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contos do Jf

Nesse blog contem Contos reais que parecem fantasias e fantasias que parecem reais, se vc desejar se aventurar em escrever um conto  e  quiser compartilhar com a gente mande por email  ou por  whatsApp. contosdojf@gmail.com WhatsApp: +5597984051579

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contos do Jf

05
Abr17

Eu, a Mari e a orgia com o professor

Jf

Quem acompanha meus contos sabe que tenho 22 anos, mas gosto de sexo desde quando era bem jovem e não tenho qualquer tipo de preconceito quando o assunto é uma boa putaria. Tudo o que relato aqui é real, tratam-se de acontecimentos que vivenciei exatamente da forma como são descritos. Na época em que eu estava perto de concluir o ensino médio, tive dificuldades em Física, apesar de ter boas notas nas outras matérias. Com medo de que eu encarasse uma reprovação, minha mãe cismou que eu deveria ter aulas particulares com um amigo dela que tinha bom conhecimento na matéria. Ela então marcou uma aula com ele para uma sexta feira quando eu saísse da escola. A aula seria na casa do cara e da escola eu iria direto pra lá. Fazia tempos que eu não o via, mas me lembrava dele visitar meus pais quando eu era pequena, o chamava de "tio" e sabia que ele regulava em idade com a minha mãe, tinha mais de 45 com certeza. Como era distante do colégio e eu não estava com vontade de ir sozinha, chamei a Mari e ela topou. Chegamos até a casa do homem por volta de umas duas e meia da tarde e ele nos esperava. Acho que ele ficou meio surpreso quando me viu, pois eu estava muito diferente de quando era pequena e ele não tirava os olhos das minhas pernas. Eu usava uma saia jeans bem curta e camiseta da escola. Durante toda a tarde ele nos ensinou Física, mas nos olhava com cara de tarado e aquilo já estava me deixando bem excitada. De vez em quando eu dava um jeito de mexer as pernas, fazendo com que roçasse nas dele, só pra provocar. Era começo de dezembro e a fazia bastante calor. Quando chegou o final da tarde, o céu ficou negro e caiu um temporal que alagou tudo, e nós não tivemos como ir para casa. Ele disse que poderíamos passar a noite lá e que avisaria a minha mãe. Adorei, né? Minha mãe consentiu e disse que avisaria a mãe da Mari. Acabamos ficando. Eu estava louca de vontade de dar pra ele. Jantamos vendo as notícias sobre a chuva na televisão e eu perguntei se ele tinha uma roupa pra me emprestar, para que eu pudesse dormir. Ele estava querendo também! Me deu uma camiseta cavada e outra pra Mari. Não pensei duas vezes: tomei um banho rápido e coloquei a camiseta e uma calcinha vermelha e minúscula, bem atochada. Eu sempre levava uma calcinha limpa na mochila. Mari também tomou banho e colocou a camiseta que ele emprestou. Pelas cavas da manga, se eu me mexesse demais, meus peitinhos escapavam. Cheguei na sala, vi que ele me comeu com os olhos e perguntei onde eu poderia dormir, sabendo que só havia um quarto na sala. — Podem dormir na minha cama. Eu fico aqui no sofá, Vanessa. De forma alguma. Eu não desperdiçaria uma noite gostosa de jeito nenhum! Reclamei na mesma hora: — Isso é injusto, tio. Se a cama for grande, você pode deitar lá também. A gente não se incomoda, não. Acho que ele gostou da ideia. Percebi que antes de me responder, deu uma mexida no pau que devia estar eufórico dentro da bermuda. — Então eu deito lá também. Vou ver mais um pouco de televisão e subo. Nós subimos. A Mari deitou em uma ponta e eu no meio. Fiquei de bruços e joguei um lençol em cima de mim, dei uma levantada na camiseta e arrumei o lençol de forma que boa parte da minha bunda ficasse de fora, como se eu tivesse me descoberto dormindo, e fiquei esperando ele subir. A Mari não se cobriu. Eu estava disposta a provocar e tomar muita pica. Minha xaninha estava piscando de desejo. Demorou perto de meia hora até que ouvi ele entrando no quarto. — Nossa! - foi o que ele disse quando viu meu rabinho oferecido fora do lençol. Continuei fingindo que estava dormindo, mas senti um movimento na cama. Acho que ele sentou e ficou olhando minha bunda. Senti que a minha buceta começou a ficar meladinha, se preparando para o que estava por vir. Ele colocou a mão na minha bunda meio sem jeito, como se estivesse me testando. Me mexi de leve, mas continuei fingindo que estava dormindo, e ele rapidamente se afastou. Levantou, foi até o interruptor a apagou a luz. . Depois deitou de novo. Eu sentia a respiração dele na nuca e sabia que ele estava pensando no que fazer. Me mexi de novo e dei uma empinada na bunda, encostando nele. Senti as duas mãos espalmadas, uma de cada lado da bunda e gostei. Ele estava começando a se soltar. Depois de um tempinho pegando no meu rabo, ele deu uma afastada e em seguida senti que ele passava a cabeça do pau em mim. Fazia força contra meu rabo e reagi. Me virei de frente, mas sem que ele notasse, deu uma puxada na camiseta e um peitinho pulou pra fora pela cava da manga. Ele pegou meu peito, apertou o biquinho com uma mão enquanto a outra mão segurava o pau e passava ele na minha perna. Ele estava buscando um jeito de me pegar e eu estava gostando. Comecei a dar umas mexidas gostosas, pra provocar ele, pra ele achar que mesmo dormindo eu estava gostando. O cara então foi de boca no meu peito e começou a chupar o biquinho. Estava delicioso e eu gemi. — Hummm... Tá gostando, tá? Senti a mão dele na minha buceta, por cima da calcinha. — Toda molhadinha. Meu melzinho já estava encharcando a renda da calcinha. Ele parou de chupar meu peito e passou por cima de mim, entrando entre eu e Mari. Depois voltou a acariciar minha buceta e começou a mexer na Mari também. A Mari estava sem calcinha, ela só dormia assim, e acho que ele levantou a camisa dela e viu. — Bucetinha lisinha e rosadinha. É assim que eu gosto! Ele começou a chupar a buceta da Mari, enquanto afastava minha calcinha pro lado e esfregava meu grelo com os dedos. Já não dava mais pra fingir que estava dormindo, porque a Mari acordou a virou pra cima de mim, me puxando pra perto dela e começou a mamar meu peito, enquanto ele caia de boca na buceta dela. Quando o cara viu Mari me pegando, foi à loucura. — Duas putinhas deliciosas se pegando na minha cama? Hoje meu pau está com muita sorte. - e me chamou: — Vem aqui Vanessa, vou tirar essa tua calcinha pra você sentar no colinho do tio e rebola bem gostosinho em cima do meu pau. Essa tua cara de safada não nega que você gosta de sacanagem e a putaria hoje vai ser boa. Vou traçar as duas! Meu pau vai comer cu e buceta. Ele tirou minha calcinha e abaixou a bermuda, mostrando a pica grande e dura que estava guardando pra mim. Sentei de bunda naquela rola e comecei a rebolar enquanto a pica entrava no meu rabo. Era cada estocada maravilhosa! A Mari, já completamente nua, veio pra minha frente e começou a lamber a minha buceta. O tio comia meu cu e me apertava os peitos. — Goza, safada! Goza gostoso enquanto eu meto o pau nesse rabo, putinha! Uma delícia! Eu gozei na boca da Mari e ele gozou no meu rabo apertadinho. Depois, me deitei bem arreganhada e ele veio lamber minha buceta. Ele lambia e mordia meu grelo, chupava gostoso, enquanto a Mari chupava o pau dele, que endureceu de novo e encheu a boca dela de leite. Mari cuspiu. A porra escorreu pelos seios dela eu lambi tudo enquanto ele só olhava. Me coloquei de quatro na cama, empinando bem a bunda, e mamei gostoso os peitinhos da Mari. Enquanto eu mamava a Mari, comecei a meter o dedo na buceta dela e o tio veio pra trás de mim e começou a chupar meu cu e minha buceta. A língua dele fazia loucuras em mim. Gozamos de novo. Então chegou a vez da Mari tomar pica. Ela abriu as pernas, pediu pau e o tio deu. Meteu aquela pica deliciosa na buceta da Mari. Me sentei do lado também com as pernas bem arreganhadas e ele começou a brincar com meu grelo. Depois que ele gozou na buceta da Mari, ele se deitou na beira da cama e eu e Mari, que queríamos mais, começamos a nos pegar. Ela me chupava e eu mamava nela. Depois encaixamos nossas bucetas, esfregamos uma buceta na outra num velcro delicioso, só pro tio ficar olhando. Gozamos engatadas uma na outra e quando nos afastamos, o tio veio pra cima. Ele deitou com o pau duro e me puxou, metendo a pica na minha buceta. Já a Mari sentou na cara dele, de frente pra mim, e enquanto mamava meus peitos, ela tomou muita chupada na buceta e no cu. Depois dessa putaria toda, dormimos nus na cama até de manhã. No dia seguinte, antes de irmos embora, ele ainda comeu nós duas no chuveiro. Tomamos pica no cu e na buceta dentro do banheiro. Foi uma orgia maravilhosa. Saímos de lá com as nossas bucetas e nossos cus bem esfolados, mas satisfeitas com tanto sexo. Email: vanessadias_094@yahoo.com

05
Abr17

eu e meu padrasto (quinta e última parte)

Jf

Passei uma noite com o anus em brasa e a vagina em fogo, queria ter sido deflorada, e gozado em toda plenitude, sentia ânsias e gozar pela buceta, com seria sentir-me totalmente preenchida, enfiei meu dedo diversas vezes, gozava mas faltava algo............... No dia seguinte, Ele acordou cedo começou a se arrumar colocou uma camisa engomada uma calça de linho faltou a gravata, e perguntou se eu iria junto com ele buscar minha mãe na rodoviária, Disse: - não pai, vou espera-los aqui, deixar a casa bonita pra mamãe , Ele olhou nos meus olhos profundamente, senti que ele estava alegre pela volta de minha mãe e triste pela perda de nossa intimidade, Chegou bem perto de mim abaixou seu rosto junto ao meu encostou sua boca na minha, e me beijou enfiando a língua, em minha boca, procurando minha língua puxou meu corpo junto ao seu, pressionando seu membro já ereto, em mim um braço por cima dos meus ombros puxando e pressionando sua boca na minha, eu procurando sua língua sentindo sua saliva grossa um beijo molhado, ele levou sua mão entre minhas pernas e descobriu que eu não estava usando calcinha, mas estava úmida e minha vagina já era um vulcão em chamas, comecei gemer quando seu dedos penetrou fundo na minha buceta molhada, meu hímen doeu mas não senti ser rompido, paiiiiiiiiiiizinhoooooooooooo, paraaaaaa, aiiiiiiiiiiiii Paizinhhhhoooooooooooo, nãoooooooooooo senti um orgasmo e gozei em seu dedo minhas pernas bambearam e ele me segorou em seus braços eu tremia e sentia meu liquido vaginal inundar sua mão que estava espalmada em meu ventre ele mordiscava minha língua, Levei minha mão no zíper de sua calça, abri e procurei seu caralho que estav uma rocha, com dificuldade saquei para fora da calça, fez ate barulho quando saiu, ele pegou meu rosto e baixou ate altura daquela ferramenta, eu gemia, papai posso chuparrrrrrrrrrrr seu caralhooooooooooo, possoooooooooo sssshhhhhhhhhhhh entia que estava prestes a outro orgasmo, ajoelhei frente a ele e peguei seu membro com as duas mãos e comecei lamber do inicio ao fim quase chegando ao seus pelos, lábia e molhava com muita saliva, levei a cabeça em minha boca e senti o gosto de esperma que já saia pelo canal na cabeça inchada fiquei ali minutos gemendo chupando lambendo ate ter um orgasmo violento ode quase mordi seu pau, ele tirou de minha boca me levantou e me colocou sobre a mesa das cozinha, com as pernas arreganhadas ao máximo era uma volúpia e a sede do desejo falava alto, tudo poderia acontecer, ele ajoelhou e começou mordiscar minhas coxas, até chegar na minha vagina, enfiou a língua lambendo minha vagina e com um dedo passava pela minha virgindade, outro dedo da mesma mão entrava em meu anus, que mordia de tesão, sentia sua saliva molhando tudo em torno de minha bucetinha, sofrida, Ele tirou os dedos e enfiou a língua profundamente em meu anus e alternadamente na minha vagina, aquilo era divino, ele ficou em pé, e encostou a cabeça do membro em minha buceta totalmente escancarada e molha pronta para ser arrombada, forçou a cabeça do caralho em minha vagina, encontrou muita resistência, aiiiii paizinho desculpeeeeeeeee mas estou gozanddooooooooooo, puxei seu corpo contra o meu o membro forçou mas não entrou, doeu muito e escapou para baixo, senti que ele estava quase gozando pois gritou forte ................peguei seu caralho e encostei a cabeça quente e dilatada, em meu anus, que também era uma poça de saliva e liquido vaginal, ele forçou e a cabeça entrou somente a cabeça, mas me senti cheia o anus não doeu, pois na noite anterior já tinha sido arrombado, ele parou ali so a vcabeça na minha bunda, disse : Rosinha vou gozar em seu anus de novo, eu gemia pois estava em pleno orgasmo, descobri que quando a gente goza o anus pisca no mesmo ritmo, por isto ele não aguentou, senti sua ejaculação no meu anus bem forte sentia cada jato seu membro inchava na passagem do esperma, foram vários jatos, meu reto devia estar lotado de porra, ele parou de gozar eu com as pernas bambas e quase desfalecida na mesa da cozinha, que loucura de orgasmo, depois de minutos, ele me abraçou me beijando e seu membro já amolecendo saltou de meu anus caindo sobre a mesa e no chão uma quantidade razoável de esperma - Caímos na real -Papai esqueceu da mamãe..........................??????????????// -Não !!!!!!!!!!!!!!! estou saindo !!!!!!!!!!!!!!!!! ( e foi se ajeitando guardando seu membro cheio de líquidos ) -Vai papai vai agora que eu ajeito tudo.............estou com saudades de mamãe......quero ouvir você fazendo muito sexo com ela hoje........ta bom . Chegaram em um taxi grande. mamãe desceu e papai educadamente carregou suas malinhas, ela entrou me abraçando e dizendo dos presentes que trouxe e da saudade que estava, elogiou a limpeza da casam perguntou se cuidei bem do Pedro meu pai, -meu pai respondeu que eu era a melhor substituta de minha mãe e me olhou carinhosamente, conversamos muito, ele fez janta neste dia, jantamos depois tv eu fui ao meu quarto e eles foram para o quarto deles, cochilei em minha cama e só acordei quando comecei ouvir os sons vindos do quarto eles estavam metendo minha mãe gemia e gritava coisas bem obscenas, e continuaram por quase uma hora mke masturbei forte e dormi pesadamente, durante uns 5 dias aquilo foi uma rotina, Sexto dia depois de minha mãe chegar, ele me disse - sua mãe está cansada, acho que ela vai tomar as pílulas hoje ...............!!!!!!!!! Aquilo soou como um aviso VOU TE COMER ROSA............... Jantamos a mesa, e senti meu pai passando o pé em meus pês ....era um sinal claro que ele me queria Por volta das 22hs fui dormir, coloquei um roupinha leve e uma calcinha bem de puta que tinha comprado de uma amiga ......queria ser fodida, meu desejo gritava, eu me sentia molhada em pensar no seu membro entrando em mim, não no meu anus, e sim na minha vagina............... Fiquei inquieta, nada de barulho no quarto, quando foi uma da manhã ouvi a maçaneta do quarto ele entro totalmente nu Seu membro estava apontando para a luz do quarto, fiquei amedrontada, ele estava decidido, eu me sentia determinada, também Sem nada dizer, pegou minha mão e levou em seu membro quando segurei senti a rigidez absurda, levei a boca e comecei punheta-lo, ele segurou minha cabeça e fazia movimentos como se copula-se com minha boca, Segurava com a s duas mãos e punhetava sem piedade sentindo o tamanho e a grossura, do membro quente, eu lambia como se fosse uma puta segurava apertando forte, ele gemia e eu também sentia minha calcinha já úmida, seu membro inchou pensei que ele iria gozar, mas segurou, e segurou também minhas mãos, me deitou e foi diretamente em minha vagina, enfiou o dedo como já fosse meu dono, sabias dos meus desejos, pelo estado úmido da minha buceta que pulsava Enfiou a língua, lambendo forte molhando, e enfiando um dedo, me segurou pelas nadegas e esfregava o rosto forte em meu ventre sentis sua barba serrada machucando minhas coxas, aquilo não tinha preço, gozei na sua boca ele gemeu e disse -goza minha menina goza na minha boca geme gostoso, você vai ser minha amante minha namoradinha, vou cuidar de você e de sua bucetinha rosada e molhada, Ele foi subindo beijando e lambendo meu ventre meu umbigo, meus seios, mordeu meus mamilos, e chegou na minha boca, mordeu meus lábios, enfiando vorazmente sua língua quase ate a garganta, seu membro se alojou no meio das minhas pernas, ele estocava levemente, batia na testa da minha buceta batia no meu anus escapava no rego da minha bunda, parecia um cachorro tentando foder uma cadela no cio, ate que pegou na minha racha, e entrou um pouco ele ficou ali batendo, tirando e colocando na minha vagina, cutucando meu hímen, forçou , mas novamente a resistência, eu decidi colaborar e elevei meus quadris com força, e a dor lancinante me fez recuar, baixei meus quadris e ele ficou ali com o pau apontado eu forcei meus quadris de novo mais forte, senti rasgar minha buceta e uma parte entrou, parei segurando naquela posição, estava sendo arrombada, pois seu membro era grande, forcei mais um pouco e ele também entrou mais um bom tanto, minha vagina queimava, levei a mão para ver quanto já tinha entrado, com medo senti que ainda faltava uns 4 dedos, falei pra ele paizinhoooooooooooooooooo enfiaaaaaaaaaaaaa o restooooo que eu aguentooooooooooo, doía mas era prazeroso, olhei minha mão e vi sangue de um cabaço que já não existia mais, dei um sorriso e ele que também viu, Empurrou o resto do caralho até o saco, eu mesmo doida rebolava em sua rola que estava empurrando meu útero, ele tirou e depois enfiou de novo o orgasmo veio forte, disse: Vou gozarrrrrrrrrrrrrr aiiiiiiiiiiiiiiii caralho vou gozar paizinho enterrra tudo na sua menininha, fodeeeeeeeeee minha bucetaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa ,,,,,,,,,,,, Eu gemia e gozava forte , enquanto ele bombava minha buceta Meteeeeeeeeeeeeee papai faz eu gozar de novo e de novooooooooooooooo meteeeeeeeeeeeeee vai enfiaaaa tudooooooo me arromba........... Me sentia uma puta em total descontrole Gozei umas 3 vezes, de repente ele socou tudo e parou com o membro enterrado senti um jato de porra quente nas profundezas de minha vagina , depois outro e mais outro não parava mais,,,,,,,,,,,,,,,,,,ele fazia movimentos giratórios me trazendo a loucura.............indescritivellllll o que es estava sentindo..................muita porra, desfaleci e ele também soltou seu peso sobre mim, seu cheiro doce, sua masculinidade , não consegui me manter virgem mas valeu a pena, estava preenchida, e cheia de prra, aquilo era divino ele beijou minha boca e saiu, sem dizer nada......................dai para a frente vitrei sua enteada e sua amante, Minha mãe tinha a prioridade mas todos dias que ela saia ou tomava remédio, ele me buscava e ma faia gozar Fim Meu nome e Sonia pode deixar comentários para que eu escreva mais Pode bater punheta também que eu gosto

05
Abr17

eu e meu padrasto (quarta parte )

Jf

Na noite seguinte, sem conseguir dormir eu pensava, o estranho desejo de sentir o membro de meu pai crescendo em minha boca tomou conta de mim, de madrugada audaciosamente invadi seu quarto sorrateiramente, ele dormia pesado Um ronco leve, estava somente de bermuda, como sempre, so variava a cor, sente-me bem ao seu lado, cuidadosamente abri sua bermuda o membro estava mole de lado, peguei o membro adormecido e coloquei em minha boca, quase inteiro mesmo mole não cabia metade, em minha boca, lentamente foi crescendo eu passando a língua e sugando levemente, de olho em seus movimentos, ele permanecia imóvel, daí a pouco estava grande a cabeça já não cabia na boca, fiquei movimentando a língua em torno da cabeça que latejava, chupava entrando e saindo da minha boca, e com uma mão puhetava ao mesmo tempo, queria sentir ele ejaculando em minha boca, continuei punhetando mais forte, senti que seu caralho iria jorrar em minha boca, pois a cabeça do seu pau ficou inchada, sento que ele estava acordado e desesperado para fingia que dormia, pressionei meu lábios e acelerei os movimentos da mão e da língua, senti o primeirom jato quente e espesso na minha garganta, continuei punhetando, senti o segundo jato na minha língua, muito quente, e doce, continuei lambendo e senti outro e mais outro nos meus lábios, engoli o que estava em minha boca o restante deixei escorrer na minha mão e nos seus pelos pubianos, enxuguei a boca no lençol, e voltei para meu quarto e me masturbei antes de adormecer, No sábado pela manhã, ele saiu para procura um trabalho próximo de casa Nisto chegou um telegrama, que eu recebi e abri era de minha mãe “CHEGO AMANHA PT ME BUSQUE NA RODOVIARIA PELA MANHA PT” FOI UM CHOQUE, gostava de minha mãe mas com ela em casa tudo mudaria, iria perder os carinhos e nossa cumplicidade, Ele chegou entreguei o telegrama e fui para meu quarto, Ele veio parou na porta do meu quarto e disse -Rosa não vamos nos despedir de toda liberdade pois com sua mãe aqui tudo vai ser muito difícil, -Não sei paizinho agora so quero dormir, talvez mais tarde Estava triste. Pensei -Pai você ainda tem daquelas vitaminas pois não sei se vou conseguir dormir esta noite..... -Tenho sim você quer ? -Quero sim estou me sentindo fraca depois deste telegrama -Quantas devo tomar.....? -Acho que umas quatro vai fazer você acordar somente pela manhã, o vidrinho está na mesa do meu quarto....... Entrei no quarto peguei o vidro fui ao banheiro peguei 6 pílulas joguei-as no vaso, puxei a descarga, quando já entrava no meu quarto disse- -Pai tomei 6 pilulas daquela vitamina que parece mais um sonífero, ta bom vou dormir vou deixar a porta sem trinco para você me dar um beijo de boa noite pois com certeza vou estar dormindo em minutos.................. Fiquei preocupada pois mesmo sabendo que eu era virgem até onde iria seu desejo, ele sabia que eu queria me entregar a ele, mas seu respeito falava alto, estava deitada de costa com uma calcinha tipo fio dental guardando minha vagina já úmida e quente pelo desejo profundo, Senti seu caminhar macio no corredor frente a meu quarto, parou frente a meu quarto, em excitada decisão procurando tomar coragem em me lamber e me fazer gozar, dormindo....sabia que iria fazer algo que não devia, mas fraquejou e senti um ruído e a porta se abriu, e o abafado som dela se fechar novamente......sentia sua respiração sentou-se na cama ele ofegava e eu quase morrendo de tesão, fingindo dormir, mas a única maneira de tranquiliza-lo era fingia que estava totalmente inerte dormindo em sono profundo, suas mãos tateante foi em meus seios,quentes macias mas também nervosas, dedos delicados apertando levemente meus mamilos, senti um aperto na buceta que estava pulsando e vazando.......sentia meu clitóris duro ereto no auge do prazer, seus lábios roçaram os meus, hálito quente, sua língua passeou em meus lábios carnudos, enfio a língua em minha boca, provocando uma vontade enorme de retribuir, uma mão ficou em um seio a outra foi descendo tateando cm a cm meu umbigo meu ventre e lentamente alisando chegou em meu sexo, no meu grelo em fogo, saltado quase furando a calcinha, enfiou a mão por dentro da calcinha, seu dedo médio foi ate meu anus, já úmido pelo liquido vaginal que escorria de mim, e voltou pressionando minha buceta totalmente molhada, sua mãos sumiram e apareceram novamente puxando minha calcinha suavemente ate sair me deixando nua .....sua língua voltou senti seu rosto entre minha s pernas, sua respiração estava mostrando seu nervosismo, eu quase morrendo de tesão e desejo, sua língua entrou em minha vagina quase com violência, sua boca aberta parecia que queria engolir minha pequena vagina chupou-me toda , movimentos frenéticos, concentrou-se em meu clitóris , mordendo levemente depois forte, me fazendo explodir no primeiro orgasmo, nunca pensei gozar assim plenitude total, senti-me feliz, relaxando todos meus nervos em uma colisão de desejos, Temia que ele tivesse notado meu fingimento, que minha estratégia fosse descoberta..........senti ele subindo, subindo sobre meu corpo meu corpo ficou entre suas pernas, ele era grande pegou minha mão e levou ao seu caralho, movimentando como fosse masturbar, era grande pensei se ele resolvesse introduzir em mim não aguentaria.........foi deslizando lentamente em direção aos meus lábios roçou em meus lábios meu rosto passando em meu nariz olhos, forçou meus lábios com a cabeça do membro deixei que minha boca se abri-se introduziu em minha boca , fiquei com uma enorme vontade de chupar seu pau mas me contive, meus lábios se uniram em volta daquele cacete maravilhoso, minha vagina era um rio de molhada, estava com vontade de sentir sua ejaculação, de repente ele saiu dexando um leve gosto de esperma que já saia da cabeça do seu pau,,,,,, Com os joelhos. Ele escancarou minhas pernas, gelei pensei ele vai me deflorar, mas continuei quieta ele encostou a cabeça do membro em minha buceta, e pincelou para cima e para baixo forçando meu hímen e ao mesmo tempo esfregando em meu anus, aquilo era maravilhoso se ele empurra-se o caralho em mim eu deixaria, gozei novamente com ele esfregando o pau na minha sofrida buceta, Então veio uma farta ejaculação na minha buceta, meu ventre, meu umbigo, chegando ate meu rosto, era muito esperma, ele continuava esfregando e eu gozando sem parar minhas pernas tremendo quase me denunciando............... Desceu da cama e pegou meu corpo me virando deixando ele me deixou com as nadegas para cima, e abriu minhas pernas Já sabia sua intenção, por isto ficou pincelando meu anus, gelei de medo.....não vou aguentar.........meu Deis me ajude..... O desejo era tremendo continuei fingindo, assustada com a dor que poderia sentir, mas eu queria Seu rosto roçou minha bunda, lambendo entre minhas nadegas, sua saliva grossa regou-me toda, ficou com a língua tilintando meu anus, me enchendo de prazer sua língua sumiu e foi substituída pelo membro, ele parou a cabeça encostada em m eu cu já lubrificado, e so pedia em pensamento muito carinho, o liquido grosso da saliva escorria ate minha buceta, começou a fazer pressão, encontrando resistência, fez mais força, comecei a sentir dor, ele empurrou e com uma dor profunda senti a cabeça do seu caralho entrar em meu anus, ele ficou quietinho, affffffffff era tudo que eu queria A dor era imensa. Ele empurrava milímetros e puxou empurrava e puxava senti que ele colocava mais saliva a cada vez que fazia este movimento, pensei que não acabava mais, quando pensei ter entrado tudo ele empurrou o que restava violentamente, quase desmaiada de dor senti-me penetrada até minhas entranhas, ele tirava até ficar somente a cabeça molhava de saliva e empurrava novamente, sentia que chegava ao meu estomago, comecei a sentir prazer depois de tanta dor, Minha excitação foi aumentando, entrando e saindo meu tesão aumentando, ele empurrava ate encostar os pelos em minhas nadegas tirava ate ficara somente a cabeça e enfiava tudo novamente, começou vir em mim um orgasmo anall, infindável com aquele ,membro enterrado no meu anus sofrido, ele dei um gemido forte e afundou tudo no meu cu e ejaculou um rio de porra na minha bunda...........meu anus piscava enquanto eu ainda gozava, no seu pau..............fiquei de costa olhos fechados, imóvel ele acariciou meu rosto e disse: -Rosa abre os olhos chega de fingir.... Continuei silenciosa....... -abre os olhos minha querida sei que você esta acordada, você tomou remédio errado, tomou vitaminas mesmo, de verdade, -então você sabia que eu estava acordada o tempo todo -se eu estivesse realmente dormindo teria feito o que fez ? - rosa ninguém e dono dos desejos ele vem em nosso cérebro você se entregou completamente eu sabia que você estava fingindo você se entregou totalmente, ninguém adormecido goza conforme você gozou Te amo filhinha...............vamos esperar sua mãe amanhã Ele me deu um beijo sugando minha língua, passou o dedo em minha buceta e chupou o dedo, e disse logo vou comer sua buceta cheirosa e doce.......................... -Você quer ? - não respondi, só abri as pernas, mostrando minha vagina molhada e fiz um Bye Bye com as mãos Final logo escrevo como foi embora meu cabaço

04
Abr17

eu e meu padrasto (terceira parte )

Jf

Os dias foram seguindo, minha mãe mandava notícias que minha avó estava melhorando e logo voltaria, De manhã antes do café ele perguntou e os carinhos Rosa, -pode pedir paizinho - eu queria acariciar novamente seus seios, mas desta vez diferente -diferente? como? -por baixo das roupas, -eu deixo pode fazer, -mas quero fazer com a boca, você vai deixar, -so se você pensar em mamãe enquanto faz isto comigo promete.......? promete? -penso nela sim prometo Rosa, -então eu deixo, e não deixo fazer outras coisas ta bom -ta então tira a blusinha............ -ta bom mas pensa em mamãe ta............ Então tirei lentamente a blusinha corada e com vergonha assim diretamente ficava acanhada era um jogo, deixei a mostra meus seios de menina moça durinhos e com os bicos duros transparecendo meu tesão, Ele chupou e passou a língua depois pediu para dar um beijo na minha vulva por cima da calcinha relutei mas deixei, ele aproveitou e passou a língua diversas vezes, molhando minha calcinha que já mostrava um ponto de umidade devido ao meu enorme tesão, eu estava em pé so de calcinha e com as pernas abertas olhos fechados e gemendo, aiiiiii paizinho. Para isto não estavaaaaaaaaaaaaa combinadoooooooooooooo aiiiiiii paaraaaaaaaaa ssshhhhhhhhhhh assim eu não deixo mais.............estava gozando e me puxou apertando minha bunda de encontro a seu rosto sua língua mesmo por cima da calcinha me fez gozar, um espasmo e novamente pernas bambas, ele ficou em pé me segurando me abraçou e perguntou se eu estava bem - Rosa você esta bem , gostou do carinho -simmmmmmmmm papaiiiiiiiiiiiiii senti seu pau duro e fora da bermuda encostado na minha barriga, e quase chegando em meus peitos eu descontrolada, e tremendo e ele se aproveitando esfregando seu caralho em mim notei gotas de sêmen saindo da uretra da cabeça do seu pau, que pulsava.............. -Rosa minha linda vai me deixar assim -assim como -excitado e de pau extremamente duro -o que você quer que eu faça, -o mesmo que fiz em você, (lembrei-me como ele fez com minha mão uma noite em meu quarto) -sentei-me e ele ficou em pe em minha frente sem que pedisse desamarrei sua bermuda deixando descer ate seus pes, seu membro palpitante ficou quase na altura de minha boca deu-me ânsias de chupar aquela maravilha, pedi para ele se sentar ao meu lado, Ele pegou minha mão direita e colocou aberta em seu membro, fechei a mão em torno dele e comecei movimentar devagarinho, subindo e descendo, fazendo a pele macia deslizar sobre membro, duro, quente e grosso, a princípio ele guiou minha mão depois deixou-me continuar sozinha, Eu olhava minha mão pequena, meus dedos não fechavam em torno daquele caralho grande e bonito, me debrucei olhando de pertinho, e a gotinha escorreu molhando minha mão uma gota saia atrás da outra ele estava arfando e aumentando seus batimentos , suspirando ...instintivamente tornei mais rápido os movimentos e deu um forte gemido, Quando vi que ele começava ejacular, masturbei forte e o mais rápido que consegui, saiu um esguicho alto quase atingindo meu rosto, assustei, foi saindo mais jatos os últimos molhando minha mão e escorrendo sobre seus pelos, soltei seu membro, que ainda dava saltos, e olhei seus olhos ele respirava pesadamente -gostou paizinho -puxa vida adorei -não esqueça que fiz isto para satisfazer você substituindo a mamãe, você pensou nela o tempo todo não? -pensei sim levantou-se e foi para seu quarto e eu fui para o banheiro limpar aquela enorme quantidade de porra Um dia estava deitada de costas no sofá pernas abertas ele veio silenciosamente sobre mim, e foi mordendo meu pescoço, me dando arrepios incríveis, baixou meu short com a calcinha junto, eu quis reclamar mas não consegui ele tirou meu short pelos pês abriu minhas pernas e meteu a língua em meu cu............. -ai pai ai não pode e nojentoooooooooooooo nãoooooooooooo paiiiiiiiiii parrrrrrrrrraaaaaaaaa eu gemia e mexia meus quadris mostrando que estava gostando, sua língua alcançava minha buceta, e ia até meu cuzinho, ele meteu a mão por baixo do meu corpo e começou massagear meu grelo duro, deixei ele fazer aquilo , a sensação era tremenda me entreguei me entreguei sabia que iria gozar forte, minha vagina úmida ensopada mostrava que este era o único caminho, Sua língua me fez gozar forte eu dava saltos de puro prazer, e urrava, paizinho0ooooooooooooaiiiiiiiiiiii vou desmaiar assimmmmmmmmmm senti em delírio o mais profundo orgasmo até aquele dia, Terminado o orgasmo fiquei ali desfalecida, pernas abertas buceta molhada clitóris dolorido mas satisfeita, sentei-me no sofá procurando meu short e calcinha, vesti-me ele ficou parado em minha frente, desamarrou a bermuda deixando cair como não usava cueca, seu pau ficou apontando meu rosto, pegou meu rosto e encostou em seu membro, endurecido e vazando sêmen, eu adivinhava o que ele queria, segurei seu membro e fiquei olhando dei um beijo na cabeça do seu pau uma leve lambidinha, na gota de sêmen que estava quase caindo ao chão, encostei em meus lábios e fui abrindo a boca deixando deslizar entre meus lábios, até tomar todo espaço quase chegando a minha garganta, fiz que entrasse e saísse diversas vezes, chupando forte, e apertando os lábios, quando senti que ele iria gozar tirei da boca e masturbei rapidamente com uma das mãos até ele gozar fartamente sobre o sofá, Esperei uns minutos até passar sua palpitação, e levantei-me limpei-me e dei um forte abraço nele sentindo seu pau encostado em meu corpo já amolecendo Fui para meu quarto Sempre mantendo a porta fechada,,,,, Amanhã última parte (espero que estejam se masturbando pensando na minha historia) Meu nome verdadeiro e Sonia – coloquei este Nick para evitar os deselegantes

04
Abr17

eu e meu padrasto (segunda parte)

Jf

Daquele dia em diante não pensei mais nele como padrasto mas como homem, a deseja-lo, pensando sempre naquela noite, pensamentos de uma menina em suas primeiras experiências sexuais, Ele começou a se esquivar de mim, e eu não conseguia entender. Um mês depois ele disse que iria viajar, dias mais tarde viajou, o tempo foi passando, depois de muito perguntar a minha mãe, ela falou que ele estava preso injustamente, e estava com advogado tentando libera-lo de culpa de contrabando e tinha muita vergonha não queria que o visitássemos, além disto era longe, outro estado, O tempo foi passando as recordações se apagando e as emoções do sexo adormecidas, meu corpo agora com 16 anos estava formado, os garotos da escola me bajulavam, seios rijos e trepidantes, minhas nadegas firmes e arredondas, desejava meu padrasto que estava longe, minha vida seguia lenta e sem graça. No dia de meu aniversário de 16 anos, apesar dos presentes disse a minha mãe que queria meu pai, e chorei, no dia seguinte chegou um telegrama, Sai hoje PT, chegarei amanha PT Parabens pelo aniversario rosa PT , quando minha mãe leu também fico pasma e quase desmaiou de alegria, Estávamos sonhando talvez com a mesma coisa, eu não podia deseja-lo ele era dela, mas eu o desejava intensamente, minha mãe arrumou toda casa e eu retornando minhas recordações com violência, meu padrasto continuava sendo MEU HOMEM, uma leve batida na porta e minha mãe correu abrir ...la estava ele em pé, com um enorme sorriso no rosto, nos envolvemos em fortes abraços, com lagrimas, de alegria e felicidade, Quando a noite chegou fiquei sozinha em meu quarto, meus pais felizes no seu, bem próximos de mim, ouvi os afagos os gemidos de gozo, os ruídos deles fodendo diversas vezes matando o tempo longo de espera. Gemeram e gritaram .... com a cama fazendo ruídos reveladores. Ouvindo aquilo me masturbei desesperadamente com o pensamento no corpo e no caralho do meu padrasto Pedro, só assim consegui dormir, ele me evitava, saia de manhã e voltava a tarde procurando emprego, Numa certa tarde chegou em casa um tio irmão de minha mãe, trazendo más notícias, minha avó estava muito doente e pedia que minha mãe fosse lá para passar alguns dias até ela se recuperar, minha mãe nem perguntou se eu queria ir, disse que eu tinha que ficar para cuidar de meu pai, deu-me algum dinheiros e um monte de instruções, combinou com uma vizinha de fazer almoço e janta para nós. No dia seguinte ela partiu com meu tio. Começou em minha mente, um desejo que eu procurava reprimir, não conseguia tirar de minha mente aquela noite, eu sentia que tudo seria diferente agora eu já era uma mulher eu tinha a certeza que ele iria me abordar, Logo depois que mamãe saiu começou o cerco.......senti em meu corpo e em suas atitudes, Sentado no sofá ele pediu um café, levantei para fazer, quando voltei com o café ele disse, -Rosa porque não senta aqui ao meu lado, após depositar a xícara sobre a mesa sentei-me ao seu lado apenas com a aproximação senti que não iria resistir, não teria forças para isto, meu desejo por ele estava fora de controle, resolvi me fingir de tola e ingênua, facilitaria para ele se assim me julgasse, -Rosa sabe que fiquei satisfeito que sua mãe foi cuidar de sua avó uns dias, - Saber eu sei, porque você está me dizendo mas você não gosta mais dela? - Gosto sim Rosa, adoro ela e adoro você também, eu disse ter gostado porque queria conversar com você, conhecer seu íntimo, seus desejos suas ânsias como você já e uma moça quero que saiba algumas coisas que sua mãe não diria, pois ela e cheia de preconceitos de tabus que herdou de seus avós, você está substituindo sua mãe, será que eu não mereço um carinho especial depois de tanto tempo.... - Merece sim paizinho Levantou-se também me levantei, ele abriu os braços e me puxou de encontro a seu corpo, fez força tentando encostar seu corpo ao meu, coloquei minhas mãos em seu peito e empurrei de leve, - Rosa este não e o abraço carinhoso que sonhei, parece que vc em medo de mim, Aquilo me comoveu profundamente emocionada passei os braços em sua cintura, satisfazendo sua vontade, apertei de encontro a ele sentindo seu membro duro em minha coxas, desvencilhei-me dele chocada e corri para meu quarto, almoçamos na vizinha e sai para resolver coisas de escola, jantamos e fui direto ao meu quarto, lembrei que a fechadura do meu quarto estava quebrada, nunca me preocupei em trancar, deitei-me cedo eu não queria que ele visse mas esperava sua visita, comecei a pensar como iria resistir......ele veio de mansinho sentou-se como naquela noite (primeira parte)passou as mão em meus seios, quando sua mão já encostava em minha buceta por cima da calcinha e camisola, eu abri os olhos e disse ESTOU ACORDADA papai, Ele foi embora de mansinho como chegou... Pela manhã ele falou comigo como se nada tivesse acontecido –Rosa quero falar com você, sentei-me ao seu lado no sofá e ele explicou-me como conheceu minha mãe e depois assumiu minha paternidade etc etc., sempre te reguei com muitos carinhos que agora você está me negando, ...... Almoçamos jantamos e novamente fui para meu quarto bem cedo, eu me mantinha acordada e ele passava frente ao meu quarto e me via de olhos abertos, No dia seguinte saiu e quando voltou. disse ter ido ao médico pois não estava bem, disse ele me receitou umas vitaminas e acho que você deveria tomar também, pois me parece abatida, se não fizer bem mau não faz.... Antes de me deitar tomei uma pílula daquela, me senti sonolenta e dormi. Acordei com a camisola suspensa e suas mãos em meus seios, reagi pedindo para ele deixar-me dormir, na outra noite ele me deu duas pílulas, logo adormeci, acordei com ele acariciando minha buceta tomada pelo susto não senti nenhuma sensação, novamente dei-lhe uma bronca, ele saiu; ..................... O ritual se repetiu ele quis me dar 3 pílulas, -papai acho que não vou tomar - porque Rosa -acho que me dá muito sono - nada e assim mesmo eu também tenho dormido feito pedra, -ta certo papai eu tomo, mas promete não mexer comigo, eu disse aquilo sem refletir, traduzindo meu pensamento, eu mesma fiquei surpresa de colocar as coisas assim tão claras, me senti ruborizada, - mexer com você, para com bobagens Fiquei até com vergonha pois pensei ter sonhado e estava culpando ele atoa, me senti sonolenta, Mas como ninguém mando em seu sono, sonhei que meu paizinho beijava minha buceta, passava a língua, passava a língua lentamente penetrando fundo, me sentia molhada, clitóris duro eu senti em um sonho que gozava era uma sensação gostosa e única, eu queria acordar mas não conseguia , em minha vontade de acordar, não deixei de sentir deliciosas sensações, pegava a cabeça de meu paizinho e forçava com as duas mãos contra minha buceta, enquanto o orgasmo se estendia pelo meu corpo senti me debater gemendo num gozo incrível, com extrema dificuldade sai daquele sonho, abri os olhos e num pulo repentino, fiquei em pé ao lado da cama, ainda em sonho pensei ter visto um vulto saindo do quarto, oi suor escorria de meu corpo, enquanto recobrava minha consciência, senti a buceta molhada pelo gozo, embora sonhando eu tinha gozado forte, meu subconsciente me dominava, até onde ia a profundidade de meus desejos Já ia me deitar novamente quando senti estar sem calcinhas, veio a dúvida foi sonho ? Resolvi mudar de atitude.... No dia seguinte, fui a mercearia coisas domesticas, deixei tudo preparado, para quando ele acorda-se Ele acordou dei-lhe um beijo carinhoso (na face), ele perguntou porque eu estava tão contente, disse que tive um lindo sonho, e o interessante que a uns 3 anos tive o mesmo sonho…gostei dos dois. Ele sorriu, Ficamos conversando, ele perguntou-me se tive algum namoradinho, - Não papai não tive -você e virgem, -fiquei corada com a pergunta, - claro, pois como meu futuro noivo iria me aceitar para casar e mamãe endoida se eu fizer algo a respeito....nem pensar uma coisa desta antes do casamento -mas nenhum carinho, mais usado com algum menino? -não papai, onde você quer chegar com isto ????? -voce não tem curiosidades sobre sexo eu posso te ajudar pois com certeza você já teve mestruação, -tive sim e mamãe me explicou tudo pode deixar Você já viu um homem nu, já viu o sexo de um homem. -não papai (pensei comigo já senti quando você gozou na minha mão e esfregou o caralho em minha buceta), -Ele sentou-se a mesa e fui buscar o café, coloquei sobra a mesa, eu fiquei sentada frente a ele, ele com uma mão baixada sob a mesa e a outra pegou o café, me olhando, quando foi pegar a colher que estava ao meu lado derrubou caindo ao meus pés ao meu lado..............abaixei-me para apanhar olhei na sua direção, sob a mesa ele tinha desabotoado sua bermuda inteira, estava sem cuecas seu sexo inteirinho para fora vi seu membro enorme e grosso cabeça avermelhada estava palpitando como em pulos....seu saco com pelos negros também a mostra, fiquei olhando fascinada e excitada eu realmente nunca tinha visto um membro de um homem, fiquei assombrada, achando que era uma coisa linda senti desejo de tê-lo nas mãos, custei a tirar minha vista daquela coisa que me excitava enormemente, com muito custo me levantei, sentia o sangue quente em meu rosto, não so pela posição que estava, como pela vergonha, pus a colherzinha no pires e olhei para meu padrasto, Aparentando a maior calma me perguntou -o que foi Rosa? você está vermelha? -Não foi nada pai, acho que dei mal jeito no corpo, Perguntou -você gosta de carinhos Rosa? -acho que gosto que tipo de carinho papai, - se eu quisesse acariciar lhe você deixava? -ora vindo de você claro que vou gostar você e meu pai -e até que ponto gostaria -Ora e carinho tem ponto, qual carinho voce queria me fazer? -posso dizer? -Pode sim -queria acariciar seus seios, - mas pra que ? isto e carinho ? -sim, e carinho, - ta bom mas por cima da roupa, Senti ele se ajeitando com a bermuda e se levantou, Chegou por trás da minha cadeira, inclinou-se e segurou meus seios, suavemente e começou alisa-los, meus mamilos que estavam duros ficaram mais duros ainda, ele começou a passar os dedos sobre eles, uma mão em cada seio, eu senti uma sensação gostosa, -está gostando Rosa - muito paizinho (até demais me sentia excitada Suas mãos tentaram entra por baixo do vestido, eu estava sem sutiã, na verdade não usava, disse papai por cima da roupa nós combinamos, - Rosa vamos fazer um contrato, -vamos contanto que não seja ruim ........(suas mãos continuavam me acariciando, eu excitada e sentindo que iria gozar, era uma sensação ótima e minha vagina molhava absurdamente) -Qual e o contrato -voce me deixa fazer carinhos em você quando não gostar eu paro de imediato, não quero ver voce triste comigo, -esta ssshhhhhhhhhhh cerrrrtooooo, paizinho (estava gemendo e gozando) mais um de cada vezzzzzzzz Acabava de gozar e ele claro que notou. Não aguentando mais largou meus seios e se dirigiu para o banheiro…. Fiquei imaginando o que ele teria ido fazer............ Mesma sabendo que ele iria descumprir o contrato, ele me julgava ingênua e tola tinha lhe dito que considerava minha virgindade importante, Levantei-me arrumei a mesa do café e sentei no sofá para ver TV passado um tempo ele retornou do banheiro e sentou-se na outra extremidade do sofá, pegou um livro e ficou lendo me olhando as vezes Nossa casa e de gente pobre de madeira apesar de nova tinha uns consertos a fazer, o banheiro ficava bem em frente ao quarto de meus pais, de dentro do banheiro dava para ver a cama de casal, na porta havia uma fechadura que foi quebrada e depis de retirada ficou somente o buraco a porta era fechada com um trinco, diminuto, o buraco foi tapado com um papel imitando madeira difícil de ser notado, Arranquei o papel e medi, ficava na altura de minha vagina, fui por fora e de la se olhava quase o banheiro inteiro, estava admirada com minha malicia e organização estava preparada para uma vingança, Voltei a sala e disse -papai quero que me faça um favor alias uns dois ou três, queria que conserta-se o buraco do banheiro, pois olhando por ele do lado de fora a gente vê tudo lá dentro queria que você muda-se o espelho de lugar pois olhando para o seu quarto da para ver sua cama inteira, e queria que coloca-se uma lâmpada forte no banheiro eu tomo banho a noite e aproveito para tirar cravos e espinhas, Ele se levantou e foi olhar tudo, voltou e disse -você tem razão vou ajeitar tudo, colocou roupa e saiu, Aproveitei sua ausência a ajeitei toda casa Almoçamos como sempre na ausência de minha mãe na casa da vizinha, dei uma saída e voltei por volta das 16hs, Ele estava no sofá, de bermuda e sem camisa, passei por ele, e fui ao meu quarto estava excitada, Disse -Pai vou tomar um banho, mas não vai olhar pelo buraco por favor. Entrei no banheiro e comecei tirar a minha roupa sabia que ele já deveria estar com o olho colado no orifício, Queria faze-lo morrer de excitação, despi-me lentamente, fazendo um verdadeiro strip-tease, tinha escolhido minha posição, exatamente frente a porta, onde ele pudesse me ver toda, fui tirando o vestido pela cabeça e depositei bem frente aos meus pés, so de calcinhas afaguei minha buceta por cima do tecido da calcinha, a excitação me dominava, pelo contato de meus dedos acariciando minha buceta e a certeza de que meu pai estava olhando pois de relance vi um olho colado ao buraco, Fui baixando a calcinha vagarosamente, enquanto que com a outra mão acariciava minha buceta já molhada e com o clitóris ereto duro, eu me achava bonita, os ralos pelos loiros, mal cobria os clitóris, os grandes lábios estavam inchados pelo tesão, meu clitóris sobressaia da buceta grande, sempre aflorou de minha buceta achava anormal, comecei a bolinar ele, Abri minha buceta o máximo, para que ele visse ela inteira e como estava úmida escorrendo mostrei meus dedos molhados na direção do orifício da porta, passei por cima das roupas no chão e virei de costas na direção dos seus olhos ali grudados, abaixei-me como que para apanhar as roupas, e abri as pernas, ao máximo, baixando meu ventre e empinando a bunda, queria que ele me visse por tras, toda aberta e me masturbei violentamente a alguns centímetros dele, quase dava para sentir sua língua, passei o dedo molhado em meu cuzinho, e novamente enfiei na buceta, me virei ficando de frente novamente abrindo minha buceta e esfregando com um mão meu clitóris e com a outra, minha buceta Marmurando .aiiiiiiiiiiiii paizinhoooooooooooooooo, shhhhhhhhhhhh vou gozzzzaaaaarrrrrrrrrr, fiquei ali gozando com as pernas tremendo joelhos dobrando, em espasmos com a buceta totalmente ensopada, fiquei ali parada alguns minuto me recobrando . já não via mais nada no orifício, lentamente puxei o trinco e abri a porta, o vi no quarto de costas fingindo estar dormindo, e notei no chão uma enorme quantidade de semem, ele tinha se masturbado molhando a porta que escorreu ate o chão fazendo uma pequena poça de porra, Tomei um banho demorado Fim da segunda parte Rosa..............

04
Abr17

eu e meu padrasto (primeira parte)

Jf

Minha mãe me contou que quando estava me esperando gravida de 4 meses, meu pai faleceu, cinco meses depois eu nasci, depois de uns 4 anos minha mãe casou-se com um rapaz de nome Pedro, Minhas lembranças de infância relacionadas ao que vou contar começaram aos meus 13 anos, sempre fui, segundo minha mãe bem desenvolvida, para minha idade, ajudava minha mãe nos afazeres de casa ia na escola, tudo normal, meu corpo já tomava forma meus seios nascentes me provocava vergonha, minhas ancas estavam arredondadas, tudo me incomodava não sabia porque, Meu pai adotivo era muito carinhoso, sentava-me em seu colo e me embalava como se fosse uma criança, ele tinha trinta e cinco anos, minha mãe me tratava como uma princesa, eu estuda a tarde e passava quase sempre as manhas inteiras em casa estudando ou brincando, hoje eu vejo que muita coisa do que aconteceu foi, muitas vezes, por minha própria culpa, um dia minha mãe saiu cedo para ir a igreja, meu padrasto disse estar doente e que não iria trabalhar, logo que ela saiu ouvi sua voz me chamando -ROSA ! -Já vou ! Levantei-me de onde estava brincando e fui atende-lo, -me traz um copo d’água Rosa, por favor, Entrei no quarto copo na mão, chegando perto da cama entreguei o copo, ele parecia distraído, olhei sem querer ele estava com a bermuda do pijama desabotoada, seus pelos negros estavam a mostra, notei sua bermuda levantada pressionada pelo membro rígido, aquilo me chocou, mas eu não conseguia desviar os olhos, fascina senti meus mamilos se enrijecerem, a boceta úmida de repente, sensações gostosas e novas para mim, eu tinha 13 aninhos fugi, pela primeira vez do sexo, Não demorou minha mãe chegou, Os dias foram passando as vezes eu estava acordada quando ele chegava do trabalho, ele perguntava como vai minha namoradinha, ? -vou bem papai! Acho que era uma catequização, meu padrasto era másculo, irradiava virilidade, aos domingos ele estava em casa e me cobria de carinhos, quando sentava em seu colo sentia o membro duro nas minha s nádegas, aquilo me excitava e eu me mexia involuntariamente mesmo sabendo não estar certo, tinha medo que minha mãe proíbe-se, mas não conseguia me afastar dele, éramos artistas dissimulados, passei a esperar os domingos ansiosamente, meus seios já enchiam minhas mãos e na minha vulva brotavam alguns pelos, eu gostava de passar a mão mas nunca tinha me masturbado, Uma noite quando já estava deitada em meu quarto minha mãe foi chamada para atender uma vizinha doente, eu ainda não estava dormindo e ouvi tudo, pensei comigo estamos sozinhos, Em pouco tempo senti passos se aproximando logo após a saída de minha mãe, era meu padrasto fingi estar dormindo, ele sentou-se levemente na beira da cama, e começou a passar a mão de leve acariciando minhas pernas, Colocou meu pé esquerdo sobre seu colo, senti que ele mexia na bermuda do pijama, eu estava excitada lembrando o que tinha visto anteriormente, estava deitada de costas pernas entreabertas, eu não me movia, senti meu pé encostar-se no membro quente e duro, a sensação foi deliciosa, e mais me excitou, meu mamilos até doíam, a buceta ficou úmida, ele era meu padrasto e eu sua namoradinha, ele não iria fazer nenhum mal pra mim, Ele esfregava meu pe em seu membro sua respiração era pesada, seu membro pulsava de encontro ao meu pé., sentia seus pelos, minha excitação aumentava, de repente ele parou colocou meu pé sobre a cama, levantou-se e sentou-se próximo a minha cintura, pegou minha mão com jeito e levou ate seu membro, fechou meus dedos tentando fazer segura-lo e começou a movimentar para cima e para baixo, lentamente, seu membro era grosso quente e comprido, este contato me fez sentir a boceta encharcada, com este contato, apertei um pouco como inconscientemente, ele soltou um suspiro de satisfação, apressou os movimento e senti na minha mão o membro pulando e um liquido quente e espesso correndo entre os dedos, ele continuava pulsando dando pulos e soltando muito liquido, eu inocentemente ignorava o que era aquilo, mas era excitante para mim, Neste exato momento quando meu padrasto dava o último suspiro alguém bateu na porta, ele rapidamente se recompôs e foi abrir a porta, era minha mãe afobada dizendo que tinha vindo buscar um remédio, em seguida saiu novamente Que decepção !!!!! espera mais alguma coisa, sem saber exatamente o que era, fiquei com minha mão molhada pegajosa, cheirei, sentindo pela primeira vez o odor agradável de sêmen, quase sem refletir num impulso, baixei minha mão e esfreguei em toda minha buceta, lentamente, misturando o sêmen com meu liquido vaginal, com o dedo médio acariciava meu clitóris ereto, quando já estava atingindo meu primeiro orgasmo, sem que na verdade soubesse o que era, ouvi meu padrasto vindo novamente, rapidamente antes dele abrir a porta desci minha calcinha ate os joelhos, voltei a fingir dormir, ele ficou alguns momentos certificando-se que eu estava dormindo, quando teve a certeza sentou-se novamente ao meu lado, eu estava coberta com um lençol fininho, estava ansiosa com expectativa, em movimentos inconscientes abri minhas pernas ate onde a calcinha permitia, sua mão mergulhou por baixo do lençol e pousou na minha buceta com sêmen e meu liquido, começou alisar minha buceta procurando meu clitóris, quando encontrou, pois e muita fácil ele e grande, começou a tilinta-lo, eu estava sufocando reprimindo suspiros e gemidos, ele tirou o lençol completamente passando a mao nos meus seios, e devagarzinho acabou de tirar minha calcinha, eu fingia dormir entregando me totalmente as sensações do sexo, puxou minha camisola até meu pescoço, enrolando nesta altura, fiquei nua do pescoço para baixo pernas arreganhadas, ofegante, com ânsias desconhecidas, ele passava as mãos em meu corpo me acariciando, Encostou seus lábios e passou a língua em minha boca me beijando, um beijo molhado gostoso, desceu e sugou meus mamilos, com a mão toda aberta movimentava sobre minha buceta primeiro levemente depois mais forte e mais rápido, eu atingi meu primeiro orgasmo, murmurei alguma coisa como se estivesse, sonhando ele ficou imóvel enquanto eu tinha leve espasmos, sensação incrível mas queria mais, Ele beijou meu ventre, encostou o rosto na minha buceta, aspirando o perfume do sexo, senti um choque quando senti sua língua no meu clitóris, sugando, e lambendo, do meu cu até meu grelo, aquilo demorou alguns minutos, ele parou e agachou-se entre minhas pernas com seus joelhos forçando minhas pernas arreganhadas, encostou a cabeça do membro em minha buceta, senti um calafrio, mas aquilo era muito excitante, estava com a buceta totalmente úmida, começou esfregar e masturbar rapidamente, veio meu segundo orgasmo levantei meus quadris levemente, senti a cabeça do seu membro no meu hímen , ele forçou levemente e continuo a masturba-se, meu sexo estava dolorido eu gozando sem parar, quando senti jatos de sêmen em minha buceta, molhou minha buceta meu umbigo os jatos atingiram até meu pescoço, onde estava a camisola, algumas gotas sobre meu rosto, ele levantou deixou-me como estava ali na cama, pernas abertas cheia de porra no corpo todo buceta dolorida, descoberta, camisola enrola no pescoço e sem calcinha, Enxuguei meu sexo no lençol limpei-me daquela lambança de porra vesti a calcinha, não entendi nada, So mais tarde compreendi que mesmo que eu estivesse dormindo, o que era difícil acreditar, ele queria que eu acorda-se, nua com as roupas no chão, e pensasse no que teria acontecido, Era um jogo, Segunda parte amanhã Rosa

25
Mar17

comendo a enteada

Jf

Minha Enteada é o meu calvário Meu nome é Carlos tenho 39 anos, bem conservado, conheci a Patrícia quando eu tinha 28 anos e passamos a morar junto nesse tempo ela já tinha uma filhinha Clara de anos, o pai de Clara é um Zé ninguém que sumiu no mundo, só fez fazer. Clara tomava banho comigo e com a mãe dela desde sempre aos anos não deixamos mais, dissemos a ela que estava mocinha e deveria tomar banho sozinha, mais o costume de ir de madrugada para a nossa cama continuou e muitas vezes isso me incomodava, Patricia dizia que isso ia ter fim era só ter paciência assim como acabou o banho junto com a gente. Acontece que Clara já com anos estava um tezãozinho, muito linda e ia deitar com a gente com uma camisolinha transparente, deixando transparecer o peitinho e a calcinha minúscula que usava, e o pior e que de vez por outra encaixava a bundinha no meu pau, certa vez a mãe de Patrícia foi internada para fazer uma cirurgia e Patrícia foi acompanhar a mãe no hospital a noite já que durante o dia era enfermeira no mesmo hospital. Acontece que logo na primeira noite que ela ficou no hospital , de madrugada a Clara chegou na cama para se deitar, parece que estava sonolenta e foi chegando deitando e pegando parte o meu cobertor e se cobrindo ficando de costa pra mim, eu disse Clara, vai pra tua cama tua mãe está no hospital, ela disse a tio deixa eu ficar aqui, e se aconchegou mais ainda em mim, esfregando a bunda no meu pau, eu disse deixa disso vai pro teu quarto, ela: porque? Porque fica te esfregando em mim, ela; e o que é que tem? É que eu fico de pau duro e pode invadir essa tua bucetinha e fazer um estrago, ela; será? Sr. Não tem coragem; então comecei passar a mão na bundinha dela, como ela estava com uma camisolinha passei a mão direto no funda da calcinha, ai ela deu um gemidinho e empinou a bundinha, passei pela lateral da calcinha e passei o dedo na rachinha dela, então eu disse essa tua calcinha é muito apertada, ela simplesmente tirou a calcinha e disse pronto. Nesse momento perdi o receio de tudo, eu só queria me divertir com aquela menina de apenas 11 aninhos que me enchia de tesão, meu pau estava quase estourando de tão duro; baixei o short e comecei a passar o pau na bucetinha dela e não passou nem um minuto e ela já estava gozando, e continuei esfregando o pau em toda a extensão da buceta dela sem introduzir, ela se mexendo que parecia uma cobra na areia quente, disse a ela quando tu aguentar vou tirar o teu cabacinho, então ela disse tira logo que eu aguento, disse não vai sair sangue e quando tua mãe chegar vai perceber, vai te encher de pergunta e tu vai acabar contando, disse ela nunca, pois vou querer brincar sempre com você. Então comecei a beijar o pescoço, orelha e a boca e ela muito timidamente colocou a língua na minha boca, foi baixando e mamei nos peitinhos e fui passando a língua na barriga e cheguei bucetinha que estava toda meladinha da gozada anterior, e cai de boca e ela enlouqueceu uma hora ela empurrava a minha cabeça de encontro a buceta, outra hora ela passava as pernas em volta da minha pás e ficou naquela loucura ate que gozou me presenteando com uma bela mixada. E voltei a esfregar o pau na bucetinha ela gozou de novo e eu gozei também que nem um cavalo, foi porra que alagou a bucetinha dela, mais foi só por cima sem introduzir, mandei ela ir para o quarto dela pois a mãe não podia ver ela dormindo na nossa cama quando chegasse. Mas a partir desse dia começou um inferno na minha vida, essa menina me sacaneando o dia todo e toda madrugada, vai para o nosso quatro, sem calcinha e fica esfregando a bucetinha no meu pau ate gozar, foi praticamente obrigado a tirar a virgindade dela de tanta perturbação, hoje ela esta com 13 anos e fica pedindo pra gente fugir e ir viver a nossa vida, já mandei ela sair com outro homem me disse que não é puta pra tá transando com qualquer um, minha vida virou um inferno no começo da noite fodo a mãe dela 6 horas da manha tenho que foder a filha, outro dia fiquei de cama devido uma dor de cabeça, , a mãe foi trabalhar e ela disse que não ia a escola pra cuidar de mim, azar o meu antes da mãe dela chegar 12,30 transamos quatro vezes, e o pior e que agora não quer mais tomar remédio diz que se engravidar eu vou ter que assumir ela. Na verdade eu não sei se eu fodo ou se eu estou fudido, o diabo da menina só pensa em sexo, se é sábado e a mãe vai ao mercado ela não vai que pra gente dar um rapidinho. Mais eu adoro transar com ela tem um gozo fácil, com poucas bombadas já esta gozando e a buceta fica clicando em volta do meu pau. Estou pensando seriamente em me mandar com ela, porem tenho que deixar ela completar 14 anos, O que vocês acham?

25
Mar17

o primeiro encontro

Jf

Depois de uma semana cansativa no trabalho, eu estava querendo relaxar e finalmente o sábado chegou e eu tinha uma festa em uma casa de show que começava com um churrasco no almoço e não tinha hora para acabar. Assim que cheguei na festa, meus amigos já estavam no camarote que tínhamos reservado, começamos a beber vodka com energético, curtindo o DJ tocar enquanto o show não começava. Já pelo meio da primeira garrafa, chegou a namorada de um dos meus amigos e quando olhei estava acompanhada de uma amiga, uma loira baixinha, de camiseta branca e decotada que marcava seu sutiã preto e seus seios avantajados, uma saia curta e um par de pernas torneadas que me deixaram louco, não conseguia parar de olhar para aquela mulher, que fingia não notar. Ficamos bebendo e curtindo, quando começa tocar um pagode, fiquei alucinado vendo ela mexer e dançar, parecia que ela fazia só para me provocar, tirei-a para dançar, deixei o seu corpo bem junto ao meu, sentindo suas coxas roçando na minha, seu cheiro, logo fiquei excitado, não tinha como ela não perceber, mas como não falou nada, seguimos dançando. Depois de dançar conversamos um pouco e ficamos bebendo. Adorei o estilo básico que ela se vestia. Destacava ainda mais os atributos dela. A camiseta revelava muito do seu corpo e por isso gosto muito desse estilo. O show começou, ficamos curtindo, ela ficou na minha frente dançando e rebolando, mesmo sabendo que eu estava olhando e babando, ela foi chegando mais perto, peguei ela pela cintura, cheguei no ouvido e disse: “você me deixa louco rebolando assim…”, ela apenas sorriu, mordi o seu pescoço e notei que ela se arrepiou, deu uma empinada na bunda encaixando junto ao meu pau, que já estava bem duro, deu uma rebolada, apertei contra o meu corpo e agarrei a sua coxa com força, que ela deu um gemidinho, mordi sua orelha e virei ela, nos olhamos, agarrei- a pela nuca e a beijei com vontade, puxei para um canto mais escuro do camarote e fui beijando aquela boca, eu já estava louco de tesão. Percebi que ela, assim como eu, tínhamos tesão por fazer algo mais picante em um lugar público. Deixamos esse tesão nos conduzir pela noite. Encostei-a contra a parede, agarrei sua bunda com uma mão, com a outra alisava a coxa grossa, comecei a morder o pescoço e ela já se entregava todinha, cheguei no decote e tirei o seio dela para fora da blusa, chupei tão gostoso que ela gemeu baixinho no meu ouvido, arranhou as minhas costas e se contorcia de tanto tesão, deslizei a mão pelo corto ate alcançar a calcinha, que já estava toda molhadinha de tesão. Puxei a calcinha para o lado e comecei a massagear o clitóris, enquanto mordiscava e sugava o seu seio, notei que ela estava perto de gozar, mas eu queria que ela gozasse no meu pau. Virei ela de costa e a penetrei com vontade, de uma vez toda, que ela deu uma gemida e rebolou de tesão, com uma mão comecei a massagear o clitóris e enfiando meu pau no fundo. Não demorou muito e ela explodiu dando uma gozada forte, se contorcendo, eu não aguentei e gozei junto. Terminando, ela se virou, me deu um beijo, tirou a calcinha e colocou no meu bolso, dando um sorriso e dizendo: ” Fica de presente, para nunca mais esquecer desse momento e de mim!’, O Show ja estava terminando, e logo elas foram embora, e até hoje eu lembro daquela transa.

24
Mar17

FAZENDO MANUTENÇÃO E GRAVANDO A FODA COM A CLIENTE

Jf

No mês passado, uma cliente, a Adriana, dona de uma Padaria, me ligou me pedindo uma manutenção no servidor das câmeras. Então fui lá, junto com o Sérgio, que trabalha comigo. A Adriana é alta, + ou - de 1.78, 68 kg, branca, cabelos pretos enrolados, seios médios, bunda grande e empinada e um par de coxas muito gostosas. Eu pensei que seria coisa rápida, configurar e ir embora, por isso chamei o Sérgio, pra gente passar em outro cliente depois. Chegamos lá e fomos até a sala dela que ficava na parte de cima, onde estava instalado o DVR. Ela me cumprimentou com beijo no rosto como de costume, eu apresentei o Sérgio, ela também deu um beijo no seu rosto. Ela estava com um vestido branco, justo, semitransparente, no meio das coxas, deixando seu corpo todo marcado. Dava pra ver o contorno do seios durinhos e a marquinha da calcinha minúscula enfiada no meio da sua bunda maravilhosa. Ela disse pra gente ficar à vontade, e nem adiantava estar com pressa que só íamos embora quando mostrasse pra ela que estava gravando. Ela trancou a porta e tirou a chave, e sorrindo falou que éramos seus prisioneiros até deixar o sistema funcionando. Nossa, ficamos sem reação, mas rimos, e logo começamos a conversar e nos descontraímos. O Sérgio foi logo desconectando os cabos para realizar a troca, e eu fui até a mesa dela para acessar o software pelo computador. A Adriana sentou na cadeira da frente e cruzou as pernas, fazendo com que suas coxas ficassem mais a mostra, e começou a conversar coma gente. Nossa, ficou difícil se concentrar com aquela visão maravilhosa, eu tentava disfarçar, mas de vez em quando olhava. Como o Sérgio, estava num ângulo atrás da visão dela, ele nem disfarçava, ficou secando aquelas coxas lindas e a bunda gostosa marcada pelo vestidinho indecente. O Ramal tocou, ela se levantou e veio pro meu lado e atendeu, sua coxa encostou no meu braço e ela nem ligou. Continuei digitando e roçando meu braço por cima do vestido. Meu pau já estava duro e latejando. Ela desligou e falou que ia resolver um probleminha no caixa, mas que já voltava, e saiu da sala. Nesse momento o Sérgio levantou, e eu percebi que não era só eu que estava de pau duro, e falou. – Cara, que mulher gostosa, eu já estou louco de tesão. Eu afastei a cadeira e peguei no meu pau por cima da calça. – Imagina eu, do jeito que estou aqui, só falta ver a calcinha dela. Ficamos conversando e trabalhando, mas a imagem da Adriana não saia da nossa cabeça, principalmente da cabeça de baixo. Dez minutos depois ela voltou. O Sérgio estava terminando de conectar os cabos e eu estava terminando de configurar. Ela entrou, e trancou a porta de novo, e perguntou. – E aí meus prisioneiros, já terminaram? Eu respondi. – Estamos quase acabando. Ela veio e sentou na mesa, virada pra mim. – Humm, muito bem! Quero só ver se vai ficar bom mesmo! Na posição que ela sentou, ela ficou com uma perna um pouco mais levantada que a outra, e eu pude ver o fiozinho branco, que mal cobria sua buceta. Olhei pra ela e ela sorriu olhando em direção do meu pau. Nesse momento o Sérgio veio e ficou do meu lado na cadeira, e não tirava os olhos do corpo da Adriana. Ela percebeu e sem olhar pra ele, se arrumou na mesa, fazendo o vestidinho subir até o limite. Na posição que eu estava, eu já via sua calcinha toda. Percebi ela olhando pra ele e sorrindo. Olhei de lado e vi ele secando as coxas dela, e o volume grande se formando novamente por baixo da calça. Olhei pra Adriana e ela estava olhando em direção ao pau do Sérgio. Como estávamos próximos, percebi que ela, estava ficando excitada, sua respirando começando a ficar ofegante. A Adriana começou a abrir e fechar as pernas devagar, sua calcinha já estava toda a mostra. Nesse momento eu percebi que estávamos num caminho sem volta. Parei a configuração, e olhei pra ela, ela me olhou e sorriu, eu sorri e desci meu olhar em direção à sua calcinha. la afastou algumas coisas de cima da mesa, se arrumou melhor, apoiando a mão na mesa e jogando o corpo um pouco pra trás, e disse. – Eu quero vocês dois! Rapidamente aproximei a cadeira pra perto da Adriana, ficando no meio das suas pernas. Segurei suas coxas, e comecei a alisá-la. O Sérgio sem perder tempo, chegou do lado dela e começou a alisar seus seios por cima do vestido. Adriana se apoiou no cotovelo direito e com a mão esquerda, começou a massagear o cacete do Sérgio por cima da calça. Eu já tinha subido seu vestidinho até a cintura, e fui tirando sua calcinha. Ela estava toda lisinha, totalmente depilada, sem nenhum pelinho cobrindo aquela buceta branca e inchada. Arranquei sua calcinha e joguei do outro lado da sala. Fui beijando e alisando suas coxas de encontro aquela maravilha de buceta. Ela abriu as pernas, colocando uma por cima dos meus ombros, no momento em que o Sérgio arrancava o vestido da Adriana e caia de boca nos seus seios. Fiquei alisando suas coxas e pegando na sua bucetinha, mas sem enfiar o dedo, só acariciando por cima dela, que loucura, ela permanecia com os olhos fechados só sentindo todo aquele prazer. O Sérgio abriu o zíper e colocou a mão da Adriana no seu pau duro, ela abriu os olhos e sorriu, apertando e massageando com vontade. O Sérgio tinha um cacete enorme e grosso e não demorou para Adriana colocar na boca. Enquanto eu massageava seu clitóris observava aqueles lábios suculentos deslizando no pau do Sérgio, descendo até o saco chupando um ovo de cada vez, depois voltava a colocava o cacete na boca. Comecei a chupar sua buceta, primeiro devagar, passando a língua pelo clitóris e por cima da rachinha toda encharcada. Ela continuava chupando o pau do Sérgio e forçou seu quadril, rebolando e esfregando sua buceta na minha boca. Eu segurei forte suas coxas e forcei minha boca, enfiando a língua com vontade. Adriana começou a gemer alto e a rebolar rápido, percebi que ela iria gozar e comecei a chupar com força. Ela não resistiu muito tempo e gozou feito louca, a música alta na sua sala (deixada de propósito por ela) abafou os gemido e gritinhos descontrolados. Rapidamente o Sérgio pegou alguns sacos de embalagens, forrou o chão e se deitou pelado, segurando o pau duro pra cima. A Adriana ajoelhou na minha frente e tirou minha calça. Me olhando com uma cara de safada,, começou chupar meu pau. Sugava a cabeça. Lambia até o saco e subia beijando e chupando lentamente. Ainda me olhando, colocou a glande entre os lábios e foi descendo lentamente. Eu vendo minha pica se esconder dentro da sua boca, não acreditei quando vi seus lábios encostarem na minhas bolas. Ela ficou parada alguns segundos, me olhando, até quase engasgar e tirar lentamente sua boca. Meu pau duro, babado, batendo no seu rosto. Ela levantou e me puxou pela mão e me levou pra perto do Sérgio. Se abaixou ficando de quatro entre as pernas dele, segurou com as duas mãos no saco e abocanhou a pica do Sérgio de uma vez, engolindo tudo quase até as bolas. Eu sem pensar duas vezes, me posicionei de joelhos atrás dela e comecei a meter naquela buceta gozada por traz. - Aaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, ela soltou um grito abafado com a boca cheia de pica. Eu segurava na sua cintura e socava forte e rápido, abrindo e rasgando toda sua buceta. Seus peitos apesar de médios, balançavam muito, devido minhas estocadas fortes. De repente sinto ela saindo do meu pau, e percebo o Sérgio puxando ela. Ele fala sorrindo: - Vamos fazer um sanduíche dela! Ela disse não, que nunca tinha feito. Mas antes dela ter qualquer reação, o Sérgio já tinha enfiado seu cacete dentro de sua buceta, e já segurava suas coxas deixando suas pernas arreganhadas. Eu comecei esfregar minha pica na sua bunda e no seu rego. Forcei suas costas fazendo ela deitar por cima do Sérgio, abri suas nádegas e encaixei a cabeça babada do meu pau na entradinha daquele cuzinho. Segurei sua bunda, abrindo com as duas mãos, e fui forçando devagar, mas sem parar. Senti minha pica deslizando cu a dentro. Ela gritou alto, fiquei até preocupado se alguém viria ver o que era, mas ninguém veio. Mas nem por isso, paramos aquela putaria. Ela já acostumada com as duas picas todinha dentro, se soltava cada vez mais. Enquanto a gente rasgava seu cu e buceta ao mesmo tempo, ela ficava mexendo e rebolando. Eu metia cada vez mais fundo naquele cu, quente e suado. Começamos a socar sincronizado. Eu metia ele tirava, eu tirava ele metia, enquanto ela toda suada rebolava entre a gente. Ninguém falava nada, apenas se ouvia o barulho dos nossos corpos, nossos gemidos e respirações descompassadas, abafados pelo som alto que ainda tocava. Até a Adriana começar a gritar descontroladamente: - Mete gostoso, seus safados! Ahhhhh!!! Vocês estão me rasgando, eu vou gozar de novo! - Ai que delícia!!!...vou gozar!!!…Oooohhhhh!!!...- Mete mais forte! Nós aumentamos o ritmo das estocadas, nossas picas roçavam separadas apenas pela pele fina que separa o cu da buceta. Adriana começou a tremer e gemer alto, gritava e gozava intensamente. Gozou muito. Os dois cacetes enfiados, e ela dando os últimos espasmos desfalecida sobre o Sérgio, que aproveitava para chupar seu pescoço e gozar na sua buceta. Aumentei o ritmo, socando com força aquele cu suado, senti meu saco todo melado pelo gozo dos dois. Segurei o cabelo da Adriana, anunciando meu gozo. Ela empinou a bunda, e eu enfiei minha pica de uma vez e deixei tudo dentro, e comecei a encher seu cu de porra. Era tanta porra, que escorria pelo meu pau, melando nós 3. Deitei sobre ela, nosso corpos suados, grudando, o cheiro de sexo tinha tomado conta da sala. Ficamos deitados de lado sobre aquelas embalagens, por uns cinco minutos. Ela ainda entre nós. Falando sobre a loucura que acabamos de fazer. Levantamos, nos limpamos, pegamos nossos equipamentos e fomos embora, sem antes cada um beijar aquela boca gostosa.

24
Mar17

Núbia aprendeu a Lição

Jf

A filha do meu sobrinho tem 16 anos, ela é baixinha, mas já tem um corpinho gostoso; seios pequenos, bundinha redonda e empinada e uma bucetinha gordinha; ela quase sempre está de legging, realçando mais seu corpinho de ninfeta. Semana passada, cheguei à sua casa um dia à tarde, seus pais estavam trabalhando, ela estava sozinha, sentada à mesa, fazendo lição. Quando me viu na porta, já correu em minha direção. –Ah! Tio, que bom que o Senhor chegou–ela me abraçou, me beijando o rosto, eu a envolvi pela cintura, fazendo seu corpinho colar no meu. –O que foi meu amor, algum problema? Ela se afastou um pouco falando: – Essa lição de matemática está muito difícil, me ajuda! Eu passei a mão nos cabelos delas, alisando seu rosto e sorri: – Mas é claro meu amor, você sabe que pode contar comigo sempre. Deixa seu tio ver! Ela estava usando uma calça legging branca, que marcava bem sua calcinha enfiadinha, e uma blusinha soltinha estampada e curta, que deixava sua barriguinha e um pouco de suas costas de fora. Nós fomos até a mesa, e sentamos, ela me mostrou a apostila, e eu comecei a tirar as dúvidas dela, entre uma questão e outra. Até que chegou a uma, que por mais que explicasse, ela não entendia, acabava de explicar e ela fazia errado; foi ai que percebi, que ela ficava olhando o tempo todo pro celular que estava ao lado, pra ver as msg que chegavam pelo watts, dos amiguinhos da escola, não tinha percebido antes porque o volume estava baixo. Aí eu fiquei nervoso; dei uma bronca, falei se ela não queria aprender, porque me fez perder tempo; Ela me olhou assustada e começou a chorar; Eu parei e fiquei com dó: – Desculpa meu amor, é que seu tio só quer seu bem, você tem que estudar primeiro, depois tem o tempo todo pra conversar com seus amigos… Ela não parava de chorar. – Me desculpa, vem cá! Alisei seus cabelos, e com o outro braço a abracei pela cintura, Dei um beijo na testa dela. E ficamos assim por um tempo. Quando puxei meu braço, minha mão entrou por baixo da blusinha dela e encostou nos seus peitinhos. Senti que ela estava sem sutiã, não tirei minha mão. Ela me olhou assustada: – O que foi tio, porque o senhor esta com a mão ai? Eu abri minha mão e segurei um dos seios dela e suspirei: – Meu Deus! Você está sem sutiã, que peitinho lisinho e durinho… você vai ter que me deixar dar um beijinho neles. – Não tio… Ela tentou se afastar, mas eu a segurei com a outra mão nas costas dela, apertando ela contra mim. –Eu tenho medo! – Não se preocupe meu amor, eu vou ser bem carinhoso! Antes de esperar qualquer reação ou resposta, eu levantei sua blusinha, deixando seus peitinhos de fora apontando pra mim. – Núbia, como seus peitinhos são lindos! Ela sorriu pra mim… – Obrigada tio! Abaixei minha cabeça e comecei a mamar na minha sobrinha, que logo mostrou que estava gostando; inclinou o corpo pra trás, empinando bem seus peitinhos; Tirei sua blusinha, e continuei a chupar bem gostoso aquela ninfetinha; pele lisinha, biquinhos duros, cheiro de avelã, ela toda arrepiadinha, gemendo e já com a respiração ofegante. Desci minha mão alisando sua barriguinha, até chegar à sua bucetinha por cima da legging, alisei, apertei, passei o dedo sobre a rachinha, ela gemia, mas mal conseguia se mexer, presa sob meu corpo naquela cadeira; coloquei minha mão por dentro da calça e da calcinha ao mesmo tempo; meu pau quase rasgou minha calça quando senti aquela bucetinha, inchadinha, com os pelinhos ralinhos e toda molhadinha. Passei meu dedo bem no meio, tirando ele todo melado e chupei, ela me olhou e sorriu. Eu a peguei e a coloquei deitada na mesa da cozinha, em cima dos cadernos e das apostilas, fazendo cair lápis canetas e o celular; me debrucei por cima dela, chupei seus seios, um depois o outro, fui descendo minha língua pelo seu corpo, bem devagar, sentindo o sabor delicioso da sua pele, que já começava a ficar suadinha; lambi cada pedacinho, até chegar ao umbigo, onde enfiei minha língua e suguei forte; a Núbia estava louca, gemendo gostoso e se contorcendo sob mim. Continuei a exploração naquele corpinho com minha boca, fui descendo minha língua, ao mesmo tempo em que tirava sua legging, deixando ela só de calcinha branca molhadinha. Passei minha língua por cima mesmo, chupando o melzinho impregnado na calcinha, só assim já fazia Núbia enlouquecer. – Nossa tio!… O senhor tem uma língua gostosa, é quente e dura! –Você não viu nada ainda, minha safadinha, o tio tem mais coisas quente e dura! Ela riu, no momento em que eu coloquei sua calcinha de lado e enfiei a língua na sua racha. Ela deu um gritinho e forçou a buceta no meu rosto; segurei ela pela cintura e comecei a chupar forte, ela arreganhou as pernas, e começou gemer alto, seu corpo tremendo incontrolavelmente, Olhei pra cima, sem tirar minha língua de dentro da buceta dela, ela estava revirando os olhos, no momento em que sua buceta começou a soltar aquele líquido, branco, grosso, doce; ela estava gozando, e eu não deixei escapar nada, bebi tudo. Fiquei ali, ajoelhado entre suas pernas, dando linguadas, até não sai mais nada. Cada linguada, seu corpo estremecia, como se estivesse levando um choque. Levantei, fui até próximo de seu rosto, abri o zíper da calça, tirei meu pau fora, e comecei a esfregar no rostinho dela; ela estava desfalecida ali em cima da mesa; segurei seu rosto e comecei a esfregar na sua boquinha; ela entreabriu os lábios, comecei a forçar a cabeça entre eles; ela fez uma carinha de nojo, eu abaixei lhe dei um beijo na boca: – Eu vou bem devagar safadinha, daqui a pouco você se acostuma. Ela sorriu. Eu me endireitei, e encostei meu pau de novo na boquinha dela, ela abriu mais dessa vez, e eu forcei, fazendo a cabeça entrar naquela boquinha quente e úmida. Humm… Parecia uma bucetinha virgem, que boquinha gostosa, tão apertadinha… Ela começou a lamber timidamente, enquanto sua boquinha se enchia de saliva, a baba escorria pelo canto dos lábios… Coloquei minha mão na sua nuca, e pedi pra ela chupar, enquanto fazia movimentos levemente… Meu pau deslizava suavemente pra dentro e pra fora daquela boquinha macia… Peguei sua mão e coloquei no meu saco: – Aperta gatinha, fica apertando enquanto você chupa meu pau, delicia! Ela começou a massagear meu saco, com aquela mãozinha delicada, me olhou com aquela carinha de inocente, com a cabeça da minha pica entre os lábios, e perguntou: – Ass–im…? De–s–se je–i–to? Que tesão que me deu; não me controlei e forcei meu pau pra dentro de sua boquinha, raspando pelos seus dentes e batendo na entrada garganta… Ela se engasgou… Eu tirei logo e ela começou a tossir e babar, quase vomitando… Eu me abaixei e comecei a lamber seu rostinho babado… Ela ali toda esparramada na mesa, eu enfiei a língua na sua boca e comecei a beija–la, sugando toda saliva daquela boquinha deliciosa! Desci minha mão pelo seu corpo, apertando e massageando aquelas duas peras, apertava, alisava, puxava de leve os biquinhos, torcendo entre meus dedos, enquanto ela se contorcia e se retorcia, sem tirar sua boca da minha… Ela gemia muito, já estava toda molhadinha de suor, quando minha mão adentrou sua calcinha encharcada e meu dedo passando pela rachinha, forçava a entrada na sua bucetinha apertada e quente, ela se contraiu toda, afastou sua boca da minha: – Doeu tio! Sem esperar a segunda frase, endireitei meu corpo, e enfiei minha pica naquela boquinha assustada, dessa vez entrando mais que a cabeça, preenchendo toda sua boquinha, mas dessa vez, não encostando na garganta: – Chupa meu pau, safadinha… Minha ninfetinha… Putinha do tio… Núbia me olhou assustada, mas por reflexo abriu bem a boca, facilitando pra que eu começasse a socar lentamente… Que sensação deliciosa era ver meu pau latejando, entrando e saindo daquela boquinha babada e melada; aproveitei para continuar a massagear seu clitóris, intercalando com pressão na entradinha daquela bucetinha encharcada; me segurei pra não enfiar meu dedo de uma vez, não queria tirar sua virgindade daquele jeito; o tesão era muito, peguei a mão dela e coloquei no meu saco enquanto fudia sua boca. – Isso meu amor; Mama gostoso no seu tio; Você quer leitinho? Quer leitinho quente do tio? Ela me olhava fixo, enquanto meu pau deslizava entre seus lábios; seus olhos lacrimejavam, e isso me deixava com mais tesão; Sua feição foi mudando aos poucos, ela já estava me olhando com uma carinha de safada, e isso me deixava mais louco; massageava sua buceta com mais intensidade, e ela rebolava descontrolada em cima da mesa, com as pernas arreganhadas; senti seu corpo tremendo, sua respiração ofegante e seus gemidos abafados por causa da minha pica preenchendo sua boquinha; ela começou a movimentar os quadris pra cima e pra baixo numa ritmo alucinante, enquanto sua buceta ia ficando cada vez mais encharcada. – Você está gozando putinha! Goza gostoso, safadinha! Meu pau começou a pulsar e inchar e eu continuava a socar naquela boquinha virgem, enquanto meu dedo passeava entre suas coxas, cheias de gozo, senti um buraquinho quente piscando no meu dedo; quase fui ao delírio; como podia ter me esquecido daquele cuzinho virgem; coloquei a ponta do dedo indicador na portinha do cuzinho dela, no momento em que jatos de porra saia da minha pica e invadia aquela boquinha babada e melada; forcei meu dedo de uma vez no cuzinho dela, entrando um pouco; ela gritou e tirou a boca do meu pau, tossindo e cuspindo porra e contraiu o cu fechando as pernas, prendendo minha mão entre suas coxas, ainda com a ponta do dedo no seu buraquinho. Ela começou a chorar; eu rapidamente me inclinei e comecei a beijar seu rosto suado e melado; sua boca babada e gozada; seu pescoço suado, melado, babado e gozado; até chegar ao peitinho e começar saboreá-los bem devagar; Continuei com meu dedo dentro do seu cuzinho; ela me abraçou e afrouxou um pouco as pernas; eu comecei a movimentar lentamente meu dedo; ela rebolava acompanhando meus movimentos; sem tirar o dedo, desci minha língua pelo seu corpo, sentei na cadeira, me posicionando entre suas pernas, e comecei a chupar sua bucetinha gozada; enfiei minha língua bem no fundo, e suguei tudo; ela sem forças, apenas gemia e rebolava; senti seus músculos relaxarem. Me levantei, peguei-a no colo, levei ela pro quarto e a coloquei na cama. Me deitei ao seu lado e ela me abraçou chorando. –Tio, eu to com medo, se meus pais descobrirem… Passei a mão nos seus cabelos e olhei fixo nos seus olhos. – Núbia, presta atenção, você gostou de tudo que o tio fez com você? – Gostei tio, só doeu um pouco quando o senhor enfiou o dedo no meu cu, mas depois ficou gostoso. Quando ouvi aquilo, meu pau começou a latejar, mas me controlei, eu tinha que ir embora. – Então, meu amor, você agora é minha putinha! Ela sorriu, continuei falando: – Ninguém precisa saber. Você vai ficar descansando agora, mas se arruma e organiza a cozinha antes dos seus pais chegarem, e faz assim, fala que eu passei aqui, te ajudei nos trabalhos, e prometi se você tirasse nota azul, eu te levaria no cinema. Da próxima vez vai ser muito mais gostoso. Dei um beijo na boca dela, e ela me abraçou forte. – Pode deixar tio, eu vou me esforçar pra tirar nota azul. Ainda beijei seu corpo todo, me despedi e fui embora, deixando pra trás a experiência mais louca e perigosa da minha vida.

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