo passou a brincar de lagartixa com as meninas gritando a cada estocada que lhes tirava o chão, arrasadas de gozo. Encontrei um grande tronco, pedi ao Fá para sentar-se, sentei na porra, abracei-o de colherinha e cavalguei a porra na maior empolgação. Apertei-o ao peito e dava-lhe uma esfregada de tetas a cada galope na porra bruta. Selei a cavalgada fantástica com o beijo do tesão. E que tesão! Minha bocetinha verteu em bica na porra do Fá num orgasmo arrebatador. Sorri-lhe: – Eu quero mais dessa porra! Untei-o com óleo aromático e massagem de bunda, espanhola e fricção de bundinha na porra dura. Apontei a bocetinha para ela e dancei o tcham, comendo-a até os bagos e fiz a dança do ventre na pica dura. O fá gritou, retorcendo-se todo: – Caralho! Se continuarmos tu me matas de tesão e gozo. Tu és gozo além do suportável. Os meus amiguinhos como bons aprendizes repetiam tudo à risca sem refugar nenhum exercício erótico, no que eram secundados pelos casais. Então eu gritei: – Meninos, vamos ao jogo da argolinha. Foi um griteiro de meninas correndo a posicionarem-se de quatro, exibindo belas argolinhas doidas para serem fisgadas. Os casais aderiram, claro! E éramos oito garotas expondo belas argolinhas a oito porras que se endureciam mais e mais. ─ Não se esqueçam: “por mais desejo que tenham devem evitar a fisgada. Perder o jogo é mais gostoso do que entregar. As porradas tirando sarro sem entrar são a maior delícia. Quando a vara fisgar, faça força para cagar que a vara entra fundo e prazerosa”. E foi aquele alegre chilrear de meninas num maravilhoso canto de amor. E Napoleão, Júlio César, os Bandidos do Petrolãol Todos tiveram a sua derrota nas espadas dos meninos, com grandes enterradas alegremente comemoradas: “Boa, Zezinho”! “Grande, Toninho”! “Aaaiii, dá outra, amor. Enterra tudo com fé”! “Aaaiii, maaaiiisss, meu macho gostoso: arromba o chefão que não sabe de nada”! “Mete fundo no maldito”! “Isso, fode com o Vacareza”... Muito bem instruídas, elas faziam força para defecar, agitavam a bunda e tomavam tudo. Pediam repeteco e aquelas tiradas de sarro pareciam lascar as bundinhas, com gritos de “se fodeu, Napoleão”! “Tomou fundo, Rei Salomão”! “Danou-se, Vacareza”! “Aí, fodeu-se, Chefão! “Levou a mandioca, chefona!”, “Mete a mandioca no chefão”! Picas duras tocavam sem parar as argolinhas com força, mas as meninas rebolavam e as varas só tiravam sarro das bundinhas, até que bem duras fisgavam a argolinha para gozo das meninas e desespero dos bandidos. Xingamento de bandidos sucediam gritos de gozo das meninas. Eu escolhi o Rei Salomão. O maldito teve trezentas esposas, fora concubinas e escravas e castrou um batalhão de homens para ter eunucos suficientes para controlar o mulherio doido para foder, além de cento e oitenta mil escravos só para a construção do templo. Tinha de ser fodido em grande estilo e nós o arrombamos com enterradas épicas. O fá lançava a vara no meu cu e eu desviava, fazendo-a tirar sarro do meu cu. Foi tanta tentativa de enterrar a vara na argolinha com força bruta que numa derrapada ela entrou gloriosa, dura de ferro. Gemi de prazer e a vara me comia e enterrava bruta. Recuava até a entradinha do cuzinho e pimba, dava uma enterrada épica. Fodemos tanto o maldito Rei Salomão, com enterradas de arrasar! E quando ele cuidava que chegava ao fim, eu pedia ao Fá: “aquela com toda a força, da portinha até esborrachar as bolas no meu cu. Ah, está divertido e gostoso: manda mais”. Quando terminamos, meu cu ardia de tanto foder. Quando a suruba inesquecível chegou ao fim e nós retornamos, já escurecia e estávamos todos esfalfados de gozo. As meninas trocavam beijos e sorrisos abraçadas aos seus esposos de fato. Mais dois anos e seriam todos casamentos de direito. Os dois casais também estavam felizes esfalfados de tanto gozar com seus novos genitais empolgantes. Ficaram amigos desejando novas surubas: “Nunca gozamos tanto e tão maravilhosamente e nos sentimos casados de fato para toda a vida com nossos sexos empolgantes, muito mais casados do que com aquelas cerimônias oficiais. Não é mais um papel a prender-nos, mas genitais empolgantes.”. O sucesso foi tão grande que pretendemos fazer os novos casamentos em grandes surubas. Fim

24
Mar17

comendo a namorada de um amigo

Jf

No carnaval do ano passado, um amigo meu disse que iria passar o feriado com um grupo de amigos dele e me convidou para ir também. Ele disse que um dos amigos dele, no qual vou chamar de Felipe, vinha de uma família bem rica, tinha uma casa em um condomínio de luxo na praia e estava convidando alguns amigos para passar o feriado por lá com ele e a namorada. Como eu não tinha nada programado e também não queria ficar na cidade, acabei aceitando. Chegando lá, conheci todos os outros amigos do meu amigo, inclusive Felipe e Stephanie, sua namorada. Stephanie tinha 19 anos e trabalhava como modelo, então vocês já podem imaginar como seria seu corpo. Stephanie era loira, com cabelos até o meio das costas, olhos azuis, branquinha, lábios carnudos, deveria ter mais ou menos 1,65 m, magrinha, um belo par de seios médios e pernas compridas deliciosas de ser admirar. Ela era uma ninfetinha linda e me despertava um tesão toda vez que eu via ela com aquele biquininho de lacinho. Ela usava sempre fio dental e mesmo sua bunda não sendo muito grande, ela se destacava dentre as demais por ser redondinha e perfeita. Nesse feriado, acabei ficando com uma das outras meninas solteiras de lá, mas quando transava com ela só lembrava da ninfetinha da Stephanie. Passado o feriado, continuei o contato com algumas das pessoas que conheci lá. Acabei ficando próximo de Felipe também e a gente sempre marcava de sair para algum bar, happy hour ou algo do tipo. Certo dia, era aniversário de um amigo nosso e fomos para a festa que seria em uma balada famosa de São Paulo. Quando cheguei, Felipe e Stephanie já estavam por lá. Stephanie estava uma delícia! Ela estava com os cabelos soltos, vestia uma sainha justíssima ao corpo que ia até a metade das coxas e uma regata que deixava um pouco de sua barriga à mostra. Ela estava aquela típica patricinha loirinha que chamava atenção de todo mundo ali. Cumprimentei os dois, tentando disfarçar meus olhares para aquela bela ninfeta, fui até o bar e já pedi uma bebida. Como eu conhecia poucas pessoas de lá, acabei ficando mais no meu canto, apenas observando as beldades que desfilavam por lá. Fiquei vagando por um tempo na balada, conversando com algumas pessoas, até que encostei em uma pilastra. De repente, ouço uma voz do meu lado. - Não estou aguentando o Felipe hoje, sério! Ele já bebeu pra caramba, está passando mal, só me fez passar vergonha até agora e eu fico sozinha que nem tonta aqui! Não vejo a hora de ir embora... Quando olho, está Stephanie do meu lado com os braços cruzados e com cara de poucos amigos. Deixar uma mulher sozinha daquela na balada era um perigo para o namorado dela. - Não sabia que ele estava assim já, Ste. Já falou com ele? – Questionei. - Já, mas ele está bêbado demais pra me ouvir. Hoje ele está um saco! E você, já pegou muitas por aí? Ela me perguntou isso já descruzando os braços e abrindo um sorriso lindo de canto de boca. Eu não tinha muita intimidade com ela, mas sua expressão corporal me pareceu um convite para uma conversa. Fomos para um lugar onde tinha uns sofás, mais afastado da música alta, e ficamos conversando lá por um bom tempo. O papo com ela era muito agradável e apesar de ser bem nova, ela já era uma mulher muito madura. Entre uma conversa e outra, ela cruzava suas pernas e ajeitava o cabelo para o lado de um jeito sexy, que me deixava mais louco ainda. Por mais discreto que eu tivesse sido, tenho certeza que ela reparou nas minhas olhadas para as pernas dela. Era impossível não olhar e nesse ponto eu já achava que ela estava até de certa forma gostando de ser apreciada. Estávamos conversando, dando risada, até que um amigo nosso apareceu e nos disse que o Felipe estava passando muito mal e teríamos que ir embora. Fomos até o Felipe e ele estava totalmente bêbado, meio que largado em um canto. A Stephanie ficou sem saber o que fazer e eu me ofereci para ajudar. Falei que iria ajudar a levar ele até o carro e eu iria levar ele para casa, pois ele não tinha condições nenhuma de dirigir. Ela me agradeceu e disse que iria dirigindo o carro do Felipe para deixar na garagem do apartamento dele. Saímos da balada, coloquei o Felipe no meu carro e parti para o seu apartamento, com a Stephanie me seguindo atrás no carro dele. Apesar de seus 25 anos, Felipe já morava sozinho em um apartamento que seus pais tinham comprado para ele em uma região nobre da cidade. Chegando lá, Stephanie entrou primeiro para liberar a minha subida (ela já era conhecida pelos porteiros), e eu fui em seguida com meu amigo pendurado no ombro. Entrei no apartamento e fui deixar meu amigo na cama dele com a ajuda da Stephanie. Assim que colocamos ele na cama, ele simplesmente apagou, parecia ter desmaiado. - Idiota! Além de estragar a minha noite, acabou estragando a sua também, fazendo você ter que vir até aqui pra me ajudar com ele. Desculpa por ele, Edu! - Ela disse. - Imagina, Ste. Não tem problema. Você não iria conseguir trazer ele aqui sozinho e foi um prazer ajudar, relaxa. - Obrigado mesmo, Edu. Eu só vou no banheiro e já te encontro na sala, ok? Se quiser beber uma água ou qualquer coisa, sinta-se à vontade. Ela foi para o banheiro e eu fui para a sala tomar um copo d’água. Peguei minha água, fui até a varanda e fiquei debruçado olhando ali aguardando por ela. Passados uns 15 minutos, eis que eu escuto: - Não vou deixar que aquele idiota estrague a nossa noite... Quando olho para trás, Ste estava com uma lingerie branca, com um braço na cintura, fazendo tipo aquelas poses de modelo na passarela. Aquela loirinha só de lingerie ali na minha frente me pareceu estar vendo um desfile da Victoria’s Secret ao vivo. Fiquei alguns segundos ali parado, sem saber o que dizer, apenas admirando aquela delícia que estava na minha frente. Depois de cair na realidade, disse: - Ste, o que você tá fazendo? O Fê tá no quarto do lado... Eu não posso... Quer dizer, não é certo... Eu não... - Edu, relaxa. Ele não vai escutar a gente. Eu sei que você me quer também, pensa que eu não vi você me olhando toda hora? Eu quero que você me coma aqui, na casa dele, enquanto ele está dormindo. Eu não sabia o que falar ou fazer. Aquela ninfeta maravilhosa estava ali na minha frente, praticamente nua, pedindo para eu comer ela, e seu namorado estava dormindo a poucos metros de distância. Pensei por um momento em ir embora, mas ela foi mais rápida e veio na minha direção. Quando tentei falar alguma coisa, ela colocou um dedo na minha boca, me calando. - Shhhhh... Não fala nada, Edu... apenas deixa acontecer... Falando isso, ela já foi colocando a mão em cima no meu membro já completamente duro e foi massageando de leve por cima da calça. Eu já não podia me conter mais e comecei a beijar aquela menina maravilhosa que estava na minha frente. Comecei a beija-la e passava a mão pelo seu corpo, sentindo aquela pele macia, cheirosa, explorando cada centímetro, cada curva. Nossos beijos eram fervorosos, quase que agressivos, como se ambos estivéssemos esperando por aquele momento há um tempo. Puxava o seu cabelo e dava leves beijos e mordidas em seu pescoço, até que ela se agachou diante de mim, olhou para mim com um sorrisinho safado no rosto, desafivelou meu cinto e abaixou, de uma só vez, minha calça e minha cueca, fazendo meu membro saltar diante dela. Sem usar as mãos, ela foi dando umas lambidas na cabeça aos poucos, deixando ele todo babado, olhando para mim com aquela carinha de ninfeta safadinha que sabia o que estava fazendo. Abocanhou meu pau e começou a me chupar de uma maneira deliciosa. Ela me chupava e punhetava ao mesmo tempo. Passava a língua por toda a extremidade, chegava até a cabeça e colocava só a pontinha na boca, fazendo movimentos circulares com a língua. O jeito que ela me chupava e me olhava estava me deixando completamente louco e eu senti que a qualquer momento eu poderia gozar. Ela começou a engolir todo o meu membro e era maravilhosa a cena de ver meu pau entrar todo dentro daquela boquinha. Ela colocava todo o meu pau na boca dela, tirava e depois batia uma punheta deliciosa com meu pau todo molhado, passando a linguinha de leve na cabecinha dele. - Goza pra mim, vai. Goza na minha boquinha... Da leitinho pra sua putinha... Falando isso, ela já foi colocando a mão em cima no meu membro já completamente duro e foi massageando de leve por cima da calça. Eu já não podia me conter mais e comecei a beijar aquela menina maravilhosa que estava na minha frente. Comecei a beija-la e passava a mão pelo seu corpo, sentindo aquela pele macia, cheirosa, explorando cada centímetro, cada curva. Nossos beijos eram fervorosos, quase que agressivos, como se ambos estivéssemos esperando por aquele momento há um tempo. Puxava o seu cabelo e dava leves beijos e mordidas em seu pescoço, até que ela se agachou diante de mim, olhou para mim com um sorrisinho safado no rosto, desafivelou meu cinto e abaixou, de uma só vez, minha calça e minha cueca, fazendo meu membro saltar diante dela. Sem usar as mãos, ela foi dando umas lambidas na cabeça aos poucos, deixando ele todo babado, olhando para mim com aquela carinha de ninfeta safadinha que sabia o que estava fazendo. Abocanhou meu pau e começou a me chupar de uma maneira deliciosa. Ela me chupava e punhetava ao mesmo tempo. Passava a língua por toda a extremidade, chegava até a cabeça e colocava só a pontinha na boca, fazendo movimentos circulares com a língua. O jeito que ela me chupava e me olhava estava me deixando completamente louco e eu senti que a qualquer momento eu poderia gozar. Ela começou a engolir todo o meu membro e era maravilhosa a cena de ver meu pau entrar todo dentro daquela boquinha. Ela colocava todo o meu pau na boca dela, tirava e depois batia uma punheta deliciosa com meu pau todo molhado, passando a linguinha de leve na cabecinha dele. - Goza pra mim, vai. Goza na minha boquinha... Da leitinho pra sua putinha... Ela falava isso enquanto me punhetava e me olhava com aquela carinha de criança que pede para o pai comprar um doce. Anuncie que iria gozar e ela colocou todo meu pau na boca e começou a me chupar. Sentir os movimentos daquela língua na cabeça do meu pau foi maravilhoso e comecei a jorrar vários jatos de porra na sua boca. No começo, ela engasgou um pouco, mas não parou de me chupar até engolir tudo. Depois de engolir, ainda abriu a boca para mostrar que tinha sido uma boa menina. No final, ainda ficou brincando um pouquinho, lambendo as últimas gotas que saíam de mim. Eu tinha acabado de ter um orgasmo incrível, mas ainda queria comer ela. Peguei ela no colo, coloquei ela sentada no sofá e fui retribuir a minha chupada. Abri suas pernas, puxei sua calcinha de lado e pude ver aquela bucetinha depilada toda molhada. Quando puxei sua calcinha de lado, saiu um melzinho de dentro dela que não desperdicei. Comecei a chupar toda aquela xaninha, fazendo ela gemer e se contorcer a cada vez que eu passava a língua em cima do seu clitóris. Fiquei chupando ela, sentindo o gosto do seu sexo, apertando sua bunda e trazendo ela para mim cada vez mais. Tirei completamente sua calcinha e coloquei um dedo dentro dela e pude sentir ainda mais o quanto ela estava molhada. Assim que introduzi um dedo, ela deu um leve gritinho. Comecei a tirar e colocar o dedo enquanto chupava sua bucetinha. Coloquei o segundo dedo e ficava masturbando ela enquanto passava a língua pelo seu clitóris, chupando ela deliciosamente. Sentia ela ficando cada vez mais molhada, sua bucetinha escorria seu mel e eu ia fudendo ela com a mão cada vez mais rápido. Ela puxou minha cabeça mais ao seu encontro e começou a se contorcer toda em um orgasmo incrível. Mesmo depois dela ter gozado na minha boca, continuei chupando ela, dando suaves beijos na sua xaninha e no interior se sua coxa. Stephanie me puxou para ela e começamos a nos beijar. Nesse tempo, meu pau já estava duro de novo. Tirei o resto de roupa que me faltava, Ste tirou seu sutiã, onde pude ver aquele belo par de seios rosados, e comecei a me preparar para meter nela. Apesar de toda a excitação, ainda perguntei se ela tinha camisinha e ela me disse que tomava pílula desde os 15 anos, então não teria problema. Eu já não estava mais me aguentando de tanto tesão e meti toda a minha rola de uma só vez dentro dela. Ela deu um grito tão alto na hora que eu tenho certeza que se seu namorado não estivesse tão bêbado ele teria acordado. Comecei a fuder ela e ela começou a gemer a cada estocada. Aumentei a velocidade e ela gemeu ainda mais alto. Para conter os gemidos e os gritos, coloquei a mão em sua boca, calando-a totalmente enquanto metia cada vez mais rápido e mais forte. Os gemidos e os gritos dela eram abafados pela minha mão, mas o barulho dos nossos corpos se encontrando ecoava por toda a sala. Coloquei ela de quatro apoiada no sofá e continuei metendo nela assim. Ste pegou uma das almofadas e ficou mordendo para abafar os gritos, enquanto me olhava por cima do ombro com aqueles olhos azuis. Senti que ela iria gozar e aumentei a velocidade, puxando seus cabelos e apertando um de seus seios, ficando meio que apoiado nela enquanto comia ela de quatro. Ela não se conteve e soltou um grito pela sala. Nessa hora, nenhum de nós dois se quer se lembrava que seu namorado estava ali do lado. Sem deixar ela se recuperar direito do orgasmo, puxei ela para mim e coloquei ela em pé de frente para a parede, encoxando ela e beijando sua nuca. Nesse momento, ela me segurou pela mão e me levou até a entrada da porta do quarto do seu namorado. Se colocou no batente da porta do quarto, com a bunda virada para mim, e me disse: - Me come aqui! Quero ser fodida como se ele estivesse me olhando... olhando a putinha da namorada dele ser comida pelo amigo. Aquilo era arriscado, mas eu não estava mais nem aí! Lambuzei meu pau no melzinho da entrada da xaninha dela e meti sem dó! Com uma mão, apertava seus peitos e com a outra mão tapava sua boca para conter os gritos. Comi ela ali, enquanto seu namorado dormia na cama logo à frente. Estávamos ali, ela encostada na beirada da porta, com a bunda arrebitada para mim, e eu comendo ela em um ritmo delicioso. Meu pau deslizava para dentro dela com uma facilidade incrível. O fato daquilo ser mais arriscado só nos deixava mais excitados. Percebi que ela estava quase gozando e nesse momento eu também não me aguentava mais. Cheguei no pé do ouvido dela, sem parar de meter, e sussurrei: - Não estou aguentando mais... Quero gozar em você! Deixa eu gozar dentro dessa xaninha, gostosa? Ainda com a boca tapada pela minha mão, ela só concordava com a cabeça e soltava um leve “uhum” toda vez que eu falava que iria gozar dentro dela. Aumentei o ritmo e senti meu pau sendo apertado por aquela buceta molhadinha cada vez mais, enquanto ela gemia de uma maneira deliciosa. Gozamos juntos e eu senti meu pau pulsar dentro dela, dando vários jatos de porra e preenchendo ela por completo. Tirei meu pau de dentro dela e pude ver meu esperma escorrendo pelas suas coxas. Ste colocou a mão rapidamente na sua bucetinha, impedindo que sujasse o chão, me deu um selinho e foi ao banheiro se lavar. Fui até a sala para também colocar a minha roupa e fiquei esperando por ela. Quando ela chegou, olhamos um para o outro e começamos a rir de tudo que tinha acontecido. Somente nesse momento que tivemos noção de quão insano tinha sido tudo aquilo. Quando fui embora, nos beijamos novamente e ela passou a mão no meu pau por cima da calça e disse: - Ainda vou querer mais disso aqui... É claro que nos encontramos mais vezes! Ao total, foram outros dois encontros deliciosos, onde pude inclusive fazer sua iniciação ao sexo anal, mas com certeza essa nossa primeira vez foi a mais marcante para nós dois.

24
Mar17

a filha da faxineira

Jf

Lembrando, meus contos realmente aconteceram... e quando este aconteceu, tinha eu meus 17 anos, com tesão à flôr da pele, quando tive a oportunidade de vivenciar este conto que hoje estou relatando a vocês. Semanalmente ia uma faxineira lá em casa, sempre no mesmo dia da semana. Era comum, uma vez ou outra, os filhos dela irem lá para pegar algo com ela. Sua filha mais velha era a que mais ia, chegava, conversava e às vezes passava algum tempo ali antes de ir embora novamente. Não tínhamos muito contato, muita intimidade, mas eu sempre cumprimentava e durante o tempo em que ela ficava ali, acabava havendo uma troca de olhares, uma química, algo que eu tinha esperança que poderia colher bons frutos caso houvesse alguma oportiunidade. Ela devia ter uns 15 aninhos, era branquinha, cabelos castanhos claros e lisos, magra, seios médios e bem durinhos ainda em fase de crescimento, uma bundinha gostosinha (não muito grande, mas firme!), uns 1,65 de altura e um jeitinho de ninfetinha safada que instigava. Como nunca ficamos sozinhos nestes momentos, não dava para tentar nenhum tipo de aproximação com intenções mais intimas, até mesmo para não levantar suspeitas, visto que sempre a mãe dela estava por perto e até mesmo meus pais estavam em casa em alguns dias. Porém, com o passar dos dias eu consegui pegar o MSN dela, e aquilo já seria o bastante para tentar desenrolar a conversa e ver qual era a dela. Naquele mesmo dia eu a adicionei, e como meu computador ficava sempre ligado, e com MSN aberto, assim que ela entrou começamos a conversar. Falamos sobre aqueles assuntos que geralmente iniciamos as conversas, tais como o que ela gostava de fazer, se tinha namorado e etc. E assim fomos ganhando uma certa intimidade e a conversa foi ficando mais interessante, e resolvi falar que eu notava os olhares dela, que me parecia um tanto quanto interessada, e perguntei se era isso mesmo, se eu estava interpretando a situação corretamente, e ela me disse que sim, que me achava um gato, me achava gostoso (fazia academia e sempre andava sem camisa dentro de casa, apenas com uma bermuda mais leve e a vontade). Na hora fiquei até surpreso com aquela resposta tão precisa, parecia que ela sempre quis dizer aquilo, mas não tinha oportunidade. Apesar de ter ficado surpreso, gostei que ela foi direto ao ponto, facilitando as coisas, e também fui retribuindo, dizendo que eu também reparava nela, dizendo que ela era bonita, bem gostozinha e completei dizendo que tinha vontade de pegar ela lá em casa e dar uns amassos. Ela adorou a idéia, porém tinha medo de alguém descobrir e dar problema, pois poderia sobrar até para a mãe dela que trabalhava lá, ou simplesmente ficaria um clima estranho. Mas eu fui logo dizendo que se fosse da vontade de nos dois, nós poderíamos ver um dia/hora que fosse melhor, e que não tivesse ninguém ali em casa, e ai sim ela poderia ir lá. Ela concordou com a idéia e durante o final de semana continuamos conversando. Planejei os dias e horários em que eu ficava em casa sozinho, que geralmente era na parte da tarde (estudava de manhã), e vi que o dia mais propício seria numa quinta feira. Disse a ela sobre este dia, e ela disse que normalmente está livre. A partir dai, suas visitas em minha casa já eram mais frequentes e os olhares ficaram ainda mais quentes, como se a qualquer momento nós nos agarraríamos ali mesmo com gente em casa. E pelo MSN a conversa tomava proporções mais sacanas, ela perguntava como eu era na cama, queria ver foto do meu pau (eu pedia foto dela também) e dizia estar louquinha para que eu a pegasse de jeito, dizendo ainda que já fazia algum tempo que ela me via lá em casa e fantasiava agente se beijando e se pegando. Lembro até hoje das fotos que ela me mandou, estava em seu quarto apenas com uma calcinha vermelha de renda, mostrando aquele capusão marcado, e com os seios de fora, sem mostrar o rosto. Também mandei uma apenas de sunga para instiga-la, querendo que ela me mandasse uma sem calcinha para que assim ela pudesse ver meu pau. E assim fizemos mais uma troca de fotos, ela me mandando uma foto da menina dela, toda lisinha depilada e me parecia já estar meladinha só de ver a foto do meu pau duro. Ela ao ver as fotos, dizia que meu pau era lindo, que queria muito chupá-lo todo, e assim fui vendo que, aquela menina que só me cumprimentava, e que mostrava ser um tanto quanto calada/quieta (conversava mais com a mãe), não tinha nada de santa. Assim foram nossas conversar até a quinta-feira que estava combinado de nos encontrar, sempre um instigando o outro, falando putaria, que um queria fazer isso ou aquilo, e quase virando um sexo virtual. Na quarta feira que antecedia a data combinada, acertamos todos os detalhes, disse a ela para ser bem discreta para que ninguém a visse entrando, e para isto eu deixaria o portão aberto e ela passaria na rua, se tivesse alguém por ali, ela passaria direto e retornaria depois de alguns minutos, e caso “a barra estivesse limpa”, era só entrar que o portão estaria encostado. Na tal quinta feira, por volta das 14:00 horas ela já estava na minha rua, entrou sem ser vista, fechou o portão, e eu já tinha pedido para que ela entrasse sem chamar. Eu já estava na cozinha esperando, com o som do meu quarto ligado (baixo para escutar o portão abrindo caso alguém chegasse), e assim que ela chegou até mim, sem meias palavras já fomos nos beijando, apenas a perguntei se alguém tinha visto ela , e ela negou balançando a cabeça. Ali estava outra pessoa, ou pelo menos era o que imaginei na hora, pois aquela menina calada tinha dado lugar a uma safada, toda sapequinha . Eu pegava na sua bunda, apertando seu corpo contra o meu, fazendo com que ela sentisse meu pau, que já estava duro, e fazia movimentos, roçando ele na porta de sua grutinha, e ela já demonstrava toda sua sede por piroca em gemidos e mordidas em meu pescoço. Fui a conduzindo para meu quarto enquanto nos beijávamos, esbarrando pelas paredes, e ao chegar, explorei demais áreas com a mão, e ela que não estava ali para brincadeira, também já foi logo conferindo aquele volume pulsante que tinha se formado dentro de minha bermuda. Ainda em pé, tirei sua blusa, logo após o sutiâ, e então me deliciei naqueles lindos peitinhos de ninfetinha, durinhos e firmes. Chupava e lambia um, enquanto acariciava o outro, depois trocava, enquanto ela gemia e puxava meus cabelos. Fui descendo uma das mãos até o short dela, primeiro acariciei a xoxotinha por cima mesmo, depois fui desabotoando e a deixei só de calcinha, e tornei a dar atenção a bucetinha, que agora estava protegida apenas pela calcinha, passava a mão nela, esfregava, e cutucava a entrada da grutinha com o dedo do meio, sentindo aquele calor e umidade que vinha de dentro. Ela rebolava de tesão em meu dedo, e logo também foi tirando minha roupa, desamarrando minha bermuda e me deixando de sunga, então sentou na beirada cama, eu de frente pra ela em pé, e lá já foi com a boquinha verificar minha madeira, mordendo por cima da sunga mesmo, falava que queria mamar gostoso nele, sentir a cabeça quente pulsando no céu da boca dela, então libertou a naja, ficando cara a cara com ela. Era linda aquela cena, ela olhava a piroca como uma criança olhava para um brinquedo novo, e foi dessa forma q ela o tratou, como se fosse mesmo um brinquedo, caiu de boca gostoso, lambia a cabeça e engolia toda a jeba, punhetava devagar, e eu puxava sua cabeça para que ela agasalha-se a pica todinha com aquela boquinha de veludo. Após aquele oral delicioso, eu que já não aguentava mais de vontade, empurrei ela na cama, retirei a calcinha e também caí de boca. Adoro chupar buceta, se eu foder e não chupar a buceta da mina, pra mim é apenas meia foda, mas é claro que para isso a higiene da mulher tem que estar em dia, e a dela estava, lisa, muito limpa e cheirosa, com uns pelinhos apenas em cima da fenda, como se fosse um triangulo, ou uma seta apontando para baixo o caminho da perdição Chupei bastante aquela bucetinha, enfiando um dedo dentro para buscar todo o mel produzido. Era bem apertadinha, realmente uma delicia. Não podia mais aguentar a vontade de adentrá-la com minha broca, que já estava mais duro que pedra, latejando de vontade, então no meio dessa chupada eu fui subindo, mordendo a virilha, beijando seu corpo, mais uma chupadinha rápida nos bicos dos seios e novamente começamos a nos beijar. Agora com a posição que estávamos, o contato do meu pau com a xoxotinha dela era inevitável, e eu empurrava a cabecinha desde a porta da caverna até em cima, melando todo meu cacete com a baba que eu tinha ali deixado. Devagar eu ia forçando a entradinha dela, que então me disse: - Vai devagar, porque só fiz isso uma vez. Aquelas palavras me deram ainda mais tesão, e então obedeci sua ordem, e fui adentrando devagarzinho, fazendo com que ela sentisse cada milímetro entrando, cada pulsada que eu dava dentro dela, até que foi todo. Era apertada, mas estava com tanta fome que engoliu tudinho, e depois que entrou, já não sentia mais dor nenhuma, só prazer, e aí foi só curtir. De acordo com que eu ia aumentando a velocidade das estocadas, ela ia se entregando cada vez mais, chupava meu pescoço, mordia minha orelha e já foi logo pedindo para provar aquela piroca de 4. Tirei de dentro, ela ficou então na posição de quatro apoios, me deixando com visão privilegiada, aquela bucetinha rosadinha das chupadas e socadas, toda melada e um cuzinho roxinho claro bem fechadinho. Ela logo pegou a madeira e apontou para sua grutinha, então novamente empurrei para dentro. Socava na velocidade que eu quisesse, ela não reclamava, apenas pedia mais, e pedia que eu a chamasse de cachorra, e assim eu a chamava, de “minha cachorrinha” enquanto ela gozava e se retorcia. Era muito tesão, e aquele cuzinho virgem ali olhando para mim, chamando atenção, então pensei “o NÃO eu já tenho, custa nada tentar”, queria muito gozar dentro dele, então molhei um dedo na boca, e fui passando na portinha, porém ela não deixava que eu invadisse ele. Ate tentei com a cabeça da piroca depois, em uma das retiradas que dei da xoxotinha, deslizei ele para cima como se tivesse sido “sem querer”, mas não colou, e ela disse que “alí não”, explicando que nunca tinha dado e talvez podia outra hora mais a vontade. Como já estava prestes a gozar, anunciei o gozo vindo e ela pediu que eu gozasse em cima dela toda, então coloquei ela deitada na cama, dei mais algumas bombadas fazendo força para segurar o jato, e então retirei, terminando o trabalho esfregando o corpo da anaconda naquela carne melada, fazendo com que cuspisse porra quente por toda aquela barriguinha, e umas gotas até nos seios. Ela olhava fixamente para baixo, para assistir todo o jateamento, com cara de putinha safada. Nos levantamos após recuperar o folego, tomamos banho e ela já tinha que ir, pois não tínhamos muito tempo disponível. Ela se foi e no outro dia sua mãe estava lá de manha cedo, rindo da minha cara junto com minha mãe, pois eu estava com um roxo (chupão) no pescoço, e as duas perguntando o que tinha sido aquilo, que as meninas estavam querendo arrancar pedaço. Mal sabia elas !!! kkk Dê uma nota se gostou !

24
Mar17

muito sexo na viagem

Jf

Meu nome é Clara,mas os mais íntimos me chamam de Clarinha! Atualmente tenho 19 aninhos, sou uma safada que ama sexo! Tenho 1,65 peitos redondinhos no lugar, tamanho médio, com uma bunda de dar inveja. Com a minha bunda conquisto qualquer um! Me pediram para falar das outras vezes que transei com Daniel na minha viagem para o sítio da minha amiga. Para quem não está entendendo nada, recomendo que leiam o último texto que escrevi. Depois daquele banho gostoso, que ocorreu no primeiro dia de viajem, eu sabia que ainda teria mais 3 dias de surpresas até a viagem acabar! Naquele dia não ocorreu mais nada, porque fomos jantar e chegamos mortos! Dormimos e logo que acordei,lavei o rosto, escovei meus dentes, coloquei o biquíni por baixo de um vestidinho bem curto, transparente, e fui tomar café. Desci as escadas e encontrei com o Daniel na cozinha. Olhei o relógio e vi que ainda estava cedo, é só tinha ele acordado. Assim que ele me viu fez uma cara de safado que me deixou louca. Ele chegou em mim, e falou: " Bom dia gostosa! Preparada para mais uma surpresa? " nessa hora ele já estava com meu corpo colado no dele e eu percebi que ele estava de pau duro, o que me deixou mais molhada ainda! Deu um beijo feroz nele, que me pegou pela cintura e ke jogou em cima da mesa. Ele falou " Sonhei que fiz umas coisas muito gostosas com você cachorra! Vamos realizá-las! " então ele tirou o meu vestido transparente com a boca e começou a me chupar inteira, dessa vez ele começou na minha buceta, fazendo movimentos maravilhosos com a língua, ele abria minhas pernas, enfiava a língua, lembra com a maior vontade! Adoro realizar os desejos e fantasias! Ele fez esses movimentos com a língua até a hora que pedi para fazermos um 69, então eu levantei, ele deitou na mesa, e coloquei minha buceta em seu rosto, enquanto chupava seu pai com vontade, chupando também as bolas, enquanto o masturbava. Foi uma delicia! Eu gozei e depois ele gozou em meu rosto, gemíamos baixinho para não acordar ninguém. Nós levantamos e quando ele ia meter em mim, ouvíamos um barulho. O amigo dele tinha acordado e estava descendo as escadas. Nós saímos correndo, e fomos para o quarto do Daniel, que era no mesmo andar da cozinha. Trancamos a porta do quarto, ele sentou na cama, com o pai meio duro meio mole, e decidi comecar a falar algumas putarias em seu ouvido: " Vou colocar seu pau inteirinho na boca, até você gozar em mim, seu cachorro, passa seu gozo no meu peito e mama! Quer mamar nenê? Vem cá na mamãe! " Nisso o pau dele já estava estralando, e eu nem pensei no preservativo, tinha trazido pílula, sentei em cima daquela rola gostosa e comecei a cavalgar! Ficamos assim, eu sentada cavalgando igual uma puta na rola do Daniel. Até que ele falou que ia gozar me colocou de quatro e gozou no meu cuzinho, igual um safado sem nem pedir autorização! Eu gostei dele safado assim! Nunca tinha dado o cu antes, e ele simples meteu! Gritei de dor e de prazer, e quando senti o gozo escorrendo pelo meu cu, gozei. Ele me deitou na sua cama, me beijou, deu uma última lambida em meus seios e levantou, mas voltou para me dar o último beijo e cochichar no meu ouvido: " Gostou de eu ter gozado no seu cuzinho?" Eu beijei ele, levantei também é entrei no chuveiro dele. Tomei banho e sai, agora para tomar café mesmo, enquanto ele tomava um banho. Ainda tem mais uma surpresa, querem saber como foi?

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